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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Tendências para o Marketing – Business RoundUp 2011 AmCham - * Por Enzo Averoldi

Participamos hoje do “Business Round Up 2011” promovido pela Câmara Americana de Comércio, encontro no qual diversos representantes setoriais expuseram suas perspectivas para o ano de 2011. Após o painel de abertura, tive a oportunidade de palestrar durante alguns minutos sobre a questão da Gestão de Marcas e o Branding como ferramentas de vital importância para o Marketing, no workshop “Visão 2011 nas Corporações”.

Ao final deste workshop, conduzido pela coordenadora acadêmica da área de marketing da pós-graduação da ESPM, Daniela Khauaja, construiu-se um compilado das 10 Principais Tendências para o Marketing que foram levantadas pelas mesas participantes. Compartilho com vocês a seguir:

1. Sustentabilidade

- Apesar de ser considerado um assunto que já não é novidade, a questão da Sustentabilidade ainda é a bola da vez. Fala-se muito, mas pratica-se pouco. As ações ainda são incipientes no universo das pequenas e médias empresas, pois o retorno no curto e médio prazo é praticamente zero, enquanto a realidade demanda uma resposta comercial mais rápida. Porém, a grande parcela das empresas apresenta interesse em desenvolver projetos de cunho ambiental, social e cultural em um futuro próximo.

2. Intensificação no uso de Redes Sociais

- As ferramentas são gratuitas e todos têm acesso. Mas, a utilização ainda é um grande mistério para a maioria das empresas. Todas querem ter, mas a geração de conteúdo, manutenção das informações e melhores práticas de relacionamento aplicadas ao Twitter, Facebook, Orkut etc ainda são desafios a serem suplantados. Como no caso da Sustentabilidade, o retorno vem do ganho na imagem positiva de marca, principalmente.

3. Expansão dos canais de venda

- As empresas buscam maneiras inovadoras de realizar a distribuição e comercialização de seus produtos. O ponto-de-venda tradicional, seja uma loja ou supermercado, já não se apresenta mais suficiente, e existe espaço para novos modelos de comercialização e, até mesmo, somente demonstração de produtos, como por exemplo, as lojas experienciais, clubes de descontos on-line e lojas de amostra-grátis. A expansão comercial também está atrelada ao estudo mais focado de mercados locais, com maior proximidade do consumidor final e certeza de que a demanda está correspondida pela oferta.

4. Gestão do CRM realizada pelo próprio consumidor

- Ao invés das empresas irem atrás das informações relacionadas, o consumidor é visto de maneira proativa nesse modelo: é ele quem disponibiliza seus dados e realiza o registro dos mesmos nos data-bases e é ele quem controla estas informações. Esse formato quebra o paradigma de análise passiva destes dados por parte da empresa, e torna o consumidor um participante mais engajado, auxiliando no desenvolvimento de produtos e serviços.

5. Investimento na área de Gestão da Informação / Conhecimento

- As empresas continuarão investindo pesado nas áreas de informação como Inteligência de Mercado e Tecnologia da Informação, no intuito de desenvolver cada vez mais os bancos de dados e ampliar o conhecimento com relação aos seus consumidores, no intuito de desenvolver novas estratégias e formatos comerciais para atingi-los de maneira mais precisa. É essencial ir fundo no estudo do comportamento e hábitos dos consumidores, em seus diversos segmentos.

6. Formação e desenvolvimento pessoal

- Dada a grave crise na educação básica brasileira, muitos profissionais deverão passar por um processo de “reeducação” dentro das empresas. A demanda por profissionais especializados, ironicamente, também apresenta problemas no que tange à formação acadêmica: muitos recém-formados possuem dificuldades que, em um primeiro momento, eram só encontradas nas camadas menos favorecidas (leitura, redação e compreensão de textos). Um dos setores mais afetados neste caso é o da construção civil, no qual a demanda por trabalhadores especializados é crescente, mas as contratações são barradas pela formação insuficiente dos candidatos.

7. Gestão de Marcas

- As empresas despertaram para importância do Branding, da construção e manutenção da imagem da marca. Não basta mais ter uma campanha de publicidade tradicional: é preciso construir valores mais sólidos, condizentes com a proposta da empresa, e aprender a praticá-los quase que religiosamente. A comunicação neste caso é representada por uma via de mão-dupla: o consumidor fala, a empresa escuta e dá uma resposta à altura para o consumidor.

