Marque na Agenda - Próximas Entrevistas

ATENÇÃO: Programa ao vivo toda quinta-feira 16h www.justtv.com.br/
O Alma do Negócio está com um novo blog!
Sempre pensando em melhorias para trazer a você conteúdos de qualidade e mais opções de navegabilidade, o blog do
Programa Alma do Negócio agora está em um novo endereço
http://www.almadonegocio.tv/ . Lá você terá disponível todos os artigos dos nossos colunistas, links de site que indicamos, vídeos, dicas e muito mais.
Não deixe de acessar o novo blog!

Mostrando postagens com marcador Laura Gallucci. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Laura Gallucci. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Fazer pesquisa de mercado é caro ou complicado demais para minha empresa? – Parte 1 * por Laura Gallucci

Todas as empresas, independentemente de seu porte ou ramo, podem e devem utilizar pesquisas de mercado, pois sem informação não há como se manter competitivo no cenário atual. Empresas que conhecem a fundo seus mercados têm maiores chances de sobreviver, crescer e lucrar, porque podem atender de forma mais adequada seus clientes atuais e também conquistar novos clientes.

 A pesquisa de mercado é um instrumento fundamental para melhorar a tomada de decisão pela cúpula da empresa, agilizando processos como lançamento de novos produtos, elaboração de planos de comunicação e, consequentemente, trazendo economia e competitividade.


Antes de fazer uma pesquisa, contudo, é importante seguir alguns passos básicos.



*Laura Gallucci - sócia-diretora da FGGE - Flamínio & Gallucci Gestão Empresarial (www.fgge.com.br), consultora de empresas e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

O primeiro passo é definir o que e como será pesquisado. Para fazer isso, a empresa pode realizar uma reunião interna com as pessoas das áreas envolvidas para responder:  
  • O que não sabemos e precisamos/gostaríamos de saber?
  • Que tipo de informação sobre a concorrência, os clientes atuais, os clientes potenciais, os produtos, os serviços, os preços, as tendências tecnológicas etc. nos traria meios para criar uma vantagem diferencial frente à concorrência?
  • Com as informações de que já dispomos na empresa (mesmo que de forma não organizada) conseguiremos entender essas questões ou precisaremos buscar informações fora da empresa?
  • Onde, provavelmente, acharemos essas informações? Fontes de dados secundários (por exemplo, órgãos governamentais, instituições de pesquisa, mídia especializada, bancos de teses e dissertações de universidades etc.) serão suficientes ou teremos que buscar as informações diretamente com os clientes, fornecedores e outros (ou seja, precisaremos de dados primários)?.
Uma vez respondidas as questões acima, sua empresa terá que decidir se vai fazer a pesquisa sozinha, usando pessoas dentro da empresa que tenham capacidade, disposição e tempo para se dedicar ao projeto ou se irá precisar de ajuda externa.

Por enquanto, ficamos por aqui. Enquanto isso, pare, pense e escreva uma lista das informações que facilitariam suas decisões e aumentariam a competitividade da sua empresa.

No próximo mês, você estará mais perto de consegui-las, pois retomaremos o assunto, com dicas para a realização de uma pesquisa com baixo custo e excelentes resultados.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O que é e como sua empresa pode lucrar com ela? Parte IV *por Laura Gallucci

*por Laura Gallucci

Para completar nossa conversa sobre segmentação, apresentamos um instrumento simples e eficaz para descobrir e priorizar os segmentos mais promissores para sua empresa.

A partir dele, a empresa poderá decidir com mais segurança onde investir suas verbas de marketing e comunicação para ter maiores chances de retorno.

São oito perguntas que devem ser respondidas sobre cada segmento no qual sua empresa vê oportunidades de sucesso. Para cada pergunta, você dará notas de 1 a 5, sendo que 1 é a nota mínima e 5 a nota máxima.

Se necessário, acrescente perguntas para que o instrumento reflita a realidade de seu setor de atividades e de sua empresa

Veja que, depois das oito perguntas básicas, há espaço para incluir outras perguntas, que servirão para adequar o instrumento acima às características do setor de atividade em que sua empresa trabalha.

Depois de fazer preencher esse instrumento para todos os segmentos visados, compare a soma total de pontos e priorize o investimento para a entrada e/ou maior penetração naqueles que tiveram maior número de pontos.

Utilizando as dicas postadas nas quatro colunas em que conversamos sobre segmentação de mercado, com certeza sua empresa conseguirá bons resultados. Mãos à obra e... sucesso!

