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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Segmentação de mercado: o que é e como sua empresa pode lucrar com ela? Parte III, por Laura Gallucci*

Continuando nossa conversa sobre segmentação de mercado como um instrumento fundamental para o sucesso da empresa, vamos explorar as duas principais vantagens que ela pode proporcionar às empresas de qualquer setor e porte.

Afinal, por que uma empresa deve operar de forma segmentada? Recapitulando: a segmentação tem como objetivo ajudar a organização a penetrar mais fundo nos mercados que ela escolher como prioritários.

Ao contrário do que se pensa, os mercados costumam ser pouco flexíveis, pouco dispostos a aceitar produtos e serviços que não atendam às suas expectativas. Por esse motivo, o que a segmentação se propõe a fazer é ajustar a oferta à demanda, ou seja, o produto (ou serviço) ao mercado, até porque produtos e serviços são bastante flexíveis. Eles podem ser adaptados aos desejos do consumidor de maneira direta (alterações no preço, qualidade, modelos, embalagens, conteúdo, forma, especificações técnicas etc.) ou indireta (assistência técnica, mudanças na distribuição e na localização dos pontos de prestação de serviços, meios alternativos de comunicação, entre outras).

Se, ao fazer essas e outras mudanças, o empresário se basear no que já aprendeu sobre os segmentos de mercado que atende ou pretende atender, estará chegando mais perto do que o consumidor deseja e, portanto, se destacará frente aos seus concorrentes.

É essa a principal vantagem para a empresa que escolhe conhecer melhor seus mercados: ela se diferencia frente a seus concorrentes, porque chega mais perto do que o consumidor deseja. A segmentação contribui para aumentar a diferenciação entre produtos/serviços semelhantes, simplesmente porque quem diferencia acaba se preocupando em adaptar suas ofertas a segmentos de mercado específicos.

A segunda vantagem que vale destacar para quem se empenha em conhecer seus segmentos de mercado é acompanhar as permanentes mudanças em seu ambiente competitivo e em seu setor de atuação, tendo assim, a possibilidade de se adaptar/reagir mais rapidamente.

Nenhum mercado permanece estável por muito tempo: os mercados são dinâmicos, surgem, desaparecem e se modificam de maneira inesperada, imprevisível e cada vez mais rápida, tanto devido à evolução tecnológica como à globalização.

Empresas que demoram a perceber essas mudanças podem ser surpreendidas em ocasiões como:

1. Uma reestruturação da demanda, quando um produto "muda de lugar" no mercado, passando a ser desejado por outros segmentos. É o caso do ar condicionado em carros populares: até alguns anos, apenas compradores de carros de luxo se dispunham a pagar por esse opcional. Mais recentemente, as montadoras passaram a oferecer carros 1.0 com ar condicionado, após perceber que o comprador desse produto valorizava o conforto extra – e, é claro, estava disposto a pagar mais com isso. Quem deve ter lucrado mais com isso? Além das montadoras que saíram na frente, o fabricante de ar condicionado que percebeu rapidamente esse desejo não atendido de um grande segmento de mercado (potenciais compradores de carros populares) e adaptou antes dos concorrentes seus produtos à potência limitada dos veículos.

2. Mudanças nos hábitos de consumo, quando certos padrões de comportamento se modificam. Sobretudo nas grandes cidades do país, uma parte dos habitantes, temendo a crescente violência, reestruturou seus hábitos de lazer, alavancando todo tipo de produto ou serviço que possa ser entregue em casa: disque-pizzas (e esfihas, comida japonesa, paella, bebidas...), disque-fraldas, disque-ração, e também teatro a domicílio, veterinário a domicílio – a lista é praticamente interminável.

3. Surgimento de novos segmentos de mercado, quando novos desejos e necessidades aparecem (por motivos diversos), e é preciso novos produtos/serviços para atendê-los. Um forte exemplo é a proliferação de produtos alimentícios diet/light adaptados a um infinito número de segmentos de mercado com necessidades (e desejos) específicos: doces sem açúcar, “leite” sem lactose (em geral, leite de soja), pão sem trigo, amendoim sem colesterol... A cada dia, as novas descobertas da medicina ou as dietas da moda despertam, em grupos diferentes de pessoas (ou seja, segmentos), a vontade de ter um produto diferente, específico e, consequentemente, surge uma oportunidade de negócios para quem melhor atender a essa nova demanda.

4. A rápida saturação dos mercados, quando inúmeras empresas descobrem a mesma oportunidade ao mesmo tempo e se concentram no mesmo segmento de mercado (geográfico, demográfico ou outro), até haver uma oferta muito superior à capacidade de compra daquele mercado. Essa é uma ameaça sempre presente no universo das pequenas empresas seguidoras, ou seja, aquelas que observam o que outras empresas estão fazendo e as copiam; como estratégia de negócios, é um caminho perigoso. O caso dos serviços de “disque-alguma-coisa-para comer”, mencionado acima como um tipo de negócio de sucesso, também levou (e ainda leva) muitas empresas, sobretudo pequenas, ao fracasso. Sem analisar a concorrência já instalada na área de atuação (que corresponde ao segmento geográfico atendido), muitos empreendedores resolvem abrir seus disque, somente para descobrir que se tornaram o 5º, 8º ou 10º disque disponível na região e, pior, que não têm nenhum diferencial a oferecer como atrativo para os consumidores - porque não buscaram descobrir o que esse segmento de mercado quer, mas nenhum concorrente ofereceu a ele até agora.

