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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Como podemos mudar esta situação? Compartilhe suas idéias conosco! "É uma ameaça: tente abrir uma empresa!", via Agência Sebrae de Notícias

"Agora, qual o preço dessa atividade dos bombeiros? Dependeria, digamos, da qualidade dos serviços? Se for assim, então os melhores bombeiros do Brasil são os de Sergipe

Carlos Alberto Sardenberg

Claro, você não pode abrir um estabelecimento sem a assistência e a fiscalização dos bombeiros. Também é claro que o Corpo de Bombeiros não vai fazer isso de graça. Quer dizer, já não é tão claro, porque pagamos impostos demais neste país, mas, enfim, vá lá.

Agora, qual o preço dessa atividade dos bombeiros? Dependeria, digamos, da qualidade dos serviços? Se for assim, então os melhores bombeiros do Brasil são os de Sergipe.

Lá, o empreendedor tem que pagar nada menos que R$ 2.442 para obter o competente alvará. No Acre é bem mais barato. Sai por apenas R$ 72. Como se explica? Duas possibilidades: ou os bombeiros do Acre são mais eficientes, de modo que conseguem fazer o mesmo serviço por menos dinheiro; ou fazem tudo de qualquer jeito, qualquer trocado está bem pago.

Visto de outro ângulo: será que o custo de operação dos bombeiros de Sergipe é tão elevado assim, de modo a justificar o alvará mais caro do Brasil? Ou seja, não tem critério algum. A definição do preço é totalmente arbitrária, dependendo de conveniências e necessidades locais.

E não é só nesse item. Claro que você não pode abrir um negócio de porte médio para grande sem um contrato. E como fazer isso sem um advogado? O cara é profissional, não vai trabalhar de graça. Quanto custa o serviço? A OAB fixa tabela mínima.

Em Santa Catarina, os advogados devem ser de primeira. Lá, o “visto”, como se diz, custa nada menos que R$ 2.681, o mais caro do país. Já na Paraíba, sai por apenas 200 reais, o mais barato. Terão os meios jurídicos nacionais percebido que as empresas registradas em Santa Catarina têm os melhores contratos do Brasil? Mas sabe se que a constituição de uma empresa média em Santa Catarina é a mais cara do Brasil. O custo é de R$ 4.432, isso se não for do ramo de alimentação, por exemplo. Aí, precisa do alvará sanitário. No Rio, isso custa um pouco mais de dois mil reais. Assim, abrir uma empresa sem alvará sanitário é mais caro em Santa Catarina.

Com, fica mais caro no Rio, mais de cinco mil reais.

Segundo uma pesquisa nacional da Firjan, divulgada nesta semana, a abertura da empresa exige de 6 a 8 etapas burocráticas, o pagamento de 12 a 16 taxas, com 43 documentos.

Aí o empresário venceu todo esse caminho e começa a produzir. Agora é faturar e lucrar, certo?

Nada disso.

Antes de vender, ele já está pagando impostos.

Digamos que tenha montado uma siderúrgica.

Sabem qual a tributação sobre a produção de aço? De 35% a 38% do custo total da operação, segundo um estudo do Ministério de Minas e Energia.

Pagar impostos não é simples. Dada a enorme complexidade de nosso sistema tributário, a empresa precisa de contadores, advogados, administradores — com seus computadores, sistemas e funcionários auxiliares, em instalações às vezes maiores que a fábrica.

Ou seja, tem o custo tributário e o

custo operacional do custo tributário.

E todas essas despesas feitas antes de faturar o primeiro centavo.

A Fiesp, em outro estudo divulgado nesta semana, calculou quanto as empresas brasileiras gastam com a burocracia a que são submetidas.

São nada menos que R$ 46,3 bilhões/ ano, equivalente a 1,5% do PIB.

Para comparar: os investimentos totais no Brasil chegam, na média recente, a 17% do PIB. Ou seja, a burocracia comeu nada menos que 10% disso. Ou ainda, as empresas gastam com burocracia três vezes mais do que gastam em pesquisa e desenvolvimento.

Isso em um país que precisa de mais investimentos e mais empresas privadas, que são a principal base do crescimento.

Mas, tudo bem. Todas as etapas foram vencidas, a empresa está lá funcionando, o produto é bom, vende bem, vida que segue. Segue? O administrador avisa que saiu uma nova regulamentação para marcar o ponto. Agora, toda empresa precisa ter uma máquina eletrônica que emite um recibo em papel com a hora de entrada e de saída do trabalhador.

Mais custos: com a nova máquina (pelo menos 4 mil reais) e com o papel dos recibos.

Paciência, o diretor manda comprar o aparelho.

Não está disponível na praça. Talvez importando. (É como a cadeirinha de crianças para automóveis. A regra tornou-a obrigatória, mas não tinha no mercado).