*Laura Gallucci - sócia-diretora da FGGE - Flamínio & Gallucci Gestão Empresarial (www.fgge.com.br), consultora de empresas e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Segmentação de mercado: o que é e como sua empresa pode lucrar com ela? Parte III, por Laura Gallucci*

Continuando nossa conversa sobre segmentação de mercado como um instrumento fundamental para o sucesso da empresa, vamos explorar as duas principais vantagens que ela pode proporcionar às empresas de qualquer setor e porte.

Afinal, por que uma empresa deve operar de forma segmentada? Recapitulando: a segmentação tem como objetivo ajudar a organização a penetrar mais fundo nos mercados que ela escolher como prioritários.

Ao contrário do que se pensa, os mercados costumam ser pouco flexíveis, pouco dispostos a aceitar produtos e serviços que não atendam às suas expectativas. Por esse motivo, o que a segmentação se propõe a fazer é ajustar a oferta à demanda, ou seja, o produto (ou serviço) ao mercado, até porque produtos e serviços são bastante flexíveis. Eles podem ser adaptados aos desejos do consumidor de maneira direta (alterações no preço, qualidade, modelos, embalagens, conteúdo, forma, especificações técnicas etc.) ou indireta (assistência técnica, mudanças na distribuição e na localização dos pontos de prestação de serviços, meios alternativos de comunicação, entre outras).

Se, ao fazer essas e outras mudanças, o empresário se basear no que já aprendeu sobre os segmentos de mercado que atende ou pretende atender, estará chegando mais perto do que o consumidor deseja e, portanto, se destacará frente aos seus concorrentes.

É essa a principal vantagem para a empresa que escolhe conhecer melhor seus mercados: ela se diferencia frente a seus concorrentes, porque chega mais perto do que o consumidor deseja. A segmentação contribui para aumentar a diferenciação entre produtos/serviços semelhantes, simplesmente porque quem diferencia acaba se preocupando em adaptar suas ofertas a segmentos de mercado específicos.

A segunda vantagem que vale destacar para quem se empenha em conhecer seus segmentos de mercado é acompanhar as permanentes mudanças em seu ambiente competitivo e em seu setor de atuação, tendo assim, a possibilidade de se adaptar/reagir mais rapidamente.

Nenhum mercado permanece estável por muito tempo: os mercados são dinâmicos, surgem, desaparecem e se modificam de maneira inesperada, imprevisível e cada vez mais rápida, tanto devido à evolução tecnológica como à globalização.

Empresas que demoram a perceber essas mudanças podem ser surpreendidas em ocasiões como:

1. Uma reestruturação da demanda, quando um produto "muda de lugar" no mercado, passando a ser desejado por outros segmentos. É o caso do ar condicionado em carros populares: até alguns anos, apenas compradores de carros de luxo se dispunham a pagar por esse opcional. Mais recentemente, as montadoras passaram a oferecer carros 1.0 com ar condicionado, após perceber que o comprador desse produto valorizava o conforto extra – e, é claro, estava disposto a pagar mais com isso. Quem deve ter lucrado mais com isso? Além das montadoras que saíram na frente, o fabricante de ar condicionado que percebeu rapidamente esse desejo não atendido de um grande segmento de mercado (potenciais compradores de carros populares) e adaptou antes dos concorrentes seus produtos à potência limitada dos veículos.

2. Mudanças nos hábitos de consumo, quando certos padrões de comportamento se modificam. Sobretudo nas grandes cidades do país, uma parte dos habitantes, temendo a crescente violência, reestruturou seus hábitos de lazer, alavancando todo tipo de produto ou serviço que possa ser entregue em casa: disque-pizzas (e esfihas, comida japonesa, paella, bebidas...), disque-fraldas, disque-ração, e também teatro a domicílio, veterinário a domicílio – a lista é praticamente interminável.

3. Surgimento de novos segmentos de mercado, quando novos desejos e necessidades aparecem (por motivos diversos), e é preciso novos produtos/serviços para atendê-los. Um forte exemplo é a proliferação de produtos alimentícios diet/light adaptados a um infinito número de segmentos de mercado com necessidades (e desejos) específicos: doces sem açúcar, “leite” sem lactose (em geral, leite de soja), pão sem trigo, amendoim sem colesterol... A cada dia, as novas descobertas da medicina ou as dietas da moda despertam, em grupos diferentes de pessoas (ou seja, segmentos), a vontade de ter um produto diferente, específico e, consequentemente, surge uma oportunidade de negócios para quem melhor atender a essa nova demanda.