8. Velocidade de Inovação

- A velocidade com que novos produtos deverão ser lançados continuará crescente, com intervalos cada vez menores. O consumidor terá suas necessidades atendidas de maneira mais rápida, através de produtos e serviços lançados de acordo com seu perfil e suas necessidades.

9. Ampliação de atuação das empresas por meio de fusões, parcerias e aquisições

- A velocidade e a quantidade de fusões e aquisições não dão sinais de diminuir, como o caso da Perdigão-Sadia, McCkann-Ericsson e W/Brasil, Itaú-Unibanco dentre outras, nos mais diversos segmentos de atuação.

Em um país com uma extensão continental como o Brasil a ocorrências dessas fusões e parcerias se explica, pois é necessário que as empresas estejam presentes em todo este mercado.

10. Micromarketing

- Apesar de ser um termo relativamente antigo, continuarão as ações de comunicação, relacionamento e marketing direcionadas a nichos de mercado considerados importantes e de alto valor para as empresas, sejam eles fornecedores, clientes ou consumidores de produtos.
Em linhas gerais, a grande mudança ocorre no sentido do relacionamento: como as empresas devem se aproximar e quais as maneiras de entender o consumidor: redes sociais ainda são um mistério para boa parte delas, por exemplo. Corporações deixam de se ver como entidades puramente físicas e passam a dar maior valor para a marca corporativa (brand equity), o branding e a gestão da marca, buscando a inovação através da correta interpretação das informações, do conhecimento e de uma relação mais próxima junto a seus públicos de interesse.

*Enzo Averoldi - Sócio-Diretor da AmittiBrasil - Gestão de Marcas (www.amittibrasil.com.br)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

“A Reforma ortográfica, bitucas e sustentabilidade” *por Lívio Giosa

É para refletir. O que têm de comum estas palavras do título do artigo?

Vamos por partes. Primeiro, a definição. Sustentabilidade é um princípio de uma sociedade que mantém as características necessárias para um sistema social justo, ambientalmente equilibrado e economicamente próspero por um longo período de tempo.

Com este entendimento, pressupõe-se a nova posição da sociedade sobre o tema em si e sobre a questão dos impactos das mudanças climáticas.

São mais do que notórias as alterações constantes, concretas e sérias que o clima vem demonstrando. O aquecimento global, à luz das emissões de CO2, nos leva a novas atitudes individuais e coloca em jogo a necessidade imediata de mudanças de comportamento frente a estes impactos.

E aí, uma coisa puxa a outra.

Veja e avalie estas duas situações.

Com a reforma ortográfica, centenas de milhares de livros de português estão condenados ao desuso. O que fazer com eles? Não dá para doar (pois não servirão para estudo), não dá para lê-los em salas de aulas ou séries. Realmente, não dá mais para utilizá-los.

O que foi feito, então, deste imenso material? Foi tudo para o lixo!

Pouquíssima preocupação com a reciclagem, a destinação final dos exemplares que viraram resíduos não foi aproveitada na quase totalidade dos municípios do Brasil.

Cena comum, que teve atenção e tristeza dos poucos preocupados com o meio ambiente e sem nenhuma atenção dos executivos públicos e sua gestão sustentável.

Por outro lado, a proibição do fumo nos ambientes fechados, através de Lei em vigor no Estado de São Paulo, teve um fim comum a todos os fumantes: quem praticar o vício, então que o faça lá fora!

E aí, quem se prejudicou foram as cidades. Nunca se viu tantas bitucas de cigarros no chão! E o pior, é que agora elas se concentram em quantidades incalculáveis em pontos comuns: portas de bares, restaurantes, shoppings, estações, prédios comerciais e outros locais de grande concentração.

O que antes estava disperso nas calçadas e sarjetas das ruas, agora, juntas, elas provocam muitos problemas. Sujeira total que se multiplica na chuva, estufando e entupindo todos os bueiros próximos.

Não há nenhuma atenção para minimizar esta constatação, nem processo de reciclagem e nem uma criativa forma de destino, guarda e reuso destes resíduos.

A conclusão que queremos chegar é que a questão da sustentabilidade deve, imediatamente, assumir uma condição prioritária na vida das pessoas e, principalmente, dos agentes públicos.