Mas o bravo empresário importou a máquina, pagou ágio e está satisfeito com o rigor do controle de entrada e saída.

Está lá sossegado, achando que merece uma medalha ou um desconto nos impostos por cumprir tão bem a lei e as regras, quando aparece um outro fiscal. E essas tomadas que não foram substituídas? — Tomadas? — Ora, o senhor não sabe que saiu uma regra dizendo que todas as tomadas têm de ser brasileiras? — Como brasileiras? — É um modelo autêntico brasileiro, não tem igual em nenhum outro lugar, tem que trocar tudo.

— Caramba! O empresário ganha um prazo para trocar as tomadas, mas seu engenheiro eletricista diz que os aparelhos, internacionais, não são adequados à novas tomadas. Ora, compre adaptadores.

Não tem desse tipo na praça.

E depois reclamam quando ....

Bom, deixa pra lá."

Fonte: Agência Sebrae de Notícia - http://migre.me/10MME

Próximo Programa Gestão de Marcas - Branding - Luiz Henrique Gagliardi e Enzo Averoldi (AmittiBrasil)

O que você sabe sobre gestão de marca? Qual é a percepção da sua marca frente aos seus clientes?

A gestão deve ter como base 3 pilares: Branding, Comunicação e Relacionamento. No branding pretende-se construir uma imagem e concretizá-la, é o primeiro passo. Além disso, os clientes falam o tempo todo sobre suas vontades, gostos e necessidades, ainda mais em mídias sociais. Como você está assimilando e tirando proveito disto? A comunicação vem para minimizar erros frente a estes veículos que crescem cada vez mais e mudam o tempo todo. Para manter o sucesso conquistado, usa-se o relacionamento com o consumidor. Como fazê-lo comprar de novo e ainda indicar para seus conhecidos?

Paola Tucunduva convidou Enzo Averoldi e Luiz Henrique Gagliardi da AmittiBrasil para participar do Programa Alma do Negócio desta semana, a fim de nos dar algumas dicas e fornecer uma base rápida destes princípios primordiais para o sucesso de seu produto, serviço ou empresa.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 15hs, no canal da web www.uptv.com.br. Não perca! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Enzo Averoldi - Sócio-Diretor da AmittiBrasil, é responsável pelo atendimento de projetos nas áreas de Planejamento e Criação, além de ser gestor dos Projetos de Branding e Comunicação Corporativa da agência, tendo atendido empresas de diversos segmentos de mercado, nacionais e multinacionais. É Formado em Publicidade e Propaganda pela FAAP e Pós-Graduado em Marketing pela Universidade Mackenzie.

Luiz Henrique Gagliardi - Sócio-Diretor da AmittiBrasil, é responsável pelo atendimento de projetos nas áreas de Planejamento e Criação de Projetos Digitais, além de ser gestor dos Projetos de Branding e Comunicação Corporativa da agência, tendo atendido empresas de diversos segmentos de mercado, nacionais e multinacionais. É formado em Publicidade e Propaganda pela FAAP e MBA em Marketing pela FUNDACE-USP de Ribeirão Preto.

terça-feira, 27 de julho de 2010

A Hering é a Empresa do Ano de MELHORES E MAIORES de EXAME, por Adir Ribeiro*

Empresa centenária reposiciona sua marca para atingir consumidores de menor renda e fortalece rede.

A Hering foi escolhida a Empresa do Ano de MELHORES E MAIORES de EXAME. Criada há 130 anos em Blumenau (SC), a empresa conseguiu equilibrar, em todos esses anos, o desafio de uma estabilidade assombrosa com mudanças radicais. A empresa continua sob o controle da mesma família e atuando no mesmo ramo – o têxtil. Seus produtos vestem os consumidores brasileiros há pelo menos três gerações.

Para continuar crescendo, a empresa apostou em uma mistura de moda, marketing agressivo e preços compatíveis com o bolso da classe média. No ano passado, a companhia faturou 513 milhões de dólares – 31% mais que em 2008. A empresa também investiu em uma rede de lojas próprias e franqueadas, que deve encerrar 2010 com 325 unidades. Os planos são de superar 400 pontos de venda antes de 2013.

Fábio Hering, em seu discurso, relembrou a trajetória pioneira da companhia, fundada pelos irmãos Bruno e Hermann Hering em 1880. Além de ser a primeira malharia brasileira a exportar seus produtos – na década de 1960-, a empresa também soube se reposicionar para continuar no gosto dos brasileiros. “Nos últimos anos, reinventamos nossa essência ao nos voltarmos para o varejo“, afirmou.

Hering tomou o prêmio como “um presente” aos 6.000 funcionários da companhia, seus fornecedores e acionistas. “Com 130 anos, temos muita história para contar, mas, acima de tudo, temos muito mais história para realizar”, afirmou.