Além das vantagens acima, cada empresa, ao adotar uma estratégia de segmentação, vai descobrindo outras vantagens, muitas vezes ligadas a um setor ou tipo de negócio específico.
O que se pode afirmar, com certeza, é que, sem a segmentação, dificilmente uma empresa, sobretudo pequena, conseguirá, hoje e daqui para frente, se tornar (ou continuar) competitiva e lucrativa, garantindo sua sobrevivência e seu crescimento.

No próximo post encerraremos o tema Segmentação com dicas para selecionar os segmentos de mercados mais promissores para sua empresa.

*Laura Gallucci - sócia-diretora da FGGE - Flamínio & Gallucci Gestão Empresarial (www.fgge.com.br), consultora de empresas e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O programa Alma do Negócio está de casa nova!

O mês de setembro, em que o Programa Alma do Negócio completa 1 ano de existência, vem repleto de ótimas novidades e mudanças! Acompanhe:
A partir do dia 09, nossa programação começa a ser transmitida pela emissora Just TV, que tem atingido marcas de mais de 800 mil acessos mensais!

As mudanças não param por aí! O programa está mais dinâmico e direto, agora com duração de 45 minutos. Mudamos o horário para as 16h, uma hora mais tarde que de costume. Manteremos a mesma linha de temas, sempre acompanhando e ouvindo os nossos internautas. Além disso, todos poderão continuar interagindo online com os entrevistados e terem suas perguntas respondidas ao vivo!

Para comemorar o nosso primeiro aniversário, organizamos um café da manhã exclusivo para todos aqueles que fazem parte da nossa história!

Você acompanha nosso programa e quer comemorar conosco? Fique atento as nossas redes, pois 2 followers e 2 pessoas que se cadastrarem no blog para receber as novidades participarão do nosso café da manhã! Isso tudo além de acompanhar a gravação do programa do dia 16 sobre Mídias Sociais, com o entrevistado Gil Giardeli.

Você não quer ficar de fora, certo? Fique atento ao nosso twitter @_almadonegocio e acompanhe todas as novidades do nosso blog se cadastrando no menu a sua direita!

Anunciaremos os ganhadores dia 31.08 às 18h!

Contamos com a sua participação!

O programa está crescendo e evoluindo, aguarde por mais novidades, isso tudo é só o começo!

Grande abraço,
Paola Tucunduva e equipe

domingo, 29 de agosto de 2010

Buzz Marketing

Ao visitar o site Top 5 Viral fiquei intrigada, pois já assisti videos melhores e que não tiveram essa repercussão. Para compararmos coloco abaixo o video top deste site:


e um outro semelhante que não teve tanto acesso:



Pergunta: O que faz com que alguns videos "caiam na graça" e sejam viralizados e outros tão bom quanto continuem no anonimato?

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Próximo Programa 26/08 - Ponto Eletrônico – Edson Cabezaolias e Nilza Machado!

Sua empresa utiliza ponto eletrônico? De qual forma você se readequará as novas exigências do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE?

Devido a seguidas polêmicas envolvendo Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP), sonegação de impostos e fraudes em ações trabalhistas, até março de 2011 todas as empresas que utilizam esse sistema devem se atualizar.

Que tipo de adequações estas empresas devem fazer? Quais são os impactos dessas mudanças para a sociedade?

Paola Tucunduva convidou Edson Cabezaolias e Nilza Machado para participar do Programa Alma do Negócio desta semana, a fim de esclarecer dúvidas sobre estas readequações.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 15hs ao vivo, no canal da web www.uptv.com.br. Não perca! Qual é a sua opinião sobre este tema? Compartilhe conosco! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Edson Cabezaolias – diretor executivo e fundador da Datamace. É especializado em Gestão de RH e MBA em Tecnologia da Informação.

Nilza Machado – diretora da Inter System. É advogada especializada em Gestão de RH e transdisciplinariedade em saúde, educação e desenvolvimento humano.

Planejamento e execução – competências que se complementam, por Adir Ribeiro*

O que tenho aprendido na minha vida empresarial de consultor e palestrante/professor é que os resultados não acontecem, precisam ser construídos. Ou seja, ninguém deixa de bater a meta de vendas no último dia do mês, ou repete de ano na última prova. As metas são alcançadas dia após dia e não somente os resultados são apurados.

A lógica é que os empresários precisam começar a se planejar e construir seu futuro, pois não podemos deixar que o futuro chegue sem antes planejá-lo adequadamente.

E o planejamento passa tanto na esfera individual como empresarial. Aliás, temos que lembrar que a definição de indivíduo é “ser não divisível por dois”, ou seja, somos uma pessoa só (atrás de um CNPJ sempre existe no mínimo um CPF, seres humanos) e tendemos a repetir comportamentos da pessoa física na pessoa jurídica. Quantos de nós nos planejamos na nossa vida pessoal? São poucos, muito poucos....

E isso reflete no planejamento empresarial. “Deixa a vida me levar”, só quem ganhou $$$ com isso foi o Zeca Pagodinho.

Pense nisso.

*Adir Ribeiro - sócio diretor e fundador da Praxis Education, empresa focada em consultoria e capacitação em Franchising, Varejo e outros canais de distribuição, além de professor das melhores universidades brasileiras de negócios.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ganhadora do Sorteio do Livro da Drª Melitha Novoa!

Parabéns, Cida!

Você se cadastrou para receber as atualizações do nosso blog e ganhou o livro da Drª Melitha Novoa, Franchising na Alegria e na Tristeza!

Nossa assessoria de comunicação deve entrar em contato em instantes para combinar o envio do livro!

Obrigada a todos que se cadastraram, em breve teremos outros sorteios!

Grande abraço!

