Marque na Agenda - Próximas Entrevistas

ATENÇÃO: Programa ao vivo toda quinta-feira 16h www.justtv.com.br/
O Alma do Negócio está com um novo blog!
Sempre pensando em melhorias para trazer a você conteúdos de qualidade e mais opções de navegabilidade, o blog do
Programa Alma do Negócio agora está em um novo endereço
http://www.almadonegocio.tv/ . Lá você terá disponível todos os artigos dos nossos colunistas, links de site que indicamos, vídeos, dicas e muito mais.
Não deixe de acessar o novo blog!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

SENADOR Escolha pelo currículo...

Vejam os curriculos dos candidatos a Senador.

Candidato 1

O pai, fundou a escola de idiomas Yazigi e a Fundação SOS Mata Atlântica. A mãe, foi premiada pela UNESCO por seus programas para capacitação profissional.

Começou a trabalhar na empresa do pai aos 16 anos e levou-a ser um dos maiores cases de sucesso de franquias no mundo.

Fundou a Associação Brasileira de Franchising, e foi presidente da associação por 3 mandatos consecutivos.

Fez parte dos movimentos estudantis na época da ditadura militar brasileira. , Atuou na AP – Ação Popular, mas abandonou o movimento devido às sua crença na não-violência.

Começou a praticar sustentabilidade antes mesmo do termo ter sido inventado, e por isso foi um dos redatores da Carta da Terra – A declaração de princípios éticos e fundamentais para construção de uma sociedade justa, sustentável e pacífica.

Pós-Graduado em filosofia pelo IBMEC.

Autor do programa de capacitação de professores no Institute for the Advancemente of Philosophy for Children, na Montclair State University .

Voluntário em capacitação de professores em escolas públicas, devido ao seu interesse de educação por qualidade.

Integrante do PNBE – Pensamento Nacional de Bases Empresariais onde implementou projetos de adoção de escolas públicas por parte de empresas.

Presidente do conselho deliberativo do instituto Ethos. Fundador do Uniethos – a sua divisão educacional. Projetou o instituto com suas participações em fóruns internacionais como o Pacto Global das Nações Unidas, o Global Report Iniciative , a 26000, o fórum Econômico Mundial. Iniciou a disseminação da responsabilidade social empresarial como uma nova dimensão nos negócios.

Um dos três fundadores do Movimento Nossa São Paulo.

Um dos fundadores do fórum Amazônia Sustentável.

Convidado para participar do projeto Elias – do Massachussets Institute of Technology para incentivar a inovação de lideranças sistêmicas ligadas à sustentabilidade.

No final de 2007, aproximou-se de Marina Silva e, juntos com outras lideranças empresariais e ambientais, conceberam o movimento Brasil Sustentável, que visa engajar diversos setores da sociedade – empresas, governos, academia e organizações da sociedade civil – na construção de uma sociedade responsável, justa e sustentável.

Ricardo sonha com uma sociedade de pessoas felizes, com qualidade de vida.

Seu lema de vida é: Paz, Alegria e Serenidade.

Filósofo, praticante de yoga e da filosofia de não violência de Ghandi, Músico e compositor de violão erudito e muitas outras coisas que não cabem numa página, mas estão publicadas em sua biografia em

Candidato 2

Casou-se aos 15 anos e aos 16, montou um grupo de pagode

Em 2001 abandonou o grupo em prol de sua carreira solo. É pai de 7 filhos e praticante de violência doméstica contra sua esposa.

Apresentou o programa Show da Gente no SBT. Em 2008, aproveitou sua fama artística e foi o terceiro vereador mais votado na cidade de São Paulo.

Também por meio de eleição, foi presidente da Comissão Extraordinária de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude da Câmara de São Paulo. Foi também escolhido como relator da Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas em Situação de Rua. Também é membro da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa (CCJ).

Como integrante desses grupos, ganhou notoriedade ao agredir o repórter Vesgo em frente às câmeras.

Candidato 3

Formado em direito pela USP, onde também lecionou a matéria.

Por conta de ações contra a ditadura foi exilado na França, onde estudou Economia Política e foi professor de Português.

Foi diretor do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Paris.

Foi deputado Estadual duas vezes e líder do Governo Franco Montouro. Foi Deputado Federal 3 vezes, ora pelo PMDB, ora pelo PSDB.

Foi vice-governador do Estado e Secretário Estadual de transportes.

Foi ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Ministro da Justiça e Secretário do Governo e Prefeitura de São Paulo.

Responsável pela articulação política entre as pastas de governo e município.

Suas principais realizações foram:

- fim da taxa do lixo, criada por Marta Suplicy e isentou da taxa de iluminação pública os moradores de ruas não iluminadas.