4. A rápida saturação dos mercados, quando inúmeras empresas descobrem a mesma oportunidade ao mesmo tempo e se concentram no mesmo segmento de mercado (geográfico, demográfico ou outro), até haver uma oferta muito superior à capacidade de compra daquele mercado. Essa é uma ameaça sempre presente no universo das pequenas empresas seguidoras, ou seja, aquelas que observam o que outras empresas estão fazendo e as copiam; como estratégia de negócios, é um caminho perigoso. O caso dos serviços de “disque-alguma-coisa-para comer”, mencionado acima como um tipo de negócio de sucesso, também levou (e ainda leva) muitas empresas, sobretudo pequenas, ao fracasso. Sem analisar a concorrência já instalada na área de atuação (que corresponde ao segmento geográfico atendido), muitos empreendedores resolvem abrir seus disque, somente para descobrir que se tornaram o 5º, 8º ou 10º disque disponível na região e, pior, que não têm nenhum diferencial a oferecer como atrativo para os consumidores - porque não buscaram descobrir o que esse segmento de mercado quer, mas nenhum concorrente ofereceu a ele até agora.

Além das vantagens acima, cada empresa, ao adotar uma estratégia de segmentação, vai descobrindo outras vantagens, muitas vezes ligadas a um setor ou tipo de negócio específico.
O que se pode afirmar, com certeza, é que, sem a segmentação, dificilmente uma empresa, sobretudo pequena, conseguirá, hoje e daqui para frente, se tornar (ou continuar) competitiva e lucrativa, garantindo sua sobrevivência e seu crescimento.

No próximo post encerraremos o tema Segmentação com dicas para selecionar os segmentos de mercados mais promissores para sua empresa.

*Laura Gallucci - sócia-diretora da FGGE - Flamínio & Gallucci Gestão Empresarial (www.fgge.com.br), consultora de empresas e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Segmentação de mercado - o que é e como sua empresa pode lucrar com ela? Parte II, por Laura Gallucci*

No primeiro texto sobre segmentação falamos sobre o que é segmentação e por que ela é importante para aumentar a competitividade de sua empresa.

Agora, vamos falar de algumas formas para segmentar seus mercados. Por que apenas algumas? Porque não há limites para a segmentação; em geral, as empresas começam usando os quatro critérios mais usuais e depois desenvolvem as melhores maneiras para visualizar as diferentes “partes” do seu mercado.

Tipo de segmentação:

Geográfica: Escolher áreas geográficas menores que a empresa possa atender muito bem. Muitas empresas não têm condições para cobrir adequadamente o Brasil, devido à extensão territorial e aos altos custos de logística.

Demográfica, por classe econômica e/ou renda: Focar classes econômicas que a empresa possa atender melhor que a concorrência com seu mix de produtos e serviços (preço, local de compra, qualidade, condições de crédito etc.). Hoje é quase impossível oferecer o mesmo produto/serviço a todas as classes de renda, sem uma adaptação aos desejos e expectativas de cada uma.

Hábitos culturais: Conhecer necessidades e desejos dos mercados das regiões a serem atendidas, antes de desenvolver o mix de bens e serviços. Existem grandes diferenças entre hábitos e valores regionais ao longo do país.

Por benefício procurado: Descobrir que tipo de benefício cada grupo de consumidores (segmento) procura nos mesmos produtos/serviços. Há grandes diferenças entre os benefícios procurados por pessoas com perfis diferentes.

Alguns exemplos do que o quadro acima expõe são:

1. Segmentação geográfica: uma pequena empresa especializada em manutenção de barcos de passeio, estabelecida em Bertioga/SP, decide atender apenas clientes em cidades litorâneas situadas a, no máximo, 200 km de sua sede, para poder atendê-los de forma mais rápida, eficaz e personalizada do que seus concorrentes de maior porte, que operam em todo o país.

2. Segmentação demográfica por classe econômica e/ou renda: uma grande rede de varejo de roupas decide vender produtos adequados às necessidades e possibilidades da crescente e próspera Classe C, como principal segmento, e a uma parte da “empobrecida” Classe B, como segmento secundário, ou seja, peças de roupa que seguem a moda, mas são feitas com matéria-prima mais barata para caber no bolso dos consumidores. Além disso, a rede oferece várias alternativas para pagamento parcelado mesmo de pequenos valores - outro benefício muito procurado por seu principal segmento.

