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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Programa Alma do Negócio comemora a audiência

O Programa Alma do Negócio só tem a comemorar e a agradecer a você pela audiência conquistada durante esse ano de 2010.

Desde o início do programa conquistamos o nosso espaço e a fidelidade do nosso público e isso se expressa nos números divulgados pelo canal web www.justtv.com.br (a casa do Alma do Negócio desde setembro/2010), onde inicialmente atingimos cerca de 4600 acessos (por programa) e após apenas 3 meses já alcançamos 10 mil acessos no mês de dezembro.

Os números conquistados são o resultado do trabalho exercido por Paola Tucunduva idealizadora e apresentadora do programa que busca a cada semana trazer temas inovadores, com uma linguaguem clara, objetiva e inteligente, sempre pensando no seu crescimento pessoal e no desenvolvimento da sua empresa.

O sucesso do Alma do Negócio é graças a sua participação. Você faz parte da nossa história!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Foco VS. Oportunidades - *Por Millor Machado

Na prática, empreender é a arte de responder todos os dias à pergunta “O que faremos agora?”. Como não existe alguém te passando ordens e ninguém sabe exatamente para onde vai o mercado, você possui uma quantidade gigantesca de opções. Ou seja, tomar decisões estratégicas é difícil pacas!

Um dos maiores dilemas que todas as empresas passam é: devo focar no que sou bom ou aproveitar novas oportunidades e expandir novos horizontes? A resposta para essa pergunta é a mesma para quase todas as perguntas sobre empreendedorismo: depende.

Foco te aproxima da perfeição

Seja criando um produto que ninguém mais consegue, estar em uma localização privilegiada ou oferecer o menor preço do mercado, seu objetivo em qualquer decisão estratégica é ter um diferencial competitivo.

Se esse diferencial é algo que interessa ao mercado, focar nos pontos que te fazem diferente pode ser uma excelente estratégia para aumentar sua distância dos concorrentes e se tornar o líder do seu mercado.

Nunca é possível chegar à perfeição

Na matemática existe um conceito chamado de assíntota, que basicamente significa que por mais que você se esforce, você nunca chegará a determinado ponto. Além disso, quanto mais perto você chega do ponto, mais difícil fica de se aproximar dele.

Em termos empreendedores, uma estratégia perfeita é justamente como uma assíntota. Você pode conseguir excelentes avanços e chegar muito perto da perfeição, mas em algum momento será quase impossível fazer novos progressos com a mesma estratégia. Nesse instante pode-se dizer que a fonte secou, chegou a hora de buscar novas possibilidades.

Oportunidades te fazem andar a passos largos

Considerando que uma hora ou outra a fonte irá secar, é fundamental ficar de olho em novas oportunidades, já que elas que te trarão outras fontes de receitas e alimentarão o crescimento da sua empresa.

Ao encontrar uma nova oportunidade, você tem a criar uma posição de referência no mercado, o que te trará um ótimo diferencial. Alcançando esse diferencial e tendo uma boa fonte de receitas, aí sim é hora de ter foco de novo e aproveitar ao máximo a oportunidade.

Conclusão: Analise em qual etapa você está

Como você deve ter percebido, a escolha entre ter foco e buscar oportunidades depende muito de qual estágio você está em sua estratégia.

Se você ainda não encontrou o “bife” do seu mercado, é hora de continuar buscando oportunidades até que você possa degustá-lo vorazmente (hora de ter foco). Antes que a fonte seque e você perca seu diferencial, é hora de buscar novas oportunidades e inovar.

Ou seja, como te falei no começo do artigo, depende...


*Millor Machado é formado em Engenharia de Controle e Automação pela Unicamp, trabalhou como consultor de gestão na A.T. Kearney, e é co- fundador do site Empreendemia que tem por missão orientar e conectar empreendedores brasileiros, acelerando negócios, além disso, Millor escreve no blog Saia do Lugar (http://www.saiadolugar.com.br/).