- construção de 46 novas escolas, substituindo outras 44 em condições inadequadas, as chamadas escolas de lata, favorecendo cerca de 35 mil crianças que estudavam nas antigas escolas.

- grande incentivador da Virada Cultural.

- na saúde firmou novamente convênio com a FURP, retomando a fábrica de remédios do governo do estado de São Paulo, que passou novamente a fornecer remédios à prefeitura.

- integração do Bilhete Único ao Metrô.

- construção de 2 Hospitais (Hospital Cidade Tiradentes e o Hospital M’Boi Mirim).

- Construção de 11 Novas Unidades Básicas de Saúde

- Construção de 50 AMAs

- serviço de pronto atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou Pronto-Socorros, com capacidade de atendimento de até 300 pessoas/dia por unidade.

- Implantação do Programa Remédio em Casa

- entrega domiciliar de medicamentos a pacientes com doenças crônicas (diabetes e hipertensão).

- A chamada Lei Cidade Limpa é uma lei contra a poluição visual no município de São Paulo que está em vigor desde o dia 1º de janeiro de2007. Proposta e sancionada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Candidato 4:

Foi investigador, Delegado de Polícia. É formado em Direito pela USP.

Foi diretor do DOPS (polícia da ditadura) de 1977 a 1982 quando tornou-se superintendente geral do DOPS paulista.

Capturou o mafioso italiano Tommazo Buscetta. No governo Collor, foi Secretário da Receita Federal.

Foi presidente do Instituto Brasileiro de Assuntos Estratégicos.

Membro do Conselho de Ética Parlamentar

Atualmente é senador e defende o filho sobre as acusações de envolvimento com a máfia chinesa, acusações essas surgidas após o filho assumir o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e enriquecer 416% em menos de um ano.

Candidato 5:

Seu pai foi o megaindustrial Luís Afonso Smith de Vasconcelos.

Educada em escolas francesas Des Oiseaux e Nossa Senhora de Sion. Tem 3 filhos e 5 netos.

Psicóloga e Psicanalista, com mestrado em Psicologia Clínica pela Michigan State University, e pós graduada pela Standford University.

Ficou famosa pela atuação política do marido, e adotou seu nome quando foi Apresentadora da TV Mulher nos anos 80.

Tem 9 livros editados.

Após o divórcio, continuou usando o nome do marido.

Foi deputada federal entre 1995 e 1998. Nesse período apresentou dois projetos: A da parceria civil para pessoas do mesmo sexo (1996) e a política de cotas para mulheres na política.

Eleita Prefeita em São Paulo com 58% dos votos em disputa direta contra Maluf, criou a taxa do lixo, o bilhete único e os CEUS. Ganhou notoriedade ao inaugurar obras às vésperas da eleição, como o túnel na avenida Rebouças, que ficou inundado e teve que ser fechado para obras novamente 3 dias após sua inauguração. Obteve cerca de 32% dos votos na eleição seguinte.

Ministra do Turismo do Governo Lula, lançou o Viaja Mais Melhor Idade.

Famosa pela frase: " Relaxe e goze !"

Candidato 6:

Músico, cantor e apresentador, tem o ensino fundamental incompleto. Participou de “A praça da Alegria”, “Vende-se um véu de noiva”, “Ô coitado” e “A praça é nossa.”, Pequenos Brilhantes, A Mulher é um Show, Concurso de Paródias, “nome do candidato” Show e “nome do candidato” TV.

Desligou-se do SBT ao receber o convite para ser candidato. Atualmente vive uma rixa com os donos de seu partido, acusando-os de censura e de não conseguir passar sua mensagem.


ESCOLHEU ? PRECISAMOS ESCOLHER 2 hein ?... Agora saiba quem são:

Candidato 1: Ricardo Young, 430.
Candidato 2: Netinho de Paula, 131.
Candidato 3: Aloysio Nunes, 451.
Candidato 4: Romeu Tuma, 141
Candidato 5: Marta Suplicy (Marta Smith de Vasconcelos): 133
Candidato 6: Moacir Franco, 177

Agora, veja como estão as pesquisas:

Netinho 28%;
Marta 35%;
Romeu Tuma 21%;
Aloysio Nunes 16%;
Ciro 12%;
Moacyr Franco 9%;
Ana Luiza 4%;
Ricardo Young 3%;


Se você não quer que esses números virem realidade, encaminhe esse e-mail para seus conhecidos!

Só muda se você mudar!

VOTE CONSCIENTE...

Minha carta aberta para as próximas eleições* - Por Paulo Raimo

Amigos,

Estes últimos 8 anos demonstraram que o Brasil, definitivamente, não precisa de presidente... afinal, não tivemos nenhum. Tivemos sim, um primeiro-ministro (travestido de governante, corintiano e, principalmente, “do cara” ) que só se preocupou em politicagem com gente que não merece nem o ar que respira (como os “factóides” do Valerioduto, o Ahmadinejad, o Hugo Chaves e outros que tais).