O livro e a bituca são duas amostras simples do quanto a falta de políticas públicas e conscientização da sociedade acabam influenciando o nosso dia-a-dia, mexendo com as nossas zonas de conforto e nos levando a novas escolhas que darão o sentido exato da nossa vida que pode sim ser sustentável.

É o poder que temos em enxergar que novas atitudes deverão ser tomadas imediatamente para minimizarmos os impactos de nossas ações em relação ao meio ambiente e às emissões de carbono.

Só assim, teremos certeza que estaremos abraçando a causa e tentando proporcionar um novo modelo de vida em sociedade.

E aí, certamente, os nossos filhos e netos, herdeiros do futuro, agradecerão.

* Lívio Giosa – Presidente do CENAM – Centro Nacional de Modernização Empresarial; Presidente em exercício da ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil e do IRES – Instituto ADVB de Responsabilidade Socioambiental.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Gestão do Conhecimento e Sustentabilidade - Por Sonia Wada*

O grande desafio do século XXI é promover o desenvolvimento sustentável. O que significa atuar de forma economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta. O crescimento econômico não pode se contrapor aos pilares da sustentabilidade, portanto, as organizações precisam, cada vez mais, adotar práticas sustentáveis. Manter políticas de administração responsáveis, buscar alternativas de produção que utilizem recursos renováveis, promover ações que protejam o meio ambiente e a sociedade são algumas das iniciativas a serem tomadas e a gestão do conhecimento pode facilitar sua aplicabilidade.

O conceito de desenvolvimento sustentável possui três variáveis principais: Social – pela visão de uma sociedade mais equilibrada, com melhoria da qualidade de vida, mais distribuição de renda, mais saúde e oportunidades de educação e emprego. Econômica – com melhor alocação e gerenciamento mais eficiente dos recursos, um fluxo constante de investimentos públicos e privados e menor desigualdade de renda. Ecológica – com o uso racional dos recursos naturais, consumo de energias renováveis, redução de poluentes e resíduos e proteção ambiental.

Por meio da gestão do conhecimento aplicada às práticas de sustentabilidade, empresas passam a se preocupar não só com sua viabilidade econômica, mas assumem a responsabilidade social perante todos envolvidos na cadeia produtiva, desde os acionistas, investidores e governos até a comunidade e o meio ambiente, passando por clientes, colaboradores e fornecedores.

Preceitos de geração de conhecimento não são estratégias inovadoras, sempre foram utilizados para a tomada de decisões. A diferença é como gerir esse saber acumulado, esquematizá-lo e disponibilizá-lo da melhor maneira possível para aprimorar a cultura da organização. Saber como usar o conhecimento, estabelecendo práticas, padrões e sua disseminação junto aos públicos internos e externos trazem vantagens competitivas e benefícios duradouros para a sustentabilidade.

O paradigma da gestão do conhecimento possibilita a criação de uma série de processos para a captura, organização, disseminação e utilização dos múltiplos conhecimentos para a melhoria do desempenho, geração de riquezas, qualificação das equipes e investimento em ações mais voltadas à transformação social.

Um dos introdutores dos princípios que hoje são base da gestão do conhecimento, o pesquisador Ikujiro Nonaka dizia que “o conhecimento é um processo humano dinâmico para justificar a crença pessoal com relação à verdade”. Por isso, o que coloca uma organização em vantagem competitiva sustentável é o conhecimento que ela detém, a eficiência com que utiliza essas informações e a velocidade com que realiza inovações a partir desses dados. Para isto, precisa garantir subsídios aos procedimentos adotados em seus processos de gestão.

A gestão do conhecimento requer um profundo estudo das rotinas de trabalho, o pleno acesso às fontes de informação e a compreensão de como esses valores influenciam os modos de operação, desde a alta administração da empresa até as pessoas envolvidas em cada processo, direcionando cada patamar a seguir pelo caminho da sustentabilidade.