3. Segmentação por hábitos culturais: uma rede de pastelarias que começou a operar em São Paulo com uma determinada variedade de recheios descobre que, para ter sucesso também no Nordeste, tem que se adequar aos hábitos dos consumidores locais, fazendo mudanças em seu cardápio, por exemplo, acrescentando pastéis com ingredientes como queijo coalho.

4. Segmentação por benefícios procurados: um fabricante de relógios decide desenvolver duas linhas de produtos bem diferentes, cada uma destinada a um segmento de mercado que busca benefícios específicos e vendida com uma marca diferente:
- relógios divertidos com mais de uma pulseira e que seguem as cores “da moda”, destinados ao segmento de jovens e adolescentes (sobretudo do sexo feminino) que não usam relógios para ver as horas, mas como mais um acessório, para complementar seu look;
- relógios clássicos de metais nobres (ouro, platina, titânio) e alto padrão, destinados ao segmento de adultos de alto poder aquisitivo (sobretudo do sexo masculino) que buscam nos relógios uma forma de transmitir seu status.
Você fez alguma coisa parecida com o que está descrito neste texto, mesmo sem saber que estava adotando uma estratégia de segmentação?

Então, passe a conhecer mais de perto seus clientes e decida, conscientemente, quais as melhores formas para segmentar seus mercados e ganhar força frente à concorrência.

No próximo texto sobre segmentação conversaremos sobre as nítidas vantagens que ela pode proporcionar a todas as empresas e, em especial, às de menor porte.

*Laura Gallucci - sócia-diretora da FGGE - Flamínio & Gallucci Gestão Empresarial (www.fgge.com.br), consultora de empresas e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

terça-feira, 6 de julho de 2010

Segmentação de Mercado – o que é e como sua empresa pode lucrar com ela? Parte I, por Laura Gallucci*

Cada vez mais, produtos e serviços estão se tornando muito parecidos aos olhos do consumidor. Em parte isso acontece porque a tecnologia avança rapidamente e torna acessível à maioria das empresas de um setor os mesmos processos produtivos. Por outro lado, essa “comoditização” dos bens (ou seja, a falta de diferenciação entre eles) é responsabilidade dos empresários, que percebem vantagens de custos em oferecer ao mercado produtos e serviços padronizados.

Agora, responda à seguinte pergunta como se você fosse um consumidor: se todos os produtos te parecem idênticos, qual você escolhe? Provavelmente o mais barato, aquele que você encontra com maior facilidade (em um ponto de venda próximo à sua casa ou ao seu trabalho, por exemplo) ou então o que oferece, em um dado momento, algum tipo de promoção (descontos, prêmios etc.)

O resultado, com frequência, é uma guerra de preços que, em um primeiro momento, elimina as empresas mais fracas, mas, no médio e longo prazo, desvaloriza e prejudica o setor como um todo, forçando a redução das margens de todos os participantes.
Para fugir dessa armadilha, uma excelente estratégia é a segmentação de mercado, que será tema deste e dos próximos posts. Nesta postagem, vamos explicar o que é segmentação.

Segmentar o mercado significa dividir esse mercado em grupos homogêneos formados por usuários, clientes e compradores que tenham desejos e necessidades semelhantes; porém, esses desejos e necessidades devem ser diferentes entre os segmentos, de forma que cada grupo demande diferentes produtos, serviços, políticas de preço, promoção e distribuição.

Portanto, a segmentação parte da composição do mercado, das características, comportamentos e valores dos usuários, clientes e compradores. Produtos e serviços devem ser desenvolvidos pelas empresas para atender aos desejos e necessidades dos segmentos de mercado que decidirem atender.

Mas como mudar a visão do empresário que acredita que “os consumidores são todos iguais e esperam os mesmos benefícios dos produtos”? Imagine seu mercado como a areia da praia: a olho nu, um punhado de areia parece ser composto por grãos bastante uniformes quanto à textura, tamanho, cor etc.; porém, vistos através de um microscópio, os grãos mostram-se diferentes e podem ser agrupados em função dessas características - por exemplo, separar os maiores dos menores ou juntá-los por cor.

O mesmo acontece com a maioria dos mercados, quer sejam mercados domésticos (pessoas) ou mercados institucionais (empresas).

Há alguns anos, vistos "a olho nu" todos os consumidores domésticos de leite pareciam iguais aos produtores, que só produziam leite in natura cuja durabilidade era muito curta; no máximo, existia o leite em pó, de maior durabilidade, destinado a crianças ou para emergências, como acampamentos, viagens etc.