Assim, sinto que precisamos é nos preocupar com a gangue armada (de fato, mas não de direito) que está instalada no Congresso Nacional. Estes sim, é que fazem a diferença negativa nesta história.

Aprovações escusas na calada da noite... nepotismo escancarado e vergonhoso... um descaso absoluto com o interesse de quem os colocou lá. Que, na verdade, são os verdadeiros culpados de tudo isso. Nós mesmos, os eleitores!!!!!

Vivemos em um Estado “parlamentarista vermelho”, nunca antes visto neste país (e em lugar nenhum do Universo) ... e o pior, é que mais de 70% do povo brasileiro acha isso bom para o Brasil. “Que país é este?”, diria o saudoso Renato Russo.

Um Congresso que permite um presidente (seja ele quem for) “governar” com o poder da medida provisória. Ou seja, tudo para o bem da nação, desde que o presidente concorde. Báááhhhhhhh!!!!!! Quem pode confiar nisso???????

Nem de longe isto pode ser motivo de orgulho ou de “benchmarking”.

E ainda os jornais de hoje publicam que o Tiririca (o palhaço com a cara do Brasil, ou será que é o contrário?) levará mais de 1 milhão de votos para o Congresso. Quem dá mais????

Triste! Simples e infelizmente, triste!!! Uma verdade mais inconveniente que a do Al Gore.

Amigos, falta apenas uma semana para as votações. Vamos fazer uma corrente positiva para mudar o Congresso e não só o presidente. Se tivermos legisladores que se apliquem (e não que apliquem contra nós) na função, o presidente por si, não poderá fazer todos estes desmandos impunes que absorvemos nos últimos anos.

E uma última coisa: depois de todos estes escândalos assombrosos pelos quais passou o Lulla, pergunto... se ele fosse presidente de uma empresa privada (séria, é claro!), o que vocês acham que os acionistas fariam com ele??? No caso da empresa que ele “preside”, o Brasil, os acionistas somos nós, né? Hein???!!! Alguém dá um palpite?

Confesso que nunca fui pelo parlamentarismo, mas, de coração, me envergonho deste nosso atual modelo “PresidencialisTa”.

Que Deus nos ajude. Agora, se não fizermos nada, ele é capaz de deixar de ser brasileiro para se tornar “cumpanhêro de guerra”.

Uma feliz opção a todos nesta próxima eleição. Eu já fiz a minha.

Grande abraço,

Paulo Raimo

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Gestão do Conhecimento e Sustentabilidade - Por Sonia Wada*

O grande desafio do século XXI é promover o desenvolvimento sustentável. O que significa atuar de forma economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta. O crescimento econômico não pode se contrapor aos pilares da sustentabilidade, portanto, as organizações precisam, cada vez mais, adotar práticas sustentáveis. Manter políticas de administração responsáveis, buscar alternativas de produção que utilizem recursos renováveis, promover ações que protejam o meio ambiente e a sociedade são algumas das iniciativas a serem tomadas e a gestão do conhecimento pode facilitar sua aplicabilidade.

O conceito de desenvolvimento sustentável possui três variáveis principais: Social – pela visão de uma sociedade mais equilibrada, com melhoria da qualidade de vida, mais distribuição de renda, mais saúde e oportunidades de educação e emprego. Econômica – com melhor alocação e gerenciamento mais eficiente dos recursos, um fluxo constante de investimentos públicos e privados e menor desigualdade de renda. Ecológica – com o uso racional dos recursos naturais, consumo de energias renováveis, redução de poluentes e resíduos e proteção ambiental.

Por meio da gestão do conhecimento aplicada às práticas de sustentabilidade, empresas passam a se preocupar não só com sua viabilidade econômica, mas assumem a responsabilidade social perante todos envolvidos na cadeia produtiva, desde os acionistas, investidores e governos até a comunidade e o meio ambiente, passando por clientes, colaboradores e fornecedores.

Preceitos de geração de conhecimento não são estratégias inovadoras, sempre foram utilizados para a tomada de decisões. A diferença é como gerir esse saber acumulado, esquematizá-lo e disponibilizá-lo da melhor maneira possível para aprimorar a cultura da organização. Saber como usar o conhecimento, estabelecendo práticas, padrões e sua disseminação junto aos públicos internos e externos trazem vantagens competitivas e benefícios duradouros para a sustentabilidade.

O paradigma da gestão do conhecimento possibilita a criação de uma série de processos para a captura, organização, disseminação e utilização dos múltiplos conhecimentos para a melhoria do desempenho, geração de riquezas, qualificação das equipes e investimento em ações mais voltadas à transformação social.