Marketing de Guerilha para Pequenas e Médias Empresas

Os empreendedores buscam cada vez mais técnicas de marketing adaptáveis às características de seu mercado, por razões muito simples: concorrência feroz, queda na margem de lucro, globalização, entre outras situações que tiram o sono dos empresários. E neste mercado cada vez mais concorrido, a empresa que estabelece meios de comunicação com seus clientes, melhora sua exposição e imagem, amplia seu mercado e aumenta seu faturamento.

Sendo assim, descrevemos abaixo 10 dicas de como o pequeno e médio empreendedor poderá se diferenciar da concorrência adotando técnicas de marketing de guerilha.

1. Mercado
O sucesso da pequena e média empresa está diretamente relacionado ao desempenho do empresário. Manter-se atualizado, “antenado” com o seu mercado, monitorar a concorrência, acompanhar tendências e lançamento de novas tecnologias e produtos, são regras básicas para o bom desempenho de sua empresa;

2. Marketing em casa
Monte um pequeno grupo de marketing com os funcionários da empresa. Faça reuniões para colher idéias, discutir lançamentos de produtos, enfim definir ações rápidas e que possam ser conduzidas internamente. Outra alternativa interessante é terceirizar o seu “departamento” de marketing, da mesma forma que você terceiriza sua contabilidade.

3. Consumidor Oculto
Ação interessante e de baixo custo. Simule uma compra tanto com a sua equipe de vendas quanto com a de seus concorrentes. E depois compare os desempenhos. Além de você conhecer um pouco mais como seu concorrente se comporta, terá grandes surpresas que poderão fazer diferença no seu faturamento;

4. Imagem da Empresa
Procure perceber o que o seu logotipo, o seu papel timbrado, o envelope de correspondência transmitem aos seus clientes. Muitas vezes, pequenas mudanças como alteração no logotipo, podem indicar ao mercado que a sua empresa está se modernizando e crescendo;

5. Canal direto com os seus clientes, fornecedores e formadores de opiniões
Utilize meios de baixo custo como telefone e correios para aumentar o contato com os seus públicos. Amplie seu relacionamento, mantenha contatos freqüentes com os seus clientes mais rentáveis e com seus principais fornecedores. Procure aumentar seus contatos destacando-se na qualidade da prestação de serviço com os públicos que interferem diretamente no seu negócio. Faça parte de Associações de Classe;

6. Crie um pequeno jornal
Este jornal é o que mercado chama de “newsletter”. Este “newsletter” pode ser tanto impresso, em uma folha A4, quanto digital que poderá ser enviado por e-mail. Deverá conter informações relevantes aos seus públicos-alvo, como tendências, inovações, dicas de uso de produtos e atualizando também informações sobre sua empresa;

7. Forme associações e parcerias
Uma pequena e média empresa, em um mercado cada vez mais competitivo, dificilmente crescerá de forma isolada. Um dos grandes gurus de estratégia competitiva, Michael Porter afirma que hoje uma empresa precisa cooperar e competir, competir e cooperar. Este é o grande desafio da década atual. Por exemplo, através de parcerias você poderá realizar eventos cooperados onde os custos serão rateados entre os parceiros.

8. Construa um site
Um bom site pode ser um grande gerador de negócios e muito mais do que um cartão de visitas eletrônico. Deve transmitir de forma muito clara quem é a empresa, o que ela faz e para quem. Pode ser também um folder eletrônico para sua equipe de vendas. É importante ressaltar que um bom site é tão importante para a formação da imagem da sua empresa quanto a localização do seu ponto de venda ou a fachada da sua loja.

9. Participe de feiras
Estar presente em feiras, na área de atuação da sua empresa, pode render novos negócios e oportunidades. Mas para obter bons resultados é preciso pensar no antes, durante e após o evento. Antes: comunique aos seus principais clientes a sua participação, crie um material de comunicação e treine sua equipe. Durante: procure manter sua equipe motivada, mantenha seu stand arrumado e procure ter idéias que o diferenciem dos demais. Após: organize os cartões de visitas recebidos, agradeça todos que o visitaram e por fim, agende visitas.

10. Ações Sociais
Participe de ações que sejam benéficas a sua comunidade. Você pode, por exemplo, oferecer o seu espaço, equipamentos e equipe. Procure atrelar sua marca à ações positivas e apoiadas pela comunidade local. Esse tipo de ação, além de proporcionar benefícios a todos podem gerar notícias que divulgarão a sua marca contribuindo para a consolidação de sua imagem no mercado.
Utilizando essas dicas como um guia, torna-se prático o desenvolvimento de caminhos efetivos e rápidos para o sucesso de sua empresa. As ações podem acontecer atreladas ou independentes, mas o segredo está em manter o foco no objetivo traçado e principalmente foco no seu cliente. Essa trajetória alinha metas, fortalece expectativas e motiva os envolvidos na busca do crescimento do seu negócio.

Alessandro Basile é publicitário, pós-graduado em Marketing pela ESPM e Consultor Responsável pela Unidade de Marketing para Pequenas e Médias Empresas da Resolve! Global Marketing.

Abaixo alguns cases de sucesso de Marketing de Guerrilha:






quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O que o aumento da classe média tem a ver com seu bolso? Por Maurício Galhardo*

Se pensarmos no que ocorria há 10 ou 20 anos, nosso país possuía, no que condiz à distribuição de renda, uma situação piramidal. Tínhamos no topo desta pirâmide pouquíssimos cidadãos que pertenciam à classe A, um número um pouco maior à classe B, e assim por diante, até chegarmos a uma grande parcela da população que vivia em situação de grande pobreza (classes D e E).