Fonte: site da Revista Exame – 12/07/2010 (é o primeiro prêmio desse nível que uma empresa Franqueadora nacional recebe)

*Adir Ribeiro - sócio diretor e fundador da Praxis Education, empresa focada em consultoria e capacitação em Franchising, Varejo e outros canais de distribuição, além de professor das melhores universidades brasileiras de negócios.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Programa 43 - PNL - Claudio Lara

Alma do Negócio 43 - Programação Neurolinguística com Claudo Lara from paolatucunduva on Vimeo.


Perguntas não respondidas ao vivo:

1. Catarina Mattos (São Caetano do Sul - SP) - Quais são as vantagens de utilizar a PNL?

R.: Catarina, a PNL possui tantas vantagens quanto o ser humano é capaz de ter criatividade. Como ela estuda e modela estratégias de excelência humana, basta saber o que exatamente você deseja aprender a fazer e procurar um dos modelos já disponíveis, ou até criar um novo modelo. Isso é uma vantagem em si, pois você consegue em menos tempo fazer alguma nova coisa, ou melhorar outra.

2. Humberto Pedroso (Rio de Janeiro - RJ) - Quais são os funcionários "alvo" para os quais esse sistema deve ser utilizado?

R.:Humberto, todos os tipos de funcionário estão aptos a usarem esse sistema, e principalmente os do alto escalão, como presidentes e diretores. Não existe um alvo especifico, todos eles possuem um padrão mental e podem melhorar sua performance, e portanto todos dentro de uma empresa podem se beneficiar da PNL.

3. Vanessa Figueira (Salvador – BA) e Fabrício Oliveira (Joinville – SC) - Há algum tipo de curso de PNL no Brasil? Onde posso me informar mais sobre o assunto?

R.: Vanessa e Fabrício, existem sim cursos de PNL no Brasil, e provavelmente você facilmente irá encontrar na própria internet alguns institutos. Recomendo que procure algum que tenha a Certificação da Society of NLP, pois são aquelas que o próprio criador da PNL (Richard Bandler) autoriza e assina os diplomas. Eu mesmo dou cursos em São Paulo, é só entrar no meu site: www.claudiolara.com.br e se informar.

4. Leônidas Cruz (Brasília - DF) - Em quanto tempo posso ver os resultados ao utilizar a PNL na minha empresa?

R.: Leônidas, depende do resultado que está procurando, poderá ser imediato, principalmente nas questões referentes a comunicação interna dos funcionários. E com isso em pouco tempo os clientes também irão notar melhores resultados no atendimento e maior facilidade na hora de comprar seu produto ou serviço, e com isso você terá os resultados financeiros.

5. Giulia Klausinski (Santa Catarina) - Quais são os métodos mais usuais de PNL em empresas?

R.: Giulia, os métodos mais usuais utilizados em uma empresa são aqueles que melhoram a comunicação interna e externa dos funcionários e também de alto escalão. Esses últimos usam métodos de motivação para seus funcionários, e assim conseguem ter um melhor aproveitamento. E em troca os funcionários produzem mais e melhor. Existem também outros métodos como Meta Modelo, que auxilia na coleta da informação do cliente, fazendo com que a venda seja mais direcionada e com menos perda de tempo, e dinheiro.

6. Fernanda Belluzi (Mato Grosso) - Se eu tenho em minha empresa um funcionário com baixa eficácia, utilizando a PNL é possível que ele se transforme em um funcionário mais eficiente?

R.: Fernanda, sim é possível que você melhore seu funcionário, fazendo ele aprender alguma coisa de forma mais rápida ou sabendo exatamente como motivá-lo. O potencial verdadeiro de uma pessoa não esta escrito em pedra, é sempre possível melhorar ainda mais.

7. Oscar Gonzales (São Paulo - SP) - Como eu posso notar que a minha empresa precisa de um profissional de neurolinguística trabalhando conosco? Há algum sinal que indique essa necessidade?

R.: Oscar, como um profissional de PNL estuda e modela a excelência do ser humano, qualquer área que uma empresa queira melhorar poderá ser atendida por um profissional de neurolinguistica. Não se trata apenas de arrumar o que esta dando errado na empresa, mas também criar mais e melhores potencias para ela. Não existe um limite de até onde uma empresa pode ser melhor do que já é. Mas para esse trabalho, não é necessário um profissional de PNL na empresa o tempo todo. Algumas vezes é mais indicado alguém da empresa fazer um curso de formação, para assim voltar para a empresa com as ferramentas necessárias para gerar esse potencial na empresa. Veja que falamos de produtividade, rentabilidade, aumento de vendas e comunicação.