Um dos introdutores dos princípios que hoje são base da gestão do conhecimento, o pesquisador Ikujiro Nonaka dizia que “o conhecimento é um processo humano dinâmico para justificar a crença pessoal com relação à verdade”. Por isso, o que coloca uma organização em vantagem competitiva sustentável é o conhecimento que ela detém, a eficiência com que utiliza essas informações e a velocidade com que realiza inovações a partir desses dados. Para isto, precisa garantir subsídios aos procedimentos adotados em seus processos de gestão.

A gestão do conhecimento requer um profundo estudo das rotinas de trabalho, o pleno acesso às fontes de informação e a compreensão de como esses valores influenciam os modos de operação, desde a alta administração da empresa até as pessoas envolvidas em cada processo, direcionando cada patamar a seguir pelo caminho da sustentabilidade.

Além disso, promover a gestão do conhecimento com vistas ao desenvolvimento sustentável é propiciar novas idéias, que confirmem o artigo 225 da Constituição brasileira: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

Que as empresas aprendam a usar o conhecimento de seus colaboradores, transformando-o em ações sustentáveis. Do mesmo modo, que estimulem o aprendizado desses profissionais por meio de cursos, palestras, treinamentos, programas de conscientização ambiental e de sustentabilidade. Somente assim será possível promover novas práticas, desenvolver novos hábitos, planejar ações e disseminar noções que respeitem a sustentabilidade. Educação é fundamental para ampliar a consciência coletiva de desenvolvimento sustentável e preparar o mundo para as futuras gerações.

Termino lembrando a Conferência Mundial sobre a Ciência, realizada em Lisboa, em 1999. “Todos vivemos no mesmo planeta e todos fazemos parte da biosfera. Temos que reconhecer que estamos numa crescente interdependência e que o nosso futuro se encontra intrinsecamente ligado à preservação dos sistemas globais de apoio à vida e reconhecer que urge utilizar o conhecimento de todos os campos da ciência de um modo responsável para responder às necessidades e às aspirações humanas sem abusar desse conhecimento.”

* Sonia Wada é pesquisadora, formada em Biblioteconomia e Documentação pela ECA/USP, especialista em informação tecnológica e gestão do conhecimento e mestre em Inteligência Competitiva. Atualmente é diretora presidente da SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (www.sbgc.org.br) e do KM Brasil 2010 – Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (www.kmbrasil.com), evento que acontece em novembro, sobre o tema sustentabilidade.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Programa do dia 30/09/2010 - Gestão de Conhecimento para Sustentabilidade na Empresa

Você sabe o que é Gestão do Conhecimento? Sustentabilidade? E Gestão do Conhecimento como estratégia para um mundo sustentável?

A Presidente da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC), nossa entrevistada desta semana Sonia Wada diz que “por meio da gestão do conhecimento aplicada às práticas de sustentabilidade, empresas passam a se preocupar não só com sua viabilidade econômica, mas assumem a responsabilidade social perante todos envolvidos na cadeia produtiva, desde os acionistas, investidores e governos até a comunidade e o meio ambiente, passando por clientes, colaboradores e fornecedores”.

Para nos contar mais sobre esse tema tão interessante que pode auxiliar os empreendedores nas estratégias diárias, Paola Tucunduva convidou Sonia Wada e Livio Giosa para esclarecer essas e outras questões de como transformar o conhecimento em vantagens competitivas e benefício duradouros.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 16hs, AO VIVO, no canal da web www.justtv.com.br. Não perca! Assista, participe e amplie a sua visão!

Sonia Wada é pesquisadora, formada em Biblioteconomia e Documentação pela ECA/USP, especialista em informação tecnológica e gestão do conhecimento e mestre em Inteligência Competitiva. Atualmente é diretora presidente da SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (www.sbgc.org.br) e do KM Brasil 2010 – Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (www.kmbrasil.com), evento que acontece em novembro, sobre o tema sustentabilidade.

Livio Giosa é Administrador de Empresas com especialização em "Business Administration" pela New York University. Ocupa importantes cargos em Organizações como CENAM (Centro Nacional de Modernização), PNBE (Pensamento Nacional das Bases Empresariais), ADVB, FBM, CEAPE (Centro de Apoio aos Pequenos Empreendedores). É professor universitário de cursos de Graduação, Especialização e Pós-Graduação Brasileiras e Internacionais, palestrante renomado e articulista dos principais jornais do País, autor de livros e membro de diversos conceituados Conselhos.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Branding como ferramenta para eventos corporativos*

Esta é a época onde as empresas começam a planejar as suas comemorações e festividades que antecedem o natal. No processo de planejamento destes eventos, geralmente leva-se em consideração todos os itens relacionados à produção da festa, como local, transporte, alimentação, logística etc. Porém, um elemento especial que deve constar deste planejamento geralmente fica em segundo plano na maioria das empresas: além da celebração em si, qual será a mensagem que deve ser transmitida neste evento?