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Programação Especial - 23/12 à 6/01

O Programa Alma do Negócio traz a você entrevistas com temas diversificados, inovadores e voltados ao mundo do empreendedorismo

Durante o período dos dias 23 de dezembro à 6 de janeiro o Alma do Negócio tem programas especiais, para impulsionar você a iniciar 2011 com um novo olhar empreendedor. Sempre com o foco de trazer a você os melhores eventos do mercado empresarial Paola Tucunduva entrevistou a consultora Verna Allee e o diretor de negócios Todd Revolt, que atuaram como palestrantes no KMBrasil 2010, que foi realizado no mês de novembro na cidade de Gramado (RS). Este encontro é considerado o maior evento latinoamericano de Gestão do Conhecimento e reuniu profissionais do Brasil e de outros países.

Além do KMBrasil 2010, você vai acompanhar entrevistas realizadas em um dos mais renomados eventos de gestão de negócios do país o HSM.

Para abrilhantar os cases de entrevistas especiais, Paola convidou Jane Peterson para falar sobre o tema Constelação Organizacional uma tendência que tem conquistado força ao longo dos anos dentro das empresas, como uma forma de prevenir e solucionar problemas decorrentes no ambiente de trabalho.

O Programa Alma do Negócio é um programa de entrevistas que vai ao ar pelo canal http://www.justtv.com.br/, e fala de forma clara e objetiva o que está acontecendo no mundo dos negócios. Idealizado e apresentado por Paola Tucunduva tem o objetivo de inspirar empreendedores através de entrevistas com empresários e consultores de sucesso.

Todos os programas gravados estão disponíveis no blog http://www.almadonegocio.tv/, além da agenda com as próximas entrevistas, textos sobre temas relevantes para os negócios e muito mais. Envie suas dúvidas pelo blog, teremos uma satisfação enorme em respondê-las.

Veja abaixo o currículo dos nossos entrevistados:

Verna Allee: é co-fundadora e CEO da Value Networks e membro da World Business Academy; É assessora da Comissão Europeia, e senta-se numa série de Conselhos Consultivo e Editorial, incluindo a série de televisão Hazel Henderson Ethical Markets. Ela é autora de dois livros e mais de 50 artigos da indústria e trabalhos em redes de valor e gestão do conhecimento.
Allee é mestre em Liderança Organizacional e Consciência Humana de JFK University e bacharelado em Ciências Sociais e de Negócios Internacionais da Universidade da Califórnia, Berkeley. Ela é professora visitante em várias universidades ao redor do mundo, mais notavelmente na Universidade de Oxford, da Escola de Negócios Marshall da Universidade do Sul da Califórnia (Los Angeles), e sueco Hanken School of Business (Helsínquia).

Todd Revolt: Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Atlassian. Tem sido um membro de várias empresas que a colaboração prática e criação de conteúdo por meio do compartilhamento do conhecimento. Atualmente Todd administra mais de 400 parceiros em todo o mundo.

Jane Peterson: Trabalhou como coach executivo principalmente com empresários de pequenas e médias empresas nas áreas de produção, corretagem, software, organizações religiosas e bombeiros. Em 2001, funda o “Human Systems Institute”. Em 2004 e 2006 pertenceu ao corpo docente do IOTCI (International Organization Constellations Training Intensive) na Holanda. Em Março de 2006 foi oradora na 1ª Conferência Asiática Bert Hellinger. Foi a primeira engenheira contratada pelo seu departamento na Tektronix, Inc. em 1978. Introduziu os princípios de produção JIT e foi responsável por vários projetos e assumiu alguns lugares de direção. Tem bacharelado em Química pela Universidade Oregon. Também é Master Practitioner em PNL (Programação Neuro Linguística) com uma certificação avançada em Saúde e Bem-estar e é um coach certificado em Comportamento Profissional.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Tendências que moldam nossas vidas, expressões que definem nosso comportamento.(1) - *Por Martha Terenzzo

Vamos dar continuidade as tendências que moldam nossas vidas. Como as vimos surgem de confluências de vários fatores sociais, econômicos e psicológicos, causando certas mudanças em nossas rotinas e hábitos. Algumas delas viram necessidades após um tempo e transformam nossa sociedade; como estamos inseridos nela, assimilamos e alteramos parte do todo, com variações culturais e sociais, assim vão se formando as tendências.