Com o Bolsa Família, Bolsa Escola, e inúmeras outras “bolsas”, grande parte da população, que vivia em miséria praticamente total, passou a ter, embora muito pequena, alguma renda. Além disso, os índices de desemprego vêm caindo, o que indica que cada vez mais trabalhadores têm se recolocado no mercado de trabalho, gerando assim alguma renda. Desta forma podemos dizer que hoje, a situação de “pirâmide” que tínhamos transformou-se num “barril”. Sim, um barril, onde no topo a classe A continua ocupando uma pequena fatia, a classe B uma fatia um pouco maior e a classe C, logo abaixo, tornou-se a faixa com maior número de cidadãos. Ainda abaixo, as classes D e E, diminuíram bastante e a tendência é que praticamente desapareçam com o passar dos anos.

Ok, mas o que isso tem a ver com seu dinheiro?

Tudo! Pois se você é assalariado, demonstra uma mudança muito grande no mercado de trabalho, gerando um número maior de oportunidades, principalmente àqueles que possuem maior escolaridade. Hoje o problema não é ter ou não vagas de empregos, mas encontrar profissionais que tenham as competências para preenchê-las.

Se você é empresário, este cenário também tende a ser uma ótima oportunidade. Primeiro porque esta classe C que há poucos anos não consumia, hoje tem acesso a uma gama enorme de produtos e serviços. Passagens aéreas, por exemplo. É cada vez mais comum encontrar pessoas desta classe C em vôos de linha, situação essa que seria praticamente impraticável há alguns anos. Segundo, por que a demanda de produtos e serviços criada pela classe C alterou a variedade, qualidade e disponibilidade de alguns produtos e serviços das faixas A e B.

As mudanças na distribuição de renda em nosso país estão gerando mudanças significativas nos mercados e é de extrema importância estarmos atentos a isso. É hora de reavaliarmos nossas funções (para os assalariados) e rever nosso mix de produtos e serviços (para os empresários), pois hoje esta classe C ainda está “testando” estes novos produtos, mas em breve fará suas opções e quem souber se posicionar pode realizar bons lucros.

*Maurício Galhardo - sócio diretor da Galhardo Treinamento e Consultoria Financeira e especialista em gestão financeira e finanças pessoais. Para saber mais acesse www.galhardo.com.br

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Próximo Programa 19/08 - Marketing de Guerrilha - Cláudio Ferreira e Leandro Fray

Ações de marketing alternativo podem ser muito mais acessíveis que campanhas em veículos tradicionais. Além disso, todos os dias se produz muito mais do mesmo, deixando de lado o poder de uma idéia diferente. Essas ações de marketing não só impactam o público no sentido de entretenimento como geram resultados, muitas vezes, mais expressivos do que uma ação de marketing convencional, sem contar a possibilidade de custos bem menores.

Quais experiências a sua marca gera para o seu cliente? De que forma sua equipe utiliza a verba disponível para ações de marketing de guerrilha ou alternativo?

Paola Tucunduva convidou Cláudio Ferreira e Leandro Fray para participar do Programa Alma do Negócio desta semana, a fim de esclarecer dúvidas e mostrar cases de sucesso de empresas que utilizaram essas ferramentas.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 15hs ao vivo, no canal da web www.uptv.com.br. Não perca! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Cláudio Ferreira – conferencista e sócio diretor da Imagine – Marketing & Eventos, agência especializada em Marketing, Eventos e Treinamentos gerenciais. Estudou administração de empresas e Teatro, é trainer de Marketing Educacional, consultor de Endomarketing e também é Trainer e Master Practitioner em Programação Neurolinguística.

Leandro Fray – conferencista e diretor da Imagine – Marketing & Eventos. Estudou Administração de Empresas com ênfase em Marketing, Teatro, Programação Neurolinguística e atualmente cursa faculdade de Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda.

sábado, 14 de agosto de 2010

Programa 46 - Dúvidas de Contabilidade - Glícia Soares

Dúvidas de contabilidade co Glícia Soares from paolatucunduva on Vimeo.


Nome: João Luiz
De: Espírito Santo
Estou com uma dúvida de como devo proceder, a funcionária teve o pedido de auxílio doença indeferido e não retorna ao trabalho para exercer suas funções, como devo proceder para não perder os meus direitos?
R.: O mais importante neste momento é saber o motivo do indeferimento do pedido. Caso o motivo seja a constatação pelo INSS de que ela está apta para o trabalho ela teria que retornar a atividade, como ela não retornou o ideal é você pedir que ela passe por um médico do trabalho contratado pela empresa para que ele também ateste a aptidão dela. Com o indeferimento do INSS e o Exame médico dizendo que ela está apta ao trabalho, caso ela não retorne você pode demiti-la e encerrar o contrato de trabalho. Existem casos em que o indeferimento se deve a falta de comprovação do vínculo empregatício que implica diretamente na qualidade de segurada do INSS. A falta de entrega, ou a entrega incorreta de informações como a RAIS, CAGED e GFIP mensal podem prejudicar a comprovação do vínculo, neste caso, é responsabilidade da empresa não só corrigir estas informações e auxiliá-la num pedido de reconsideração do indeferimento, como de ampará-la enquanto não se resolva a situação.