A empresa pode aproveitar este momento onde todos os seus colaboradores estão reunidos para reforçar o seu posicionamento, estreitar os laços junto à marca, demonstrar os principais objetivos e metas para o próximo ano e reiterar a promessa que a diferencia no mercado, para citar alguns exemplos mais diretos.

Por exemplo: fusões e aquisições corporativas. Como sabemos, estas ocasiões geram conflitos entre as diferentes culturas corporativas que passam a ser unificadas. Por que não trabalharmos este aspecto no posicionamento do evento, tornando a experiência mais abrangente, didática e positiva para o colaborador?

Com base neste cenário, nós definimos os cinco principais pilares para o desenvolvimento do branding em eventos corporativos:

1. Mensagem: ter claro qual a principal mensagem deste evento. Ela irá direcionar o rumo do evento. Além de comemorar, o colaborador pode aprender, se motivar, se engajar e se preparar para os novos desafios do próximo ano.

2. Design: traz a personalidade do evento. Uma logomarca que não apenas embeleze, mas personifique a mensagem da festa e marque a ocasião. Todos os materiais de comunicação devem estar alinhados com a mesma proposta, dando suporte a sua representação.

3. Valor percebido: é o peso que a logomarca e a comunicação conferem ao evento em si, e se este peso é percebido diretamente pelos colaboradores.

4. Contexto: reflete exatamente a realidade atual da empresa. Por exemplo: se a empresa está passando por um processo de fusão, a temática deve transparecer este momento.

5. Colaboradores: enxergar o colaborador como um “cliente” neste encontro. Facilitar acesso às informações, esclarecer dúvidas e ouvir opiniões são alguns exemplos de como reforçar a imagem da marca juntos aos participantes, promovendo uma participação mais proativa e orgânica.

Seguindo estes pilares, conseguimos transformar o que seria uma festa simbólica em uma experiência mais completa e rica do ponto de vista do aprendizado e da aproximação constante entre a marca da empresa e os seus colaboradores.

*Enzo Averoldi – sócio-diretor da AmittiBrasil Gestão de Marcas (www.amittibrasil.com.br).

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Próximo Programa: 23/09 - Ferramentas Inteligentes para Gestão de Pessoas

O Programa Alma do Negócio tem como missão auxiliar os empreendedores a buscarem ferramentas inteligentes para otimizar o dia a dia na empresa, para que o empresário possa concentrar os esforços na estratégia do seu negócio.

O tema Gestão de Pessoas já foi abordado no programa, porém devida a grande procura por novidades neste assunto fomos em busca do que tem de novo no mercado. Paola Tucunduva convidou Marco Polo Lima para participar do Programa desta semana a fim de esclarecer dúvidas sobre como utilizar a ferramenta inteligente para gestão de pessoas da Redinteligente.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 16hs, AO VIVO, no canal da web http://www.justtv.com.br/. Não perca! Qual é a sua opinião sobre este tema? Compartilhe conosco! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Marco Polo Lima é Engenheiro Agrônomo, formado pela USP - ESALQ, tem pós graduação em Marketing pela ESPM, MBA Varejo pela URFJ – COPPEAD e Curso de Especialização de Marketing estratégico - parceria Cyanamid & Columbia University, New York - USA. Ocupou cargos nas áreas Comercial e Marketing, desde 2001 se tornou consultor de empresas pela Redinteligente, em gestão de negócios com foco em desempenho. Pela Redinteligente acompanhou implementações de projetos de melhoria de resultados através de práticas recomendadas e orientadas pelos indicadores de desempenho e interatividade do conhecimento para várias empresas.

O Programa Alma do Negócio é um programa de entrevistas que vai ao ar pelo canal www.justtv.com.br, e fala de forma clara e objetiva o que está acontecendo no mundo dos negócios. Idealizado e apresentado por Paola Tucunduva tem o objetivo de inspirar empreendedores através de entrevistas com empresários e consultores de sucesso.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Por que as empresas vão à falência? Por Maurício Galhardo*

Há diversas pesquisas que estudam os motivos pelos quais uma empresa vai à falência, mas se analisarmos todas estas pesquisas, podemos resumir a maioria das falências em cinco razões:

1) Misturar dinheiro PJ com dinheiro PF: A maioria dos donos de pequenas e médias empresas no Brasil não pára para analisar o que é gasto da empresa e o que é gasto pessoal. Desta forma, acaba pagando contas pessoais com dinheiro da empresa e vice-versa. Fica difícil saber se a empresa está sendo lucrativa ou não, pois o resultado final a cada mês está distorcido pelos inúmeros “saques” realizados na PF.