8. Ana Luísa (Santo André - SP) - Quando começou a ser utilizada essa técnica no país? Tem algum caso que você possa nos contar, o caso de uma empresa bem sucedida?

R.: Ana Luísa, a PNL começou a ser utilizada e estudada no Brasil no começo da década de 80, e ela vem se fortalecendo ainda mais nos últimos anos. Casos de empresas bem sucedidas existem muitos, uma empresa que não posso citar nome, que trabalha no ramo de imóveis, após treinar seus corretores com a PNL aumentou em 40% suas vendas no ano seguinte, e mais 15% a cada ano desde então. Também tem empresas na área de varejo de filmes, indústrias e revendedoras de automóveis. Hoje em dia a PNL é requisito fundamental em diversos países europeus, no Japão e nos EUA, sendo utilizada tanto para melhora pessoal, quanto profissional e educacional.

9. Marcos Trevisan (Juiz de Fora - MG) - Quando faço treinamentos utilizando a neurolinguística, posso fazer em grupos de funcionário ou só individuais?

R.: Marcos, os treinamentos podem ser feitos individualmente (em forma de coaching), ou também em grupos maiores. O que normalmente ocorre é a empresa contratando um coaching para alto escalão (presidência, diretoria), e cursos maiores para o restante dos funcionários da empresa. Mas não existe regra quanto a isso.

10. Yara Soares (Paraná) - Qual o gasto médio para utilizar essa tecnologia na minha empresa?

R.: Yara, o gasto médio seria o próprio treinamento de seus funcionários, pode variar muito dependendo que quais resultados você deseja alcançar, ou quantidade de dias de treinamento ou pessoas. O mais fácil seria ligar para podemos conversar e criar algo que possa beneficiar ambas as partes.

11. Rafael (São José dos Campos - SP) - Na minha empresa, eu, que sou um ferrenho pesquisador de novas tecnologias para aumento de eficácia, busquei implementar a PNL e consegui, com sucesso, aumentar a produtividade em 120%.

R.: Rafael, parabéns pelo seu resultado, e não se esqueça que sempre existe campo para melhorar ainda mais.

12. Alana Vicente (Espírito Santo) e Jorge Edon (Votuporanga - SP) - A qual tipo de empresa é recomendada a utilização da programação neurolinguística?

R.: Alana e Jorge, qualquer empresa pode utilizar a PNL, pois em todas elas existem pessoas querendo descobrir seus verdadeiros potenciais. E toda empresa tem como melhorar sua comunicação, os relacionamentos entre os departamentos, a criatividade dos funcionários, a negociação com os fornecedores, a assertividade diante de situações injustas e as vendas, a fidelização e o atendimento de seus clientes.

13. Roger Fontes (São Bernardo do Campo - SP) - Quais as dificuldades que eu posso encontrar ao utilizar a PNL em minha empresa?

R.: Roger, ótima pergunta. A única dificuldade real que existe na implementação da PNL em uma empresa, é quando o alto escalão não muda o modo de agir da empresa em decorrência do treinamento. É a mesma dificuldade que as pessoas tem em aprender alguma coisa nova, o maior medo que existe no ser humano não é o da morte, mas sim o do que é novo. Não largar os antigos hábitos seria a única dificuldade encontrada.

14. Perla (Assunção - Paraguai) - Qual o poder transformador da PNL na educação empresarial? Onde se tem maior resultado? Atuei mais de 10 anos no Brasil na área educacional e agora voltei para a área empresarial.

R.: Perla, qualquer tipo de educação, seja ela para crianças ou adultos, seja ela empresarial ou não, possui um modelo estratégico. Existem modelos desenvolvidos propriamente para isso, gerar um melhor aprendizado, com mais facilidade e agilidade. Normalmente você será capaz de notar maiores resultados quanto maior for o buraco ou a dificuldade, pois o feedback de alguém que já é muito bom será sempre menos visível. Recomendo que você sempre trabalhe naquilo que mais gosta, sempre tenha uma paixão no seu trabalho, mas com o que você faz.

15. Jacqueline Estevam (São Paulo - SP) - Eu tenho um pequeno negócio no varejo, como a PNL poderia me ajudar a melhorar as vendas?

R.: Jacqueline, a PNL pode ajudar na hora de realmente saber atender o cliente, e saber direcionar ele para o que importa. Fazer vendas mais precisas, que durem menos tempo e trabalho. Ajudando a criar fregueses e não apenas compradores.

16. Ghreta (Luxemburgo) - Sou brasileira e moro fora há 10 anos. Se hoje estou aqui é graças a PNL. Sou jornalista brasileira com especial interesse pela Programação Neurolingüística.

R.: Glückwünsche, Ghreta.