A sedimentação de algumas dessas tendências tem forte conexão com a era econômica do excesso de ofertas de produtos e serviços que vivemos. Desejo de se reconectar ao passado e um tempo que não volta mais, a terceira tendência a Nostalgia-Volta ao Passado, está aí e representam a solidificação dos diferentes desejos individuais presentes no inconsciente coletivo, contendo variedade e estabilidade suficiente para continuar avançando no mercado.

As pessoas não querem mais ser tratados como multidão, Governos perdem credibilidade, o ambiente corporativo já não é mais tão atraente e gera certa desilusão, o capitalismo gerencial parece estar enfraquecido. Em quem acreditar? Em nós mesmos, atuando como cidadão, se nenhuma instituição o faz da forma como achamos melhor, nós consumidores, sentimos uma necessidade de participar de uma nova era e transformar. Surge à necessidade de fazermos algo pelo mundo, para a nossa sociedade, essa é a quarta tendência que abordaremos: SOS Social, um resgate da humanização da nossa sociedade.

Nostalgia-Volta ao Passado:

Alice no País das Maravilhas, o filme, que através de um novo olhar de Tim Burton gerou sucesso de bilheteria, teve uma quantidade imensa de produtos baseados no tema: jóias, roupas, bolsas, sapatos infantis, objetos de decoração e até inspirou cardápios de restaurantes modernos. A maluca e misteriosa estória, escrita em 1865 por Lewis Carroll voltou esse ano para encantar e resgatar um pouco da infância de “baby boomers” e conquistar novos fãs. Ao redor da estória, milhares de aparatos que nos fazem sentir certa nostalgia na fuga pelas nossas fantasias de infância.

A tendência da Volta ao Passado, através de relançamentos e “produtos vintage”, advém da saudade de uma infância despreocupada e introduz um novo sentido de leveza nas nossas vidas adultas, na maioria das vezes, excessivamente duras e sérias. Nos antigos costumes é possível encontrar certa ancoragem emocional e para sair da rotina obtendo um pouco de segurança num mundo tão moderno e urbano. A necessidade de buscar estímulos através do passado aparece através da moda principalmente.Pessoas mais velhas gastam mais com roupas temáticas, acessórios ,sapatos.Brinquedos de adultos, de Alice a toy art a necessidade nostálgica de voltar um pouquinho a experiência de ser criança ou jovem de novo.


Martha Terenzzo, é profissional de Inovação e Marketing, implementou áreas de Inovação, Marketing de alta performance em empresas como Sadia, Parmalat, Cargill, Ajinomoto, etc. Estabeleceu processos e metodologias específicas com visão na Gestão de Negócios e Inovação. Consultora de empresas de grande e médio porte para Inovação e Marketing, é Sócio-Diretora da Inova 360º. Ministra aulas e treinamentos na área de Inovação e Comportamento do Consumidor em Faculdades como Fia/Provar, ESPM, Madia School, IBMODA, in company. Formada em Marketing pela ESPM e tem curso de liderança executiva na Fundação Dom Cabral, atualmente faz Mestrado em Comunicação e Práticas de Consumo. É Vice Presidente de Informações do Retail Marketing Association-POPAI.


Martha.terenzzo@uol.com.br

twitter@marthaterenzzo9

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Próximo Programa 16/12 - Pesquisa ABF e ESPM sobre Internacionalização de Franquias - Ricardo Camargo - ABF

Você já pensou em abrir uma franquia do seu negócio no exterior?