2) Ter um valor muito alto de Pró Labore: Como já escrito em artigos anteriores, o PL deve ser estabelecido em relação às funções que o dono executa no negócio. Na prática muitos fazem suas retiradas com base em suas necessidades pessoais, e não com base no valor que realmente vale o que fazem.

3) Falta de controle dos pequenos gastos: Poucos têm a real noção de que os chamados “pequenos gastos”, quando somados, podem se tornar altíssimos, causando a quebra de uma empresa. São os famosos: “eu não controlo isso, pois é pouco dinheiro...”

4) Falta de conhecimentos sobre juros: Por necessidade de crédito ou por má administração mesmo, buscam dinheiro rápido sem analisar o impacto que este crédito rápido trará ao seu negócio. Fazem antecipação de recebíveis sem pensar que quando antecipam, não terão mais este dinheiro lá na frente... e acaba se tornando uma bomba-relógio.

5) Falta de Capacitação em Gestão de Negócios: que na verdade engloba as quatro anteriores. Poucos empresários se dão o direito e dedicam tempo a se prepararem em Gestão. Com isso, gerenciam seus negócios por feeling, sem fazer uso de bons Indicadores de Performance.

Claro que estas não são as únicas causas de falência. Falta de metas, falta de planejamento, falta de conhecimento de mercado, concorrência, etc. também são fatores cruciais, mas os itens citados acima, que na verdade são puramente “Gestão Financeira” são os responsáveis por uma grande fatia das quebras...

Vale ficar atento.

Um forte abraço e até o próximo artigo.

Maurício Galhardo

*Maurício Galhardo - sócio diretor da Galhardo Treinamento e Consultoria Financeira e especialista em gestão financeira e finanças pessoais. Para saber mais acesse www.galhardo.com.br

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Próximo programa: 16/09 - Mídias Sociais com Gil Giardelli

Na era do conhecimento e criatividade, até que ponto é interessante desenvolver sistemas para bloquear redes sociais? Por que não guiar os funcionários para o bom senso, um meio termo? Como tudo isso está interligado a qualidade de vida?

Com a popularização da internet e a constante movimentação de informações, grandes empresas acabam não conseguindo acompanhar as mudanças, e deixam escapar grandes talentos por não compreenderem as novas necessidades. São empresas do século XX com funcionários do século XXI.

Quais conflitos esta diferença acarreta? Como suavizá-la de forma simples?

Paola Tucunduva convidou Gil Giardelli para participar do Programa Alma do Negócio desta semana, a fim de esclarecer dúvidas sobre este tema recente que tem gerado tanta discussão.

Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 16hs, no canal da web http://www.justtv.com.br/. Não perca! Qual é a sua opinião sobre este tema? Compartilhe conosco! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!

Gil Giardelli – Ceo da Gaia Creative, palestrante em mais de 450 eventos e em empresas como TV Globo, BNDES, Vivo, Natura, Motorola dentre outras. Coordenador de quatro cursos no Centro de inovação e criatividade da ESPM e professor de MBA e Pós graduação da ESPM – São Paulo e Brasília.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A Transição por meio de Alice, Por Paulo Kretly*

As aventuras de Alice no País das Maravilhas não povoaram só a criatividade do cineasta Tim Burton, que passou quase dois anos filmando Alice, um sucesso de bilheteria. O clássico escrito em 1865 pelo inglês Lewis Carroll é inspirador em muitos aspectos. Em Através do Espelho, uma continuação do clássico, Alice e a Rainha Vermelha pararam para descansar sob uma árvore depois de terem corrido a toda velocidade. Alice então olhou para os lados e questionou:

“- Acho que ficamos sob essa árvore o tempo todo! Tudo está igualzinho!

- Claro que está – disse a Rainha. – O que você esperava?

- Em nossa terra – explicou Alice, geralmente se chega noutro lugar quando se corre muito depressa e durante muito tempo como fizemos agora.

- Que terra mais vagarosa! – comentou a Rainha. – Pois bem, aqui, veja, tem de se correr o mais depressa que se puder quando se quer ficar no mesmo lugar. Se você quiser ir a um lugar diferente tem de correr, pelo menos, duas vezes mais rápido do que agora.”

Não é incomum acharmos que precisamos ser constantes em nosso trabalho, mas corremos e não saímos do lugar. A constância pode ter um efeito parecido com a inércia, lei escrita por Isaac Newton. Segundo Newton, um corpo em movimento continuará se movendo indefinidamente caso nenhuma força externa aja sobre ele. No entanto, para que as interferências que temos em nossas vidas sejam positivas, temos de interiorizar o conceito da perseverança. A perseverança precisa de constância para persistir nas estratégias usadas, ou até na consciência de que se deve mudá-las para atingir um objetivo. No entanto, se a constância não estiver atrelada à perseverança pode virar mesmice e apego à rotina. Quem é perseverante corre duas vezes mais rápido como falou a rainha.