Olhado "através do microscópio", esse mercado revelou segmentos de consumidores com desejos e necessidades bastante diferentes, que inspiraram os produtores a desenvolver inúmeros produtos, entre eles:

- diferentes tipos de leite longa vida, para pessoas que não querem ter que comprar todos os dias e não gostam de leite em pó;

- leite desnatado, semi-desnatado, gordura zero, para pessoas que, por razões de saúde e/ou estética, querem ou precisam de leite com menos gordura;

- inúmeras variações de leite em pó adaptadas a necessidades específicas de bebês e crianças, como alergias a determinados componentes do leite ou para recém nascidos que não podem ser aleitados pela mãe.

Dessa forma, a segmentação ajudou às empresas do setor a atender melhor os grupos de consumidores dos mercados que cada uma escolheu como prioritários, permitindo maior foco nos segmentos escolhidos, aumento de margens, redução de competição baseada exclusivamente em preços e ainda estimulou os empresários a conhecer cada vez melhor seus consumidores, para não perder sua preferência conforme as necessidades do mercado vão evoluindo.

E você, como vê seu mercado? Acredita que ele é homogêneo, que todos os seus clientes e consumidores querem os mesmos produtos e as mesmas soluções?

Faça um exercício durante as próximas semanas: preste atenção a cada cliente, pergunte a alguns deles porque compra o seu produto, converse sobre as expectativas e sobre as formas de uso. Com certeza, você vai se surpreender!

No próximo post, vamos conversar sobre algumas formas para segmentar os mercados que podem aumentar, e muito, a competitividade da sua empresa.

*Laura Gallucci - sócia-diretora da FGGE - Flamínio & Gallucci Gestão Empresarial (www.fgge.com.br), consultora de empresas e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Onde encontrar clientes em potencial para enriquecer minha base de dados, por Laura Gallucci*

Recuperar ex-clientes é muito importante, conquistar novos clientes é essencial para garantir o crescimento e a sobrevivência.

Vejam, a seguir, algumas formas para rechear - com qualidade - sua base de dados de clientes potenciais.

1. Peça indicações a clientes satisfeitos – afinal, que referência melhor do que um cliente feliz?

2. Estimule os visitantes do site ou blog da empresa a se cadastrarem – ofereça benefícios para os cadastrados, como acesso a informações técnicas detalhadas sobre produtos/serviços, versões demo de softwares e outros.

3. Participe de redes sociais com foco em negócios, tanto como empresa como escolhendo um colaborador para ser a cara da empresa nessas redes.

4. Frequente eventos e feiras dos setores aos quais seus clientes pertencem para fazer network – há incontáveis eventos gratuitos acontecendo todos os meses no país todo.

5. Faça parcerias com associações patronais para ter acesso à lista de associados – antes de abordar a instituição, defina o que sua empresa pode oferecer nessa troca.

Sua empresa já usou uma delas? Deu certo? De que outras formas sua empresa descobre novos clientes?

Compartilhe sua experiência conosco no blog!

Até o próximo mês, quando conversaremos sobre a importância da segmentação de mercado para as pequenas e médias empresas.

*Laura Gallucci - sócia-diretora da FGGE - Flamínio & Gallucci Gestão Empresarial (www.fgge.com.br), consultora de empresas e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

sábado, 5 de junho de 2010

Programa 36 - Gestão do conhecimento - Laura Gallucci, Greg Ivanoff e Fernando Fukunaga

Gestão do Conhecimento na pequena e média empresa com Laura Gallucci Gregorio Ivanoff e Fernando Fukunaga from paolatucunduva on Vimeo.

Durante o programa tivemos muitas contribuições, e uma delas não conseguimos responder no programa, por isso, aqui está e com a resposta do entrevistado Greg Ivanoff:

Nome: Jean Clecio
E-mail: Goiania-GO
--------------------------------------
Sobre Prática: Propomos aqui na empresa, um pequeno encontro quinzenal (inicialmente) para que convidados falem sobre as últimas experiências vividas com temas ligados a área de atuação da empresa. O objetivo é COMPARTILHAR. Depois divulgamos na intranet.
--------------------------------------
Olá Jean,

Obrigado pela sua mensagem e pela indicação da reunião que vocês fazem e registram na Intranet.

Fazemos reuniões quando percebemos que existem ganhos na comunicação e no conhecimento além de tudo que já fazemos para operar a empresa. Registrar as reuniões também é um passo além do dia-a-dia.