A sua empresa já alcançou o sucesso no território brasileiro, e vencer novos desafios e desbravar mercados internacionais, se torna uma verdadeira necessidade. No entanto, ao tentar abrir uma franquia no exterior você se depara com diversos obstáculos a serem superados. Pensando nas dificuldades que os empresários encontram ao tentar abrir uma franquia fora do país a Associação Brasileira de Franchising (ABF) e a ESPM realizaram uma pesquisa com o objetivo de identificar e analisar os desafios que os empresários enfrentam na expansão de suas franquias.

A pesquisa foi apresentada na Praia do Forte na Bahia (BA) entre março e novembro, durante a 10ª Convenção ABF do Franchising. Segundo Ricardo Camargo diretor executivo da ABF “A amostra serve como orientação para o empresário que deseja internacionalizar-se”. A partir da consolidação dos dados foram identificados sete principais desafios a serem enfrentados pelas empresas que consequentemente servem de dicas para quem planeja exportar sua marca.

O primeiro desafio é a inovação, seja de produto ou serviço, o segundo desafio apontado consiste em identificar mercados não explorados, em terceiro lugar está a experiência do franqueador e a escolha do franqueado. Outro desafio é desenvolver um planejamento estratégico para a internacionalização, o quinto desafio apontado foi, como implantar e sustentar o modelo de negócio, logo em seguida, vem o desafio de desenvolver uma visão intercultural. E por fim, talvez o mais importante seja, atender às exigências dos consumidores.

No Programa desta semana Paola Tucunduva trará o tema sobre a pesquisa realizada pela ABF e ESPM sobre Internacionalização de Franquias e para falar sobre esta pesquisa, o convidado deste programa será Ricardo Camargo, diretor da ABF.

Para saber mais como sobre os desafios e dicas para abrir uma franquia no exterior, assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira, dia 16.12.2010, AO VIVO, às 16hs, no canal da web http://www.justtv.com.br/. Não perca! Assista, participe e amplie a sua visão!

Ricardo Camargo é diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF) desde 2004, onde já atuava como diretor administrativo financeiro. Formado em Letras, Camargo trilhou sua carreira profissional na rede de lanchonetes McDonald’s, na qual ingressou em 1984.

O Programa Alma do Negócio é um programa de entrevistas que vai ao ar pelo canal http://www.justtv.com.br/, e fala de forma clara e objetiva o que está acontecendo no mundo dos negócios. Idealizado e apresentado por Paola Tucunduva tem o objetivo de inspirar empreendedores através de entrevistas com empresários e consultores de sucesso.

Todos os programas gravados estão disponíveis no blog http://programaalmadonegocio.blogspot.com/, além da agenda com as próximas entrevistas, textos sobre temas relevantes para os negócios e muito mais. Envie suas dúvidas pelo blog, teremos uma satisfação enorme em respondê-las.

domingo, 12 de dezembro de 2010

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Direção e velocidade caminham juntas - *Por Paulo Kretly

Não adianta ter atitude, ser ágil, fazer tudo pra ontem, se não há um caminho traçado, uma direção a seguir. Saber para que e por que se está correndo faz toda a diferença. A administração do tempo também é fundamental para conquistar os objetivos pretendidos. Em nosso trabalho com diferentes empresas muitas vezes nos deparamos com pessoas ativas, competentes e que sonham em alcançar uma posição de destaque em suas carreiras. Essas mesmas pessoas enfrentam um problema semelhante: a dificuldade de colocar o que é mais importante em primeiro lugar em suas vidas. E por que essa dificuldade aparece?

Um gerenciamento inadequado de nossas prioridades semanais e diárias, além de uma abordagem com foco apenas na eficiência e não na eficácia, afetam diretamente nosso desempenho. Vou usar a linguagem figurada para tentar explicar esse conceito através da bússola (que representa nossos valores e princípios) e o relógio (que são nossos compromissos e tarefas). Uma grande lacuna aparece quando percebemos que as atividades que desenvolvemos não são as que mais importam em nossas vidas. A percepção disso, na maioria das vezes, só aparece em situações de sofrimento, como, por exemplo, a perda de um emprego.