Quando uma organização acredita nisso e comunica o conceito à sua equipe é mais fácil que seus colaboradores saiam do comodismo para operar mudanças, fazendo com que a empresa alcance seus objetivos. É importante lembrar que, ser perseverante não é ser obcecado, insistir em erros, não aceitar opiniões ou ter reações prepotentes. Por melhor que seja um colaborador, ele tem de mostrar qualidades ao seu gestor e a capacidade de ir mais além, para que não seja perpetuado em uma função que certamente desempenha bem, mas nada mais do que isto.

As interferências, como na lei da física, são as coisas que mais necessitamos para sermos impulsionados para a frente. Porém, cabe a nós decidir se o desafio nos derrubará ou nos dará forças para dar a volta por cima.

O que fez Nelson Mandela, um menino pobre da comunidade rural, ter se tornado líder revolucionário e chegar a ser presidente da África do Sul? “Nunca fui um messias, mas um homem comum, que se tornou um líder por causa de circunstâncias extraordinárias”, comentou Mandela, firme em seus propósitos. Como principal representante do movimento antiapartheid ele foi um grande guerreiro pela liberdade e apesar de ter passado 27 anos na prisão, seus esforços foram e são reconhecidos.

Em proporções diferentes o ser humano, em geral, tem oportunidades de se superar. Recentemente a Revista Veja citou que diversos setores da economia brasileira crescem numa velocidade superior a 10% ao ano e que a subida da maré econômica tira milhões de brasileiros da pobreza e, no nível superior da pirâmide social, está produzindo um novo milionário a cada dez minutos. E conta ainda como os empreendedores tem tirado proveito dessa fase de prosperidade. No entanto, nem sempre foi assim e apesar de estar feliz com os bons resultados e a perspectiva de um futuro próximo favorável, fiquei ponderando o quanto o brasileiro teve de desenvolver a criatividade e a pró-atividade para superar seus obstáculos pessoais, profissionais e da própria economia do país.

As últimas décadas foram de transição e levaram a mudanças substanciais para termos os resultados que colhemos agora. A transição garante que as mudanças rompam com hábitos, tradições ou estruturas obsoletas e até improdutivas substituídas por um sistema mais benéfico e produtivo. A frase de Jack Welch reitera esses conceitos: “Ao buscar o que é aparentemente impossível, você muitas vezes faz o impossível”. O segredo de um líder é fazer com que sua equipe acredite em seu próprio potencial.

*Paulo Kretly é presidente da FranklinCovey Brasil (www.franklincovey.com.br), e reconhecido palestrante em liderança, gestão e produtividade pessoal e interpessoal.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Tendências contemporâneas e as oportunidades para inovar, por Martha Terenzzo*

Analisar o que está ocorrendo é parte do meu dia-a-dia e para entender essas tendências é necessário ter muitas conexões, observar comportamento humano na vida real, expor-se a diferentes culturas e enxergar algumas vezes o invisível. Analisar tendências é uma atividade extremamente complexa, e muito importante para antecipar-se ao mercado. Tentar entender comportamentos e expressões individuais desse cotidiano representa descobrir novas formas que o inconsciente coletivo poderá ter no futuro.

Compartilho duas tendências que cada vez mais se solidificam no nosso cotidiano e impactam em novas oportunidades de negócios a serem exploradas, o efeito “cocooning” e a segunda carreira de “baby boomers”-pessoas com mais de 40 anos:

Encasulamento: Tendência cunhada por Faith Popcorn no início dos anos 90 e que ocorre há muitos anos em grandes cidades urbanas e tem como principal propulsor fatos como excesso de gente, falta de segurança, disseminação de informação sobre doenças, novas bactérias e vírus que aterrorizam nossos sonhos.

Um forte impulso de ficar dentro de casa, quando o lado de fora se torna muito ameaçador e difícil de viver. O efeito “cocooning”, ou seja, a transformação do lar em verdadeiros ninhos de segurança. Milhares de novos negócios e oportunidades foram criados: ofertas de filmes pela TV a cabo, pizzas congeladas, serviços delivery e a Internet cada vez mais utilizada para fazer compras e escolhas antecipadas de serviços e produtos. A web traz uma nova forma de entreter e se relacionar, há música, novos softwares, produtos que podem ser comprados ou ofertados, compra antecipada de ingresso para shows, teatro e cinema.