De: Campinas - SP
Gostaria de saber em que momento a Fiscalização vai até a Empresa ou ao Escritório de Contabilidade fiscalizar os livros contábeis e quais livros são exigidos pela Fiscalização?
R.: Não têm como prever o momento em que ocorre uma fiscalização, mas algumas situações podem colocar a empresa em risco de sofrê-las. A exigência dos livros ou informações fiscais dependerá de que órgão está fiscalizando a sua empresa: Receita Federal, Secretaria da Fazenda Estadual, Prefeitura Municipal, Ministério do Trabalho, entre outros, e o que o fiscal procura encontrar na fiscalização (sonegação fiscal, falta de licença para funcionar, crime contra o meio ambiente, trabalhadores em situação irregular entre outras coisas).
Citarei algumas situações que podem acabar em fiscalização na empresa.
- Denuncia de clientes por falta de emissão de Nota Fiscal
- Fiscalização na rua em que a mercadoria é encontrada fora do estabelecimento desacompanhada de documento fiscal
- Prejuízo declarado constantemente pela empresa
- Falta de entrega das obrigações acessórias (Declarações em geral)
- Falta de recolhimento de impostos declarados, principalmente os que são retidos pela empresa o que caracteriza a apropriação indébita.
- Relação comercial com empresas que estão inaptas ou cassadas
- Malha fiscal Por exemplo (Estão sendo fiscalizadas todas as empresas de um determinado setor ao qual pertence a sua empresa; ou uma empresa em que você se relaciona ou se relacionou está sendo fiscalizada por crime contra a ordem tributária).


Nome: Angela Moreira
De: Minas Gerais
Olá! Atualmente, precisa ter um contador para abrir um escritório de contabilidade? Para efetuar a distribuição de lucros aos sócios, tem um limite ou valor mínimo? Mtooo obrigadaa!
R.: Sim, a nossa profissão é regulamentada por lei e somente Contadores ou Técnicos Contábeis podem praticar a profissão e para abrir um escritório ou constituírem uma sociedade contábil devem estar escritos no CRC. A distribuição de lucros aos sócios esta condicionada ao tipo de regime tributário escolhido pela empresa que dependendo de qual seja limita a distribuição dos lucros caso a empresa não mantenha escrituração contábil para fins fiscais.

Nome: Marcelo
De: São Paulo
Uma dúvida que surgiu quanto a depreciação em ativos classificados como investimento. Por ex. uma empresa adquire um imóvel com a finalidade de alugá-lo. Nesse caso classificamos esse bem como INVESTIMENTO? No entanto como reconhecemos a depreciação do mesmo?
R.: A depreciação somente deve ser reconhecida a partir da data em que o imóvel começa a ser utilizado ou a produzir rendimentos. A taxa de depreciação é de 4% ao ano.


Nome: Jaqueline Condi
De: Litoral Norte
Olá, gostaríamos de pedir alguma sugestão sobre um funcionário que não comparece no trabalho a alguns dias, isto já havia acontecido com o mesmo colaborador alguns meses atrás e o mesmo quando voltou as suas atividades não apresentou nenhum tipo de atestado ou justificativa formal do motivo de sua ausência.O que devemos fazer para não nos prejudicarmos enquanto empregador?
R.: Quando ocorreu o fato a primeira vez você deveria tê-lo advertido por escrito de acordo com a alínea “e” do ART. 482 da CLT (Desídia no desempenho das respectivas funções) faltas injustificadas. Estas faltas mais as DSR’S deveriam ter sido descontadas do respectivo pagamento de salário. A comprovação através de mais de 3 advertências da mesma falta cometida poderia ser um precedente para uma Dispensa por justa causa. Como o fato esta ocorrendo novamente e você não sabe o que pretende o funcionário o correto é mandar um telegrama ou carta registrada pedindo o retorno dele imediato ao trabalho ou a justificativa pelo não comparecimento, caso se comprove a falta de interesse dele em não retornar ao trabalho existe jurisprudência que caracteriza o abandono de emprego mesmo que não tenham transcorrido 30 dias de faltas de acordo com a alínea “i” do mesmo artigo.


Nome: Luiz Fernando
De: São Caetano do Sul
Olá, Como faço o lançamento contábil de um imóvel adquirido através de financiamento: Nr Parcelas: 48 Valor Parcelas: 375,94. Acredito q poderão me ajudar.obrigado.
R.: O imóvel deve ser lançado no ativo imobilizado e a dívida no passivo como financiamento a longo prazo.
Imóveis (Terreno, casa, etc)
A Financiamentos 18.045,12
Cada parcela paga será lançada mensalmente
Financiamentos
A Banco C/Movimento (Se for pago através da conta corrente da empresa)
Caixa (Se for pago em dinheiro) 375,94

Nome: Adair José
De: Bahia
Boa noite, queria saber o seguinte: somos bombeiros hidráulicos e prestamos serviços. As vezes perdemos serviços por falta de nota fiscal e não ter empresa registrada. Qual o meio melhor de registrar esta empresa e sanar estes problemas burocráticos? Em qual dos segmentos do governos nos encaixamos? Podemos ter funcionários e quais as tributações que teremos de pagar? Obrigado.
R.: O registro da sua empresa passa pelos mesmos tramites de qualquer empresa, conforme o passamos no primeiro bloco do programa. O ideal é você procurar um Contador na sua cidade que poderá efetuar esta abertura e orientá-lo especificamente no seu caso.

Nome: Denise
De: Brasilia
Tenho algumas dúvidas a respeito de empresa ME, tributada pelo simples nacional e peço ajuda a vocês. Já li vários materiais e acho esse assunto um pouco confuso, pois é a primeira vez que tenho uma empresa e ainda não sei como fazer e no que devo me preocupar como prioridade?
R.: O Simples é um Sistema unificado de pagamento de impostos numa única guia que abrange o IRPJ, CSSL, PIS, COFINS, ICMS e ISS e o INSS Patronal, você deve se preocupar principalmente em pagar as guias no prazo, entregar as declarações anuais e registrar os funcionários que trabalham para você. O Simples foi criado justamente para facilitar o pagamento de impostos pelo Microempreendedor e estimulá-lo a legalizar os funcionários que trabalham sem registro.

Nome: André
De: Rio de Janeiro
Queria saber como contabilizar estoques que foram perdidos com enchentes sendo que a maioria do estoque era de consignação.
R.: Mesmo em consignação, estão sob a responsabilidade da empresa e o pagamento deverá ser exigido pelo fornecedor, portanto deve ser considerado como uma despesa não operacional (perda de estoque em enchente).