17. Júlio Cesar (Campinas - SP) - O que posso fazer para entender melhor e superar o medo?

R.: Júlio, na PNL não tentamos entender medos, ou saber o porquê. Sei de muitas pessoas que sabem como e onde começaram a ter seus medos, e mesmo assim continuam com eles. Procure alguém que saiba e tenha credenciais para ajudar com esse seu medo. Mas a primeira parte é acreditar realmente que é possível não ter mais esse medo, depois pensar sobre o que você vai fazer com o tempo que terá disponível, pois não ficará mais pensando nesse medo. Existe uma técnica que pode ser usada que se chama Cura Rápida de Fobias, e você mesmo poderá fazer em casa. Na internet pode ser encontrada facilmente.

Obrigada a todos que participaram!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Revisão Semestral, por Maurício Galhardo

Já parou pra pensar que estamos quase terminando o mês de Julho? Alguns dizem que a vida passa rápido demais. Eu, particularmente, acredito que para aqueles que realmente estão alinhados aos seus negócios, focados em suas metas e sempre em busca de novos clientes, a sensação de tempo passando rápido vai ser muito intensa. Mas há uma grande diferença entre aqueles que têm um bom planejamento e aqueles que não o tem.

Os que não têm planejamento têm a sensação de que o tempo passou rápido demais e eles não conseguiram realizar nada!

Já os que têm planejamento, por acompanharem suas metas e suas “sub-metas” com freqüência, sabem exatamente o que foi realizado dentre o que foi idealizado. Aí está a grande diferença. Estes também sentem que o tempo passa rápido, mas por saberem exatamente o que realizaram ou não, têm uma sensação também de realização. Isso os impulsiona a continuar buscando seus objetivos.

Já os que não planejam, por sentirem que o tempo passou e não “fizeram o que queriam”, desanimam, e isso faz com que seus negócios tenham perdas cada vez maiores.

E você, é do tipo planejador ou do tipo “fazedor”? Já re-analisou suas metas para o segundo semestre? Já fechou seu “balanço financeiro” para saber como foi o primeiro semestre e assim projetar o segundo?

Então, vale a pena passar para a turma dos planejadores, senão vai chegar no final do ano reclamando que o ano passou rápido demais, ou pior, não tendo conquistado aquilo que realmente queria para você e para sua empresa.

Bom planejamento e até breve.

Maurício Galhardo

*Maurício Galhardo - sócio diretor da Galhardo Treinamento e Consultoria Financeira e especialista em gestão financeira e finanças pessoais. Para saber mais acesse www.galhardo.com.br

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Programa da semana: Case de Sucesso - Publicidade na Internet

Em meio a tantos portais voltados aos bairros de São Paulo, é impossível não ver como case de sucesso o Morumbi.net. Já pelo nome sabemos para qual é direcionado, mas como conseguem ter 200 mil acessos mensais? Quais foram as táticas utilizadas para se destacarem em um mercado tão segmentado?

Além dos anunciantes, o portal conta com jornalistas exclusivos e comprometidos. Tem, também, uma webtv, cujo principal objetivo é reunir e divulgar todas as novidades e opiniões relacionadas ao bairro. Uma iniciativa muito bacana é a do incentivo do consumo interno, ou seja, eles incentivam os moradores do Morumbi a utilizarem os produtos e serviços do próprio bairro.

Após 8 anos de sucesso, surgiu a idéia de expansão. Foi criado o portal Viva Seu Bairro e em breve Moema e Itaim Bibi poderão contar com serviços completos como os do Morumbi.net.

Paola Tucunduva convidou Caio Marino para participar do Programa Alma do Negócio desta semana e compartilhar conosco quais foram as ferramentas utilizadas para ele ter alcançado o sucesso em um mercado tão segmentado e de onde surgiu a idéia deste portal.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 15hs, ao vivo, no canal da web www.uptv.com.br. Não perca! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Caio Marino - Formado em Psicologia pela PUC-SP com especialização em Marketing pela FGV, trabalhou como redator em diversas agências de publicidade e, depois, como gerente e diretor de marketing em empresas do varejo. Em 2002, criou o site Morumbi.Net, um portal de informação e serviços destinado aos moradores do bairro do Morumbi.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Sucesso do profissional de marketing não pode ser a qualquer preço, por Martha Terenzzo*

O fim não justifica os meios.

Faz tempo que me formei na ESPM, meados dos anos 80, na Rui Barbosa. O mundo não parecia tão plano e pequeno.

O cenário político brasileiro era ainda do militarismo, mas em 1983 os movimentos para as Diretas Já se iniciavam, ganhando corpo, dia-a-dia. Nós estudantes de Comunicação, participávamos algumas vezes de forma ativa como cidadãos em busca de seus direitos: opinando, indo as passeatas, participando de debates. O movimento ganhou massa crítica e finalmente em 1989, após seis anos, tivemos o direito de votar em Presidente da República.