Além disso, promover a gestão do conhecimento com vistas ao desenvolvimento sustentável é propiciar novas idéias, que confirmem o artigo 225 da Constituição brasileira: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

Que as empresas aprendam a usar o conhecimento de seus colaboradores, transformando-o em ações sustentáveis. Do mesmo modo, que estimulem o aprendizado desses profissionais por meio de cursos, palestras, treinamentos, programas de conscientização ambiental e de sustentabilidade. Somente assim será possível promover novas práticas, desenvolver novos hábitos, planejar ações e disseminar noções que respeitem a sustentabilidade. Educação é fundamental para ampliar a consciência coletiva de desenvolvimento sustentável e preparar o mundo para as futuras gerações.

Termino lembrando a Conferência Mundial sobre a Ciência, realizada em Lisboa, em 1999. “Todos vivemos no mesmo planeta e todos fazemos parte da biosfera. Temos que reconhecer que estamos numa crescente interdependência e que o nosso futuro se encontra intrinsecamente ligado à preservação dos sistemas globais de apoio à vida e reconhecer que urge utilizar o conhecimento de todos os campos da ciência de um modo responsável para responder às necessidades e às aspirações humanas sem abusar desse conhecimento.”

* Sonia Wada é pesquisadora, formada em Biblioteconomia e Documentação pela ECA/USP, especialista em informação tecnológica e gestão do conhecimento e mestre em Inteligência Competitiva. Atualmente é diretora presidente da SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (www.sbgc.org.br) e do KM Brasil 2010 – Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (www.kmbrasil.com), evento que acontece em novembro, sobre o tema sustentabilidade.

sábado, 13 de março de 2010

Programa 24 - Sustentabilidade

No dia 04/03 abordamos o assunto sustentabilidade no Programa.

Foi muito interessante, tivemos a participação da Renata Barini da Esphera Ambiental e Vitor Seravalli da Seravalli Consultoria.

Se você não pode assistir no dia, aproveite para assistir agora.


quarta-feira, 10 de março de 2010

Qual o significado de Sustentebilidade?

Eu tive uma reunião com a Marina do CONSULado da Mulher (ação social da Consul-Whirpool) e ganhei a Revista deles onde logo na primeira página li alguns significados para a palavra SUSTENTABILIDADE apresentadas no Fórum Social Mundial. Como foi o tema do nosso programa da semana passada decidi colocar aqui, pois nos ajuda a definir como eu posso contribuir com a tão falada sustentabilidade.
  • Sustentabilidade Ambiental: como consumir o necessário sem acabarmos com os recursos do planeta;
  • Sustentabilidade Social: como gerar oportunidades de renda com qualidade de vida para todos;
  • Sustentabilidade Cultural: como respeitar a diversidade de culturas e opiniões entre os povos e pessoas;
  • Sustentabilidade Ética: como aplicar a ética nas nossas vidas na construção de um mundo mais justo para todos e todas.

Você concorda? Como você está praticando a sustentabilidade na sua vida pessoal e profissional? Seus comentários são muito importantes para nós.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Sustentabilidade

* por Bárbara Bertho Lasci

Acordamos cedo todos os dias, nos preparamos e quando vamos finalmente sair para trabalhar, vem o causador do mau humor matinal: o trânsito. Para quem vai de ônibus o trânsito atrapalha o horário de chegada, mas para os que vão de carro, o atraso vem acompanhadas pelo stress daquelas fechadinhas ou buzinadas, sem contar aquela multinha no fim do mês.

Mas você já parou para pensar que ainda cabem quatro pessoas no seu carro e que isso poderia significar uma economia de 4/5 de gasolina, estacionamento, stress, já que revezariam no volante, e 4 carros a menos para poluir, atrapalhar e atrasar você? Mesmo que tenha que dar aquela desviada no caminho para pegar alguém, reparou o quanto valeria a pena para o meio ambiente e para o seu bolso?

Algumas pessoas associam sustentabilidade a maiores custos. Realmente, se você ver a curto prazo, a lâmpada fluorescente e o aquecedor solar são caros, mas a economia feita a longo prazo somada ao quanto não poluiu o meio ambiente supera o gasto e as expectativas dos consumidores desse tipo de tecnologia verde.

Chegando ao trabalho você vê seus colegas gravando arquivos em CDs e DVDs que não podem ser reutilizados e que são feitos de plástico. Além de ser brega e demorado, já temos como compartilhar arquivos grandes pela internet de forma gratuita e segura, sem contar com a versatilidade de um pen drive.