Nome: Alison Alves
De: Campos do Jordão
Os atendentes da minha lanchonete recebem por hora. Por solicitação deles estudo passá-los para 12/36. Posso mudar? Como fica o salário, continua por hora? Preciso alterar o contrato?Posso ter contratos diferentes? Alguns 12/36 outros como estão? O que é realmente melhor para o estabelecimento?
R.: Tudo irá depender da convenção sindical da categoria que a que eles pertencem.

Nome: Gean
De: Paraná
Seria possível formar o capital da empresa com um bem do sócio que esteja alienado?
R.: Não porque colocaria em risco a integralização do Capital, uma vez que o não pagamento da alienação pelo sócio acarretaria na devolução do bem para garantir o pagamento do valor alienado.

Nome: Ivã Souza
De: Jundiaí
Para que servem as notas explicativas? Elas são consideradas demonstrações contábeis?
R.: As notas explicativas servem para complementar as demonstrações contábeis e por si só não se constituem como demonstrações contábeis.

Nome: Evandro
De: Santo André
Gostaria de saber se as contas de abatimentos e descontos tem alguma diferença na hora da contabilização. Valeu.
R.: Sim, pois são fatos diferentes. Os abatimentos acontecem após a realização da operação em função de diferenças referentes aos produtos vendidos ou comprados e os realmente recebidos, enquanto os descontos acontecem no ato da realização da operação em função da negociação.

Nome: Anelise e Roberto Viana
De: Caraguatatuba e Sao Paulo
Quando vai iniciar a obrigatoriedade no Brasil do sistema contábil com padrão internacional?
R.: O Brasil está em um período de transição das normas contábeis brasileiras para a IFRS (Normas Contábeis Internacionais) em que estão sendo feitos os demonstrativos comparativos para, em 2011, divulgarmos os resultados do exercício já em IFRS.


Nome: Ávilla
De: Minas Gerais
Olá estou no primeiro semestre de contábeis e gostaria de saber mais sobre Nota Eletrônica, será vcs poderia me dar um auxilio?
R.: O Programa Alma do Negócio número 34 fala somente sobre a NF-e. Ele é um ótimo material para você se interar sobre o assunto.

Nome: Aguiar
De: São Paulo
Estudo Administração e veio-me uma dúvida: uma ME que terá somente um dono é obrigada a colocar parte do nome do dono no nome da empresa? Exemplo: Nome: José da Silva Souza Nome empresa: AP Cobranças Nome que teria que colocar, exemplo: JS Souza AP Cobranças. Não poderia colocar somente AP Cobranças ME? Informação de grande valia. Atenciosamente, Aguiar.
R.: O empresário individual obrigatoriamente tem que colocar o seu nome na Razão Social, podendo ele ser acrescido da atividade que a empresa atuará. Uma alternativa é na hora de dar entrar no CNPJ colocar um nome fantasia no seu empreendimento e utilizá-lo nas suas relações comerciais.

Nome: Viviane
De: Curitiba
Gostaria de uma orientação de como Contabilizar a doação recebida em dinheiro de um sócio, para compra de um veiculo no nome da empresa. Agradeço a atenção.
R.: Não existe doação de sócio para a empresa, existe a injeção de capital que altera a composição do capital social. Desta forma deve ser feito um aumento de capital integralizado em dinheiro e se for de apenas de um dos sócios a redistribuição das quotas proporcionais ao capital que está sendo integralizado por ele.

Nome: Francis
De: Rio Grande do Sul
De quem é a responsabilidade de fazer o imposto de renda? É do contador ou não?
R.: O Imposto de Renda ou a DIPJ (Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) é de obrigação do contador se ele foi contratado para fazer a escrituração fiscal e contábil da sua empresa. Caso a declaração seja pessoa física, o serviço não está incluso dentro da prestação de serviços contratados pela empresa. É um serviço à parte, sendo obrigação do contador apenas fornecer aos sócios o Informe dos Rendimentos pagos pela empresa caso o sócio não contrate o seu serviço para a entrega.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Próximo Programa 12/08 - Resolução de Conflitos - Drª Melitha Novoa

Qual é o segredo de um relacionamento comercial de sucesso? Você sabia que um conflito mal resolvido pode desencadear danos irreparáveis ou até gerar uma quebra de contrato entre franqueado e franqueador?

Acredita-se que redes que operam com transparência e gestão participativa têm mais chances de obter sucesso na administração de seus conflitos. Por quê?

Se o conflito já existe, há algumas formas de resolvê-lo de forma justa, simples e rápida. Como? Não perca o programa desta quinta-feira.

Paola Tucunduva convidou Drª Melitha Novoa para participar do Programa Alma do Negócio desta semana, a fim de dar dicas para minimizar conflitos ou resolver os já existentes.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 15hs ao vivo, no canal da web www.uptv.com.br. Não perca! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Drª Melitha Novoa – consultora jurídica especializada em varejo, franchising, licenciamento e redes de distribuição. É formada em Direito pela PUC-SP, cursou Marketing Pleno pela Madia Associados, bem como vários cursos na área de negociação inteligente. É especialista em Negociação, Mediação e Arbitragem junto ao IMAB e GV LAW.