Eu já trabalhava na área de Marketing desde o 3º ano da Faculdade, estava começando minha carreira e aprendendo. Mas algumas lições que tirei de alguns professores na época eram claras: o sucesso não pode ser obtido a qualquer preço e o profissional de Marketing tem que ter responsabilidade social com os produtos e serviços sob sua atuação.

Entre 1989 e 1998, recebi uma proposta para fazer parte de um projeto político para um candidato que precisava de um reposicionamento mercadológico. As primeiras perguntas que vieram: quem é esse candidato? Qual o papel de cidadão que vinham desempenhando até então? Qual o legado que ele vinha estabelecendo como político? Era de fato um bom líder para essa comunidade a qual ele se propunha a gerenciar?

O maior desafio era fazer uma profunda reflexão entre a oportunidade profissional que se apresentava, composta por uma excelente recompensa financeira e as respostas que procurava sobre o candidato. Afinal, o Marketing que teria que exercer para o reposicionamento do candidato era ou não ético? O fim justifica o meio?

Minha reputação foi construída com muito trabalho e sucesso de grandes marcas. E criei coragem para dizer não aquela proposta.

Em 1999, a Associação de Marketing & Negócios - ABMN e a Escola Superior de Propaganda e Marketing, iniciam a Criação do Código de Ética do Profissional de Marketing. O Coordenador do Projeto era o José Roberto Whitaker Penteado, pela ESPM tínhamos o Professor Francisco Gracioso e Armando Ferrentini, entre outros. E alguns profissionais do mercado foram chamados a colaborar. Eu estava lá. E esse marco na minha vida profissional foi muito importante. Lembrei-me da proposta financeira para reposicionar a imagem de um candidato que não correspondia aos meus valores.

Lembrei parcialmente do que dizia o Art.3º, deste documento “... e das demais normas que integram este Código de Ética, espera-se do profissional de marketing que, como pessoa e cidadão, tenham sempre presente em suas ações profissionais e pessoais, a norma ética essencial que proíbe prejudicar deliberadamente a quem quer que seja.”.

Sim, como líder que era na empresa, tinha a feito a escolha correta e segui a minha crença. Escrevi parte da história de profissionais de Marketing e um legado para gerações futuras.

Alguns anos depois, ajudei um candidato como voluntária acreditei nele e na sua mensagem. Ele foi um grande cidadão e político. Tinha o que Max Weber chamou de ética da convicção, e liderou como político com a ética da responsabilidade.

O profissional de Marketing tem responsabilidade perante a sociedade. E não podem usar as ferramentas, recursos que aprendeu para promover políticos que agem imoralmente, para os fins ou para os meios. O profissional de Marketing deve ter consciência que sua atividade impacta na vida si mesmo, da sua comunidade, da sua família, de seu país, de seu planeta.

Como profissional de Marketing tenho orgulho de expor um assunto tão importante, mas ainda timidamente discutido no dia-a-dia. Temos que assumir a tarefa de diminuir a “endemonização” da palavra “marketing” seja como adjetivo e/ou verbo nos dias de hoje, quase sempre atrelado a “política”.

Qual é a contribuição que você profissional de marketing pode dar, aqui e agora?

E como pergunta Mário Cortella, em seu livro “Qual é a tua Obra? Inquietações propositivas sobre Gestão” façam uma auto reflexão sobre o tema, questione a si próprio e outros profissionais sobre o assunto.

Questionamentos como esse ajudam a transformar o mundo. Para melhor.

*Martha Terenzzo - gestora de inovação e business da Inova 360º. Você pode contatá-la pelo MSN (martha.terenzzo@hotmail.com), Linkedin (martha.terenzzo@uol.com.br) ou Twitter (@marthaterenzzo9).

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Próximo programa 15/07: PNL - Programação Neurolinguística

Você já ouviu falar em Programação Neurolinguística (PNL)? Sabia que ela pode aumentar a eficiência das pessoas através da estruturação de modelos bem sucedidos?

A PNL é metodologia altamente eficaz - para modelar a excelência e criar a mudança. Baseia-se no princípio que todo o comportamento tem uma estrutura e que esta estrutura pode ser identificada, aprendida e adaptada para criar resultados específicos. A PNL é o estudo desses padrões e foi projetado para adicionar a flexibilidade, a eficácia, mais e melhores escolhas dentro de sua vida.


