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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Tendências que moldam nossas vidas, expressões que definem nosso comportamento. Parte 1 - *Martha Terenzzo

É preciso entender o passado e o presente para determinar o futuro. Mudanças que muitas vezes são incorporadas através de inovações de serviços, negócios ou tecnologias. As ações cotidianas mais freqüentes nos auxiliam a decodificar a cultura. Analisar o que está ocorrendo é parte do dia-a-dia de profissionais de Marketing e para entender essas tendências é necessário, estar conectado aos acontecimentos invisíveis aos nossos olhos, se expor a diferentes culturas e capturar sinais e movimentos periféricos.

Analisar tendências é uma atividade extremamente importante para antecipar-se ao mercado, e ao que o mercado anseia. Entender comportamentos e expressões individuais desse cotidiano representa descobrir novas formas que o inconsciente coletivo poderá ter num futuro próximo.

Mas qual a definição para a palavra tendência? Recorri a algumas fontes, entre elas o Dicionário Analógico da Língua Portuguesa para ter parâmetros de definição sob diversas óticas.

Se usada como advérbio significa a caminho de, em busca de, em demanda de. Ao ser usado como adjetivo temos inclinado a, propenso, capaz de, destinado a. E ao usarmos como verbos têm inclinar-se, convergir,conduzir, contribuir.

Na Psicologia encontramos a definição que segue: designar certos instintos, certos impulsos do homem, na medida em que esses instintos ou impulsos são conscientemente experimentados no comportamento que o determinam.

Portanto, tendências que moldam nossas vidas surgem desta confluência de multifatores sociais, psicológicos, econômicos que causam mudanças em nossas necessidades e desejos. Transformamos e somos transformados ao mesmo tempo. Expressamos essas mudanças através de manifestações de nossos hábitos, atitudes cotidianas, usos de serviços e produtos. Ao sedimentarmos essas mudanças através de nossos hábitos individuais modificamos parte do todo. Ao longo de um período e de forma constante essas mudanças com variações mas consistentes , continuam avançando no mercado até tornar-se parte do mesmo.Assim forma-se uma tendência.

No inicio dos anos 80 e 90, dois autores nos apresentaram com algumas dessas tendências para o futuro. Primeiramente John Naisbit em 1982 contribuiu com seu livro Megatrends e em 1990, Faith Popcorn, sócia de uma das empresas de tendências mais bem conceituadas do mundo, com Click.

Após mais de 20 anos que elas foram apresentadas, inicio uma análise sobre sua real incorporação em nosso cotidiano.