Jovens Empreendedores

O Programa Alma do Negócio está na Web Tv e analisando os números vi que 80% da audiência da Web Tv tem até 34 anos, isso me trouxe a seguinte reflexão:
- Com que idade os jovens estão começando a empreender?
- Existe uma preferência por algum segmento ou tipo de negócio?
- Como estão utilizando a internet para alavancar seu negócio?
- Quais são suas maiores dificuldades?
- Que tipo de informação buscam?
- Que formato de programação na TV os atrai?
- Que linguagem usar para conversar com esses jovens?
Qual a sua opinião e/ou experiência sobre esse assunto? Deixe aqui seus comentários.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Programa 45 - Gestão de Marcas - Luiz Henrique Gagliardi

No dia 29/07 tivemos a presença de Luiz Henrique Gagliardi da empresa AmittiBrasil.

Assista o programa, envie suas dúvidas e comentários e amplie sua visão!


Alma do Negócio 45 - Gestão de Marcas - Luiz Henrique Gagliardi from paolatucunduva on Vimeo.


Veja as perguntas que já recebemos e as respostas do entrevistado:
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Nome: Hélio Ortiz
E-mail: Mato Grosso

Na gestão de marca vocês trabalham com as escolhas que a empresa deve fazer, por exemplo, ao vincular a marca com algum evento?

- Sim, Hélio: nós orientamos a empresa em todo o seu processo de comunicação com o mercado, selecionando canais, pontos de contato, eventos etc, tudo de acordo com o perfil da marca e após uma criteriosa avaliação. É um passo importante para consolidação da mensagem da marca.

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Nome: Sandra
E-mail: SP

Quando a marca é o nome ou sobrenome do proprietário ou dos sócios pode dificultar a divulgação do produto?

- Marcas nominais são complicadas de se trabalhar, pois se há algum imprevisto como a saída de um dos sócios, a morte ou falecimento do dono, ocorre algum problema grave que afete a imagem da empresa, isto pode se tornar um grande problema para a empresa.

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Nome: Leila Bonfim
E-mail: São Caetano

Minha empresa teve suas vendas aumentadas quando comecei a trabalhar com um profissional de gestão da minha marca! Admito que estava um pouco cética, mas os resultados me surpreenderam!

- Pois é Leila: no início, o cliente fica um pouco cético talvez por desconhecer quais serão os benefícios alcançados por meio da Gestão de Marcas. Mas uma vez iniciado o processo, ele começa a se envolver no processo e acaba percebendo as melhorias e resultados comerciais com o decorrer do tempo. Parabéns e boa-sorte com seu negócio!

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Nome: Sérgio Novaes
E-mail: São Paulo

Existem empresas que são mais difíceis do que as outras, no aspecto de trabalhar a gestão de marcas?

- Cada caso é um caso, Sérgio. Assim como cada marca possui suas próprias características. Facilita muito o trabalho de Gestão de Marcas se a empresa em questão puder fornecer o máximo de informações sobre sua atuação: neste caso , a área de marketing deve estar bem municiada destas informações.

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Nome: Reginaldo Andrade
E-mail: Espírito Santo

Se há uma fusão der empresas, há como fazer a fusão das marcas em uma imagem que traga a força das duas empresas?

- Depende de como estas marcas serão trabalhadas, Reginaldo. Vou citar 2 exemplos que mostram isto. O primeiro é o Itaú-Unibanco. Quando houve a fusão entre os 2 bancos, gradativamente o Itaú foi eliminando a marca do Unibanco do mercado. Outro exemplo é o Ponto Frio e a Casas Bahia. Apesar delas estarem no mesmo segmento, ela atendem a 2 nichos diferentes. Assim elas puderam explorar seus principais diferenciais.

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Nome: Marcela Ribeiro
E-mail: Sorocaba

O Twitter pode ser um veiculo importante para divulgar marca uma empresa?

- O Twitter pode ser um veículo importante, sim, para o fortalecimento da marca, mas vale lembrar que ele não irá cuidar dos relacionamentos da empresa com seus clientes. A empresa deve destacar um profissional para se dedicar a estes clientes, de modo a não gerar frustração pelo não atendê-los de maneira satisfatória.

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Nome: Eloisa Rezende
E-mail: São Bernardo

Tem alguns exemplos de empresas que mudaram sua abordagem ao começar a se preocupar com a gestão de sua marca?

- Temos inúmeros exemplos, em diversas áreas, Eloísa: para citar alguns, o Banco Itaú, o Pão-de-Açúcar e a Ambev. Todas estas empresas nacionais se preocupam em aplicar os conceitos de Gestão de Marcas. Geralmente, as marcas que são mais lembradas são aquelas que mais investem e lucram com a gestão de suas marcas.

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Nome: Sofia Vasconcellos
E-mail: Rio de Janeiro

Vocês trabalham também com a criação de marcas? Como criar uma imagem para a minha marca? As cores influem em algum aspecto?

- Sim Heloísa: criamos marcas, que é um dos resultados do processo que chamamos de Branding. Para criar a imagem de sua marca, eu aconselho que você busque uma agência especializada, pois ela irá trabalhar todos os aspectos necessários à construção de sua marca, desde o nome até a logomarca, determinando o melhor caminho para que você possa extrair o máximo de sua imagem e, desta maneira, possa vender cada vez mais e melhor. As cores influenciam, sim. Veja este site que fala sobre a influência das cores na publicidade: http://www.tci.art.br/cor/publicidade.htm

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Nome: Cássio Assis
E-mail: São Paulo

Que curso devo fazer se quiser me especializar em gestão de marketing?

- Hoje as principais universidades estão apresentando cursos específicos para gestão de marcas. Antes de escolher a instituição, verifique se o seu foco tende para o design ou para o planejamento. Isto irá lhe auxiliar a tomar a decisão pelo curso correto.

domingo, 8 de agosto de 2010

Programa 44 - Publicidade na Internet (Case de Sucesso Morumbi.net) - Caio Marino

No dia 22/07/2010 convidamos o empreendedor Caio Marino para fazer sobre o seu Case de Sucesso com o Portal Morumbi.net, um sucesso de publicidade na internet.