Paola Tucunduva convidou Claudio Lara para participar do Programa Alma do Negócio desta semana e compartilhar seu conhecimento de como os “hábitos de sucesso” podem ser estudados e compartilhados usando a PNL, para ajudar você à tornar-se melhor em qualquer área de sua vida.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 15hs, no canal da web www.uptv.com.br. Não perca! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Claudio Lara nasceu em São Paulo, nos últimos anos vem prestando assessoria, coaching e treinamento para líderes de pequenas, médias e grandes empresas nas mais diversas áreas como Varejo, Indústria e Serviços. Treinou ou trabalhou com os grandes como Richard Bandler, John LaValle, Anthony Robbins, Robert Dilts, Tom Best, Paul Adler e outros. Atualmente é o único no Brasil certificado e treinado pelo criador da Programação Neurolinguística (PNL) – Richard Bandler.

Fotos viagem ao Sul da França

Esta é minha foto na entrada da fábrica da L'Occitane em Menosque no sul da França.
Se você quiser ver mais algumas fotos de minha viagem clique aqui

terça-feira, 6 de julho de 2010

Segmentação de Mercado – o que é e como sua empresa pode lucrar com ela? Parte I, por Laura Gallucci*

Cada vez mais, produtos e serviços estão se tornando muito parecidos aos olhos do consumidor. Em parte isso acontece porque a tecnologia avança rapidamente e torna acessível à maioria das empresas de um setor os mesmos processos produtivos. Por outro lado, essa “comoditização” dos bens (ou seja, a falta de diferenciação entre eles) é responsabilidade dos empresários, que percebem vantagens de custos em oferecer ao mercado produtos e serviços padronizados.

Agora, responda à seguinte pergunta como se você fosse um consumidor: se todos os produtos te parecem idênticos, qual você escolhe? Provavelmente o mais barato, aquele que você encontra com maior facilidade (em um ponto de venda próximo à sua casa ou ao seu trabalho, por exemplo) ou então o que oferece, em um dado momento, algum tipo de promoção (descontos, prêmios etc.)

O resultado, com frequência, é uma guerra de preços que, em um primeiro momento, elimina as empresas mais fracas, mas, no médio e longo prazo, desvaloriza e prejudica o setor como um todo, forçando a redução das margens de todos os participantes.
Para fugir dessa armadilha, uma excelente estratégia é a segmentação de mercado, que será tema deste e dos próximos posts. Nesta postagem, vamos explicar o que é segmentação.

Segmentar o mercado significa dividir esse mercado em grupos homogêneos formados por usuários, clientes e compradores que tenham desejos e necessidades semelhantes; porém, esses desejos e necessidades devem ser diferentes entre os segmentos, de forma que cada grupo demande diferentes produtos, serviços, políticas de preço, promoção e distribuição.

Portanto, a segmentação parte da composição do mercado, das características, comportamentos e valores dos usuários, clientes e compradores. Produtos e serviços devem ser desenvolvidos pelas empresas para atender aos desejos e necessidades dos segmentos de mercado que decidirem atender.

Mas como mudar a visão do empresário que acredita que “os consumidores são todos iguais e esperam os mesmos benefícios dos produtos”? Imagine seu mercado como a areia da praia: a olho nu, um punhado de areia parece ser composto por grãos bastante uniformes quanto à textura, tamanho, cor etc.; porém, vistos através de um microscópio, os grãos mostram-se diferentes e podem ser agrupados em função dessas características - por exemplo, separar os maiores dos menores ou juntá-los por cor.

O mesmo acontece com a maioria dos mercados, quer sejam mercados domésticos (pessoas) ou mercados institucionais (empresas).

Há alguns anos, vistos "a olho nu" todos os consumidores domésticos de leite pareciam iguais aos produtores, que só produziam leite in natura cuja durabilidade era muito curta; no máximo, existia o leite em pó, de maior durabilidade, destinado a crianças ou para emergências, como acampamentos, viagens etc.

Olhado "através do microscópio", esse mercado revelou segmentos de consumidores com desejos e necessidades bastante diferentes, que inspiraram os produtores a desenvolver inúmeros produtos, entre eles:

- diferentes tipos de leite longa vida, para pessoas que não querem ter que comprar todos os dias e não gostam de leite em pó;

- leite desnatado, semi-desnatado, gordura zero, para pessoas que, por razões de saúde e/ou estética, querem ou precisam de leite com menos gordura;

- inúmeras variações de leite em pó adaptadas a necessidades específicas de bebês e crianças, como alergias a determinados componentes do leite ou para recém nascidos que não podem ser aleitados pela mãe.

Dessa forma, a segmentação ajudou às empresas do setor a atender melhor os grupos de consumidores dos mercados que cada uma escolheu como prioritários, permitindo maior foco nos segmentos escolhidos, aumento de margens, redução de competição baseada exclusivamente em preços e ainda estimulou os empresários a conhecer cada vez melhor seus consumidores, para não perder sua preferência conforme as necessidades do mercado vão evoluindo.

E você, como vê seu mercado? Acredita que ele é homogêneo, que todos os seus clientes e consumidores querem os mesmos produtos e as mesmas soluções?