Senta-se em sua mesa e se depara com aquela caixa que mal deixa você observar o que tem atrás do monitor. Este tipo de monitor gasta mais energia que os de LCD, cujo preço vem caindo a cada dia. Para as empresas mais flexíveis vale ainda investir em um notebook, ele é ainda mais econômico.

Após ligar o computador, vai beber um pouco de água, afinal estamos em um país tropical e no verão não tem como ser diferente. Chegando lá, se depara com o lixo transbordando de copos plásticos e nem chegou o horário de almoço ainda. Se as pessoas utilizassem uma caneca bonita, um copo comum de vidro ou uma garrafinha de água, esses copinhos plásticos seriam economizados e não teriam que levantar de suas mesas para pegar mais água.

Chega novamente em sua mesa e vê aquele screem saver saltitando todas as cores do arco-íris de um lado para o outro freneticamente com o nome da empresa e quando vai para a área de trabalho, aquele papel de parede branco básico. Exageros a parte, pequenos atos podem economizar energia. Opte pelo modo econômico da sua maquina, um screem saver e um papel de parede totalmente preto. Além de não cansar os olhos, ele pode economizar até 20% de energia.

Após executar suas tarefas, você precisa mandar o produto final para o cliente ou enviar aquele contrato para alguém assinar. “Vou chamar o motoboy” é o que vem a cabeça. A moda agora é chamar um bikeboy ou biciboy. Como o próprio nome já sugere, os bikeboys fazem o serviço dos motoboys de forma mais barata, tempo semelhante e sem emitir um gás poluente.

Acabado as tarefas, você se arruma para voltar para a casa e mais uma vez pegar trânsito com o seu carro que lutou tanto para comprar. Abra a mente para alternativas sustentáveis e confortáveis, afinal, mesmo que pegue trânsito, curtir uma música sentado no banco do passageiro sem correr o risco de baterem no seu carro do ano é uma ótima forma de terminar o expediente.





* Goena Comunicação

Programa do dia 04/03/2010 – Sustentabilidade

Atualmente falar em gestão de negócios sem falar em sustentabilidade é quase impossível. De acordo com algumas pesquisas já realizadas muitas empresas sabem a importância das práticas sustentáveis, mas acreditam que isso é um custo, que esse assunto é só para grandes empresas ou que são necessárias muitas pessoas para desenvolver esses projetos.

Porém, o conceito de sustentabilidade é desenvolver-se no presente sem prejudicar as gerações futuras ou ainda, equilibrar de forma adequada os pilares Econômico, Ambiental e Social.

Para conversar sobre os 3 pilares da sustentabilidade com dicas práticas que podem ser aplicadas em empresas de micro, pequeno e médio porte que Paola Tucunduva convidou dois especialistas nessa área Renata Barini e Vitor Seravalli.

O Programa Alma do Negócio vai ao ar nesta 5ª-feira, 04/03/2010, ao vivo, às 15hs, no canal da web www.uptv.com.br. Não perca!

Renata Barini é formada em Engenharia Agronômica pela ESALQ-USP com pós-graduação em Gestão Ambiental - PROENCO e especialização em Auditoria Ambiental-EARA e Arquitetura Paisagística pela FUPAM. Sócia diretora da Esphera Ambiental.

Vitor Seravalli é Engenheiro Químico, com especialização em Terceiro Setor. É Presidente do Comitê Brasileiro do Pacto Global (ONU), Diretor de Responsabilidade Social do CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, membro do CONSOCIAL (Conselho Superior de Responsabilidade Social da FIESP) e do Conselho de Administração da Fundação ABRINQ, além de professor universitário, consultor da GTZ e sócio diretor da Seravalli Consulting.

terça-feira, 2 de março de 2010

Participe do sorteio desta semana!

Participe do sorteio desta semana!

Dia 04/03, no final do programa você fica sabendo quem foi o sorteado (a).

Se o sorteado for da cidade de São Paulo, a Goena Comunicação ofecere uma palestra especial na sua empresa sobre conscientização ambiental.

Se o sorteado estiver fora de SP, a Goena ofecere um bate-papo online sobre sustentabilidade.

Cadastre-se agora mesmo no blog para receber as novidades e concorra! Seu cadastro só valerá para o sorteio se feito até dia 03/03, às 23h59! (se você já se cadastrou alguma vez, não tem problema, é só inserir o email novamente).

Boa sorte!