Assista na íntegra o programa, participe deixando suas dúvidas e comentários e amplie sua visão!


Alma do Negócio 44 - Publicidade na Internet (Case de Sucesso Morumbi.net) - Caio Marino from paolatucunduva on Vimeo.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Segmentação de mercado - o que é e como sua empresa pode lucrar com ela? Parte II, por Laura Gallucci*

No primeiro texto sobre segmentação falamos sobre o que é segmentação e por que ela é importante para aumentar a competitividade de sua empresa.

Agora, vamos falar de algumas formas para segmentar seus mercados. Por que apenas algumas? Porque não há limites para a segmentação; em geral, as empresas começam usando os quatro critérios mais usuais e depois desenvolvem as melhores maneiras para visualizar as diferentes “partes” do seu mercado.

Tipo de segmentação:

Geográfica: Escolher áreas geográficas menores que a empresa possa atender muito bem. Muitas empresas não têm condições para cobrir adequadamente o Brasil, devido à extensão territorial e aos altos custos de logística.

Demográfica, por classe econômica e/ou renda: Focar classes econômicas que a empresa possa atender melhor que a concorrência com seu mix de produtos e serviços (preço, local de compra, qualidade, condições de crédito etc.). Hoje é quase impossível oferecer o mesmo produto/serviço a todas as classes de renda, sem uma adaptação aos desejos e expectativas de cada uma.

Hábitos culturais: Conhecer necessidades e desejos dos mercados das regiões a serem atendidas, antes de desenvolver o mix de bens e serviços. Existem grandes diferenças entre hábitos e valores regionais ao longo do país.

Por benefício procurado: Descobrir que tipo de benefício cada grupo de consumidores (segmento) procura nos mesmos produtos/serviços. Há grandes diferenças entre os benefícios procurados por pessoas com perfis diferentes.

Alguns exemplos do que o quadro acima expõe são:

1. Segmentação geográfica: uma pequena empresa especializada em manutenção de barcos de passeio, estabelecida em Bertioga/SP, decide atender apenas clientes em cidades litorâneas situadas a, no máximo, 200 km de sua sede, para poder atendê-los de forma mais rápida, eficaz e personalizada do que seus concorrentes de maior porte, que operam em todo o país.

2. Segmentação demográfica por classe econômica e/ou renda: uma grande rede de varejo de roupas decide vender produtos adequados às necessidades e possibilidades da crescente e próspera Classe C, como principal segmento, e a uma parte da “empobrecida” Classe B, como segmento secundário, ou seja, peças de roupa que seguem a moda, mas são feitas com matéria-prima mais barata para caber no bolso dos consumidores. Além disso, a rede oferece várias alternativas para pagamento parcelado mesmo de pequenos valores - outro benefício muito procurado por seu principal segmento.

3. Segmentação por hábitos culturais: uma rede de pastelarias que começou a operar em São Paulo com uma determinada variedade de recheios descobre que, para ter sucesso também no Nordeste, tem que se adequar aos hábitos dos consumidores locais, fazendo mudanças em seu cardápio, por exemplo, acrescentando pastéis com ingredientes como queijo coalho.

4. Segmentação por benefícios procurados: um fabricante de relógios decide desenvolver duas linhas de produtos bem diferentes, cada uma destinada a um segmento de mercado que busca benefícios específicos e vendida com uma marca diferente:
- relógios divertidos com mais de uma pulseira e que seguem as cores “da moda”, destinados ao segmento de jovens e adolescentes (sobretudo do sexo feminino) que não usam relógios para ver as horas, mas como mais um acessório, para complementar seu look;
- relógios clássicos de metais nobres (ouro, platina, titânio) e alto padrão, destinados ao segmento de adultos de alto poder aquisitivo (sobretudo do sexo masculino) que buscam nos relógios uma forma de transmitir seu status.
Você fez alguma coisa parecida com o que está descrito neste texto, mesmo sem saber que estava adotando uma estratégia de segmentação?

Então, passe a conhecer mais de perto seus clientes e decida, conscientemente, quais as melhores formas para segmentar seus mercados e ganhar força frente à concorrência.

No próximo texto sobre segmentação conversaremos sobre as nítidas vantagens que ela pode proporcionar a todas as empresas e, em especial, às de menor porte.

*Laura Gallucci - sócia-diretora da FGGE - Flamínio & Gallucci Gestão Empresarial (www.fgge.com.br), consultora de empresas e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Próximo Programa 05/08 - Dúvidas sobre Contabilidade - Glícia Soares (Vínculo Empresarial)

Abertura da primeira empresa: como prosseguir? Quais são os procedimentos necessários para a legalização da empresa? Por que tipos de procedimentos tributários devemos passar?

Não é novidade para os empresários a falta de unidade nos impostos e a burocracia enfrentada para legalizar a sua empresa. É neste momento que um profissional de contabilidade pode ajudar e guiar as decisões para que o melhor caminho seja tomado.

Após termos debatido sobre as dificuldades de abrir uma empresa no Brasil, nada melhor do que convidar uma especialista no assunto para um bate papo ao vivo. Participe! Deixe aqui a sua dúvida!

Paola Tucunduva convidou Glícia Soares, da Vínculo Empresarial, para participar do Programa Alma do Negócio desta semana, a fim de esclarecer processos e tirar as dúvidas dos nossos internautas.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 15hs, no canal da web www.uptv.com.br. Não perca! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Glícia Soares – diretora administrativa da Vínculo Empresarial. É formada em Contabilidade pelo Radial, Jornalismo pela FIAM/SP e pós graduada em Didática e Metodologia do Ensino Superior pela Anhanguera Educacional.