Defendemos nossa prole através de sistemas complexos de segurança nos prédios e comunidades que vivemos. Blindamos nossos carros, pedimos comida em casa, fazemos mais churrascos e reuniões entre amigos. Construímos muros cada vez mais altos e transformamos nossos lares em possíveis bunkers aconchegantes e cheios de opção. É nossa tendência a se proteger e se perpetuar.

Saindo fora: Depois de mais de 20 anos de ambição em grandes empresas, muitos executivos se questionam se devem ou não permanecer, se deve continuar suas carreiras nessas corporações. Geralmente baby boomers com bons salários e bônus, que investiram mais de 14 horas por dia, estão deixando seus postos e altos salários, optando por uma vida mais simples, calma e psicologicamente mais satisfatória.

Sabem que esse estilo de vida como sedentarismo, alto nível de estresse, uso de medicamentos pode causar sérios problemas a sua saúde, mas também descobriram que há maior longevidade e meios para obter uma melhor qualidade de vida. O paradoxo entre essas possibilidades leva essas pessoas a uma grande reflexão de vida. Não se trata de negar o modelo corporativo adotado e sim uma nova forma e expectativa de viver, agregada ao que foi construído.

Alguns desses profissionais questionam o valor intrínseco para obter uma nova posição de poder, e o custo emocional para isso ocorrer. Alguns usam um período sabático que pode incluir serviços às ONGs, percorrem caminhos espirituais, ou fazem novos cursos. Encontram também outras formas de empreender e aprender. Executivos que deixam a carreira para montar seu próprio negócio, dar aulas, fazem novos cursos de especialização e mudam de carreira depois dos 40.

Conectam-se com amigos de infância encontrados nas redes sociais, revisitam seus sonhos e partem para novas experiências de vida. É um novo indivíduo carregado de experiência profissional, pronto para consumir novas formas de ser. Lêem outros livros, experimentam novas viagens, consomem novas roupas. Mudam sua forma de viver.

Tendências que moldam nossas vidas e comportamentos que expressamos através de novos hábitos e atitudes. Antecipá-las, uma atividade cada vez mais complexa, mas cada vez mais fascinante, dessas criamos oportunidades de novos negócios e inovação que virão por aí.

*Martha Terenzzo - gestora de inovação e business da Inova 360º. Você pode contatá-la pelo MSN (martha.terenzzo@hotmail.com), Linkedin (martha.terenzzo@uol.com.br) ou Twitter (@marthaterenzzo9).

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Astrologia Empresarial - Programa do dia 09.09

O que a astrologia pode ajudar dentro de uma empresa? Por que está sendo tão procurada por todos os ramos?
A Astrologia Empresarial assessora as empresas principalmente na hora de tomar decisões importantes. Como J. P. Morgan disse uma vez: “Milionários não usam Astrologia, só os bilionários”.

Pode-se utilizar o conhecimento astrológico para saber o melhor momento para fazer investimentos, abrir o próprio ou mais um negócio, lançar produtos e promoções, além de auxiliarem nos processos seletivos através da análise do mapa astral do candidato, e muito mais.
Como este serviço funciona e de qual forma vem atuando no mercado?
Paola Tucunduva convidou Maura Lanari para participar do Programa Alma do Negócio desta semana, a fim de esclarecer dúvidas sobre este assunto tão polêmico.
Assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira às 16hs ao vivo, no canal da web www.justtv.com.br. Não perca! Qual é a sua opinião sobre este tema? Compartilhe conosco! Assista, participe enviando suas dúvidas e amplie a sua visão!
Maura Lanari – Formada em Arquitetura pela Universidade Mackenzie e Astrologia pela Faculdade de Astrologia Delphos, se especializou em Técnicas Combinadas de Previsão, Astrologia Vocacional, Empresarial, Sinastria e Astrologia Mundial. Atualmente é membro do NCGR – National Council for Geocosmic Research com sede em Onset, Massachussets – EUA.
O Programa Alma do Negócio é um programa de entrevistas que vai ao ar, ao vivo, pelo canal http://www.justtv.com.br/, e fala de forma clara e objetiva o que está acontecendo no mundo dos negócios. Idealizado e apresentado por Paola Tucunduva tem o objetivo de inspirar empreendedores através de entrevistas com empresários e consultores de sucesso.

Participe do sorteio de uma consulta astrológica com Maura Lanari!

Várias empresas de diversos tamanhos e segmentos utilizam a astrologia e suas ferramentas para direcionar decisões e sentir o mercado.

Dia 09/09 às 16h pelo www.justtv.com.br, Paola Tucunduva entrevistará ao vivo Maura Lanari e divulgará o sorteado (a) a ter uma consultoria pessoal ou profissional exclusiva de 1h30 via skype com a astróloga!

Quer participar? Acompanhe-nos no twitter, retwitte nossa mensagem e assista o programa no dia 09. O sorteado será anunciado ao vivo!

Boa sorte!