Faça um exercício durante as próximas semanas: preste atenção a cada cliente, pergunte a alguns deles porque compra o seu produto, converse sobre as expectativas e sobre as formas de uso. Com certeza, você vai se surpreender!

No próximo post, vamos conversar sobre algumas formas para segmentar os mercados que podem aumentar, e muito, a competitividade da sua empresa.

*Laura Gallucci - sócia-diretora da FGGE - Flamínio & Gallucci Gestão Empresarial (www.fgge.com.br), consultora de empresas e professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Próximo programa 08/07: Criação de Valor no Foco do Cliente


Você já pensou o quanto está trabalhando para criar valor no foco do seu cliente?

Se a sua empresa está preocupada em produzir produtos com qualidade ou entregar serviços excelentes, saiba que, além disso, todos devem estar engajados em desenvolver um ambiente de mútua confiança, onde as pessoas envolvidas de ambas as empresas se sintam valorizadas, realizadas e, idealmente, felizes e motivadas para desafios comuns.

Paola Tucunduva traz ao Programa Alma do Negócio desta semana, o consultor de negócios e professor Sérgio Vaz para falar sobre como desenvolver um diferencial competitivo com a criação de valor no foco do cliente através da construção de relacionamento com clientes, posicionando a empresa com base nos Valores Reconhecidos em cada Segmento de Mercado.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 15hs, ao vivo, no canal da web www.uptv.com.br. Não perca! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Sérgio Vaz tem experiência de 25 anos em grandes empresas, nas áreas de Marketing, Vendas, Comercial, Negócio e Divisão, destacando Unilever e Votorontim Celulose e Papel. Atualmente é Consultor de Negócios e Professor de Marketing Industrial. Administrador de Empresas pela USP com diversos cursos de especialização em Marketing e Management no país e no exterior, incluindo IMD e KELLOG.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Programa 41: Qualidade de Vida


Entrevista sobre Qualidade de Vida com Marina Castro from paolatucunduva on Vimeo.

Respostas das perguntas feitas durante o progama:

Nome: Wagner
De: Santa Catarina

Quais são as maiores dificuldades ao se implementar um plano de trabalho de qualidade de vida em uma empresa muito antiga?

R.: Existem dois aspectos primordiais que devem ser tratados para evitar dificuldades. Primeiro é definir bem os objetivos para garantir um programa duradouro e eficaz que possa ser mensurado. Se isso não acontece, não há credibilidade para continuidade e melhoria, pois não é possível obter a curva de benefícios. Segundo aspecto é investir no envolvimento do público gerencial, para aumentar a credibilidade e a disseminação da cultura do programa junto aos demais colaboradores, caso contrario, é provável que o programa tenha baixa eficiência, não atingindo os objetivos.


Nome: Vivian
De: Rio de Janeiro

Em quanto tempo, em média, surgem os primeiros resultados após a implementação?

R.: Após seis meses já é possível perceber resultados, entretanto existe um processo de mudança de cultura empresarial e de estilo de vida de cada colaborador que leva tempo. Depende muito dos esforços dedicados pela empresa, comprometimento do público gerencial e empresa de Qualidade de Vida parceira.


Nome: Selma
De: Curitiba

Qual o gasto médio que uma empresa tem que investir?

R.: Os investimentos variam de acordo com o perfil da empresa. O ideal é definir uma empresa de Qualidade de Vida parceira e modelar um programa de acordo com seu budget e objetivos.


Nome: Regis
De: São José dos Campos

Na minha empresa contratei uma massagista profissional para atuar nos intervalos dos funcionários para que eles possam relaxam em seu tempo de folga. Pude ver que a produtividade e a convivência melhoraram muito. Eu recomendo a todos que façam o mesmo em suas empresas.

Nome: Paula Graco
De: São Paulo

Sou personal trainer e fui contratada para realizar um projeto em uma empresa, o qual já está em andamento e tem sido um grande sucesso. Todos os fins de semanas funcionários e suas famílias se reúnem para uma caminhada em um parque da cidade, todos eles, ao chegar, recebem uma camiseta da empresa (esse item ajuda na divulgação da empresa) e uma garrafa de água. Essa ação ajudou a integrar os funcionários, famílias e diretoria.


Nome: Patricia Barbosa
De: Santo André

Vocês poderiam dar algumas sugestões para pequenas empresas que gostariam de melhorar a qualidade de vida e que tenha um custo viável?

R.: Existem pacotes de serviços focados em empresas de pequeno e médio porte. É preciso encontrar uma empresa parceria e modelar em conjunto um programa eficaz e que atinja seus objetivos dentro do seu budget. (não sei se posso dizer que a Vitale tem agora estes serviços).