Quando o conhecimento registrado vai além dos muros da empresa e é comunicado também para fora, damos mais um passo.

Na verdade, isto já acontece quando vendemos produtos e serviços que contém o conhecimento de todos os envolvidos.

O conhecimento compartilhado nas operações e nas reuniões, de algum jeito, chega aos produtos e serviços. Um dos caminhos é através da Intranet. Quandro registrado na Intranet, chega a mais gente, que trabalha esse conhecimento e eventualmente decide aplicá-lo nas operações da empresa. Essa aplicação, quando bem sucedida, é transferida para os produtos e serviços e chega ao mercado, aos clientes etc.

Em alguns casos é desejável "disponibilizar" o conhecimento como informação além da Intranet. Isto permite que partes interessadas do mercado possam trabalhar o conhecimento também, e, nesse caso, com resultados que precisam ser mensurados.

Em alguns casos o conhecimento que transcende a empresa volta como demanda pelos produtos e serviços existentes ou por novos produtos e serviços. Em outros volta como produtos e serviços concorrentes. Em todos os casos, a empresa e seus colaboradores sempre avançam pois tornam o conhecimento um aliado das suas operações e estratégias.

Um forte abraço. Greg.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Gestão do conhecimento é tema do programa desta 5ª-feira! Não perca!

Gestão do Conhecimento: você obtém 100% de proveito da sua equipe? Tema simples e ao mesmo tempo complexo, a Gestão do conhecimento é imprescíndível a todos que trabalham em equipe, inclusive no atendimento direto aos clientes. Muitas pessoas pensam que a Gestão do Conhecimento só pode ser implantada em empresas grandes; com isso, perdem a preciosa oportunidade que resulta do compartilhamento do conhecimento entre os colaboradores da empresa: todos aprendem, crescem e a empresa aumenta sua competitividade ao organizar e monitorar suas informações estratégicas.

Algumas questões, contudo, precisam ser respondidas para que a empresa aproveite os benefícios da Gestão do Conhecimento: o que é Gestão do Conhecimento? Empresas de qualquer porte e setor de atividade podem se beneficiar da Gestão de Conhecimento? Quais os principais passos para a implantação da Gestão e Conhecimento? Como garantir que os colaboradores colaborem com essa iniciativa?

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 15hs, ao vivo no canal da web http://www.uptv.com.br/. Paola Tucunduva traz Laura Gallucci, Greg Ivanoff e Fernando Fukunaga para trocar idéias sobre meios para utilizar a Gestão do Conhecimento de modo a aumentar a competitividade e sustentabilidade da empresa, além de dar dicas e tirar dúvidas sobre o tema. Não perca! Assista, tire suas dúvidas e amplie a sua visão!

Laura Gallucci é professora da ESPM e diretora da FGGE Gestão Empresarial, empresa de consultoria com foco na competitividade das empresas-cliente. Suas principais áreas de atuação, tanto profissionais como acadêmicas são Marketing, Pesquisa de Mercado, Planejamento Estratégico, Gestão de Talentos e Gestão de Conhecimento. Mestre em Administração de Empresas pela PUC/SP desenvolveu como dissertação, um modelo para o compartilhamento de conhecimento nas empresas. Tem diversos artigos e capítulos de livros publicados sobre suas áreas-chave de competência.

Gregorio Bittar Ivanoff atua profissionalmente em empreendimentos e redes sociais de pesquisa, envolvendo economia e tecnologias de informação e comunicação. É professor em escolas de negócios na PUC/SP e na UNISO. Atuou também como orientador e professor de pós-graduação em Gestão do Conhecimento - Centro Paula Souza, Fundação Vanzolini, FMU, FIAP, UNICID. Foi Diretor de Assuntos Universitários do Instituto de Engenharia. Atuou como facilitador do Programa de Oficinas Sebraetec. Autor do livro “Tecnologias que Educam”.

Fernando Fukunaga é Administrador de Empresas e Especialista em Comércio Exterior pela Fundação Eurípedes Soares da Rocha. MBA em Gestão Estratégica pelo NAAIP/USP, cursando Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Pessoas, pelo SENAC 9 de Julho. Experiência em Treinamento e Desenvolvimento, nas áreas de Educação, Indústria Automotiva e Tecnologia da Informação. Atualmente é Assessor da Diretoria Executiva da SBGC Nacional - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento - e Diretor Regional de Marketing da SBGC São Paulo.