É num momento assim, de profundo desespero, que muitas pessoas começam a refletir e descobrem que não estão gerenciando seu tempo de modo a conquistar os seus verdadeiros objetivos de vida. E é aí que a pessoa pode iniciar um processo de mudança. Se ela quiser mudar, terá de encarar algumas questões fundamentais. Uma delas é a diferença entre eficiência e eficácia. Um projeto pode ser desenvolvido com maestria, ser totalmente eficiente nas suas diretrizes e procedimentos, além de ser realizado em tempo recorde, mas se ele não nascer de uma reflexão profunda e madura sobre a sua necessidade, suas implicações e seu alinhamento com valores e princípios sólidos, ele não vai durar muito tempo e os problemas começarão a aparecer, ou seja: pode ser uma ação eficiente sem ser, no longo prazo, realmente eficaz.

É assim também com as mudanças estruturais, que são as mais complicadas e as mais necessárias. Você tem um problema, foca e tenta resolver. Certamente consegue, mas e a raiz que originou esse problema? Continua lá? Na maioria das vezes sim e inevitavelmente o problema retorna ou aparece de uma forma diferente.

Na verdade, o que mais precisamos é ultrapassar uma noção superficial de gerenciamento do tempo para chegarmos ao conceito de liderança do nosso próprio caminho.

Planeje, agende, administre. Mas procure analisar com tranquilidade o caminho a seguir. A síndrome da urgência está fazendo com indivíduos e organizações abandonem a noção de qualidade. As pessoas, no geral, acreditam que é possível ter uma vida melhor se a mesma estiver totalmente sob controle, mas isso é uma ilusão. Na verdade o que podemos controlar são as escolhas que fazemos, mas não o resultado delas ou as atitudes das pessoas à nossa volta. Escolhas sábias geram, a médio e longo prazo, excelentes resultados, mas isso não é controle, é visão adequada. Esteja preparado para administrar as mudanças que virão pela frente. Encare os obstáculos que possam vir a aparecer como oportunidades transformacionais, ou seja, novas maneiras de alcançar seus objetivos.

Se você tem uma equipe, tenha em mente que pessoas não podem ser gerenciadas, mas sim lideradas. Se bem orientadas e empoderadas não perdem tempo com atividades impensadas ou triviais e encontram resultados cada vez melhores. Priorize as suas metas com base em valores e busque resultados significativos. Comece por você: direcione e empregue energia no que realmente importa. Seja o exemplo do grupo, mostrando através de seu planejamento e de suas ações que o que se quer é possível alcançar.

Paulo Kretly é presidente da FranklinCovey Brasil (www.franklincovey.com.br), e reconhecido palestrante em liderança, gestão e produtividade pessoal e interpessoal, é especialista em gerenciamento do tempo e vem cativando milhares de pessoas e organizações que o procuram com o desejo de manter suas vidas pessoal e profissional equilibradas.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Um dedo de prosa sobre GC - Vamos observar o contexto? *Por Camila Pires

Neste segundo encontro, convido você a compreender em que contexto a gestão do conhecimento está inserida, a partir da discussão do conceito de inteligência empresarial. Se você está navegando aqui pelo site da SBGC, provavelmente já vem percebendo no ambiente sinais de que estamos passando por uma revolução. Sim, uma revolução tão importante quanto a Revolução Industrial, que estudamos nos livros de história. Estamos ingressando na Era do Conhecimento (ou o nome que os historiadores resolverem inventar quando estiverem estudando nossa geração). O fato é que o principal fator de produção (que um dia já foi a terra) atualmente é o conhecimento. Se ainda tem dúvidas, pense em quanto vale o Google.

Bem, para sobreviverem nesse novo mercado que se configura, as empresas (e os profissionais) terão de se adaptar, certo? O Centro de Referência em Inteligência Empresarial (Crie) defende que essa adaptação passa pela habilidade de as organizações lidarem de forma sinérgica com três conceitos: Conhecimento, Inovação e Empreendedorismo. Eu concordo que esse tripé é a base para o sucesso das organizações nessa nova era. E você?

Vamos pensar um pouquinho juntos. Ao praticarem a Gestão do Conhecimento, as empresas criam uma sistemática para coleta, armazenamento e compartilhamento do conhecimento. Isso é fantástico, mas se esse conhecimento for (re)utilizado, gerando valor para as organizações. Já a inovação, pressupõe quebra de paradigmas. Ao fazer a mesma coisa de um jeito diferente (inovação incremental) ou criar um processo ou produto inédito (inovação radical), a empresa garante vantagens competitivas, ou seja, larga na frente. E a capacidade de empreender é o que alavanca a companhia.

Você deve estar pensando: “Ah, então se a empresa conseguir mapear o que sabe, monitorar o ambiente para saber o que os outros sabem, articular parcerias para melhorar o que sabe, buscar aprender o que não sabe e, ao saber tudo isso, pensar no que ninguém foi capaz de pensar antes e ainda fazer disso algo que nunca alguém ousou fazer antes, ela provavelmente obterá sucesso na nova economia!” Em partes é isso mesmo. Faltou um ingrediente fundamental que dá, digamos, a liga dessa mistura: a cultura e o ambiente favoráveis para isso tudo girar. Ou você acha que isso acontece de forma simples como um passe de mágica? Mas isso é papo para outra conversa. Voltamos a esse assunto em agosto. Se quiser trocar idéia até lá, me envie um e-mail: camilapires.sa@gmail.com.


Camila Pires Associada SBGC e Integrante do Programa SBGC Jovem, Jornalista, formada pela PUC-Rio), especialista em gestão do conhecimento e inteligência empresarial pela Coppe/UFRJ, com MBA em gestão empresarial pela FGV. Atualmente, trabalha como Gerente de Gestão do Conhecimento na MPX Energia.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Programa 62 - Feira do Empreendedor SP

Próximo Programa 9/12 - Projetos Sociais - Heloisa Melillo - Casa de Cultura e Cidadania

Você sabe qual a importância dos projetos sociais na sociedade?

Ajudar ao próximo nunca é demais! Os benefícios ocasionados pela realização de projetos sociais são praticamente impossíveis de se mensurar, isso, porque a realização pessoal de proporcionar novas oportunidades e uma nova perspectiva de vida a pessoas que não tinham esperança no futuro é algo que não tem como se revelar em valores e sim no bem-estar e na realização pessoal, proporcionado a quem faz esse tipo de ação. A realização de projetos sociais são verdadeiras ações de cidadania, pois envolvem as pessoas para além do seu campo de vivência e despertam o sentimento de solidariedade.

Quando você faz bem a você mesmo a realização não é tão satisfatória do que quando você realiza algo que beneficia outras pessoas, além disso, fazer o bem ao próximo proporciona benefícios para a alma, reduz o estresse, combate a insônia, a depressão, entre outros males, segundo a revistaviva.uol.com.br.

Talvez você até já pensou em realizar algum trabalho voluntário mas não sabe nem por onde começar? Então, comece se inspirando em quem é sucesso na realização de projetos sociais como o Projeto H. Melillo Grupo de Articulação Social responsável pela organização do Projeto Casa e Cultura de Cidadania.

O Projeto Casa e Cultura de Cidadania têm como objetivo criar oportunidades para todos e atualmente está com sete unidades. As Casas são espaços que visam transformar por meio do aprendizado a realidade de crianças, jovens e adultos, oferecendo atividades ligadas ao esporte, à arte, cultura, cidadania, qualidade de vida e geração de renda.

No Programa desta semana Paola Tucunduva trará o tema sobre Projetos Sociais e para falar sobre este assunto, a convidada deste programa será Heloisa Melillo, uma experiente educadora que já ajudou diversas pessoas com a realização de seus trabalhos sociais. Para saber mais como fazer o bem sem olhar a quem, assista ao Programa Alma do Negócio desta 5ª-feira, dia 09.12.2010, AO VIVO, às 16hs, no canal da web http://www.justtv.com.br/. Não perca! Assista, participe e amplie a sua visão!

Heloisa Melillo é Pedagoga e Arte Educadora, já atuou em escolas, bibliotecas públicas e Secretarias de Educação e de Cultura do Estado e do Município de São Paulo. Durante 14 anos coordenou o Projeto Ipê - Programa de Formação de Educadores por Multimeios, no módulo de arte educação, em parceria com a Fundação Pe. Anchieta - TV Cultura. Além disso, coordenou programas ligados à Literatura, História da Arte, Teatro, Dança e Artes Visuais na ECA - Escola de Comunicação e Artes da USP e é fundadora da Associação de Arte Educação do Estado de São Paulo e da Comissão de Análise dos Materiais Didáticos de Educação Artística.

O Programa Alma do Negócio é um programa de entrevistas que vai ao ar pelo canal http://www.justtv.com.br/, e fala de forma clara e objetiva o que está acontecendo no mundo dos negócios. Idealizado e apresentado por Paola Tucunduva tem o objetivo de inspirar empreendedores através de entrevistas com empresários e consultores de sucesso.

Todos os programas gravados estão disponíveis no blog http://programaalmadonegocio.blogspot.com/, além da agenda com as próximas entrevistas, textos sobre temas relevantes para os negócios e muito mais. Envie suas dúvidas pelo blog, teremos uma satisfação enorme em respondê-las.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Embalagens, por dentro e fora da caixa - *Por Luiz Henrique Gagliardi

Caminhando entre as gôndolas de supermercados, ficamos impressionados com a quantidade de novos produtos que estão entrando no mercado. E, com tantas opções, o design da embalagem tornou-se um dos processos mais importante nas decisões estratégicas das empresas.

De acordo com o jornal “O Globo”, de 25/10/10, algumas pesquisas mostram que o tempo que o produto tem para atrair a atenção de quem está passando em frente a uma gôndola é de apenas três segundos. Depois disto, a chance do consumidor colocar o produto em seu carrinho é de 85%. Ou seja, chamar a atenção do consumidor é uma etapa fundamental na venda e a embalagem desempenha um importante papel neste processo. Por isso, é fundamental que se diferencie das demais, seja funcionalmente quanto emocionalmente.

Para cumprir seu objetivo, a embalagem deve:

• Comunicar a identidade da marca, diferenciando-a de seus concorrentes e a posicionando em um segmento;

• Utilizar-se de elementos visuais e de design para transmitir alguma característica emocional que o consumidor espera deste produto (ex.: carinho da mãe ao cuidar de um bebê em uma imagem no rótulo do amaciante), para criar um vínculo com seu cliente;

• Ser útil e prática;

• Informar claramente ao consumidor sobre suas características (modo de utilização e armazenamento, etc);

• Tornar a marca presente dentro da casa do consumidor;

• Ser parte da experiência de consumo.

Por embalagem, devemos destacar todos os níveis que a envolve, desde o invólucro até a sacola que a transportará. O processo na escolha e a produção das embalagens devem estar de acordo com a promessa da marca, pois ela também faz parte da experiência e do relacionamento da empresa com seus consumidores. Se a marca promete qualidade, mesmo o produto sendo bom, a embalagem, mesmo que utilizada apenas uma vez, deve estar plenamente alinhada com esta promessa, para que o consumidor sinta que o investimento que ele fez valeu a pena.

Luiz Henrique Gagliardi - Sócio-Diretor da AmittiBrasil - Gestão de Marcas (http://www.amittibrasil.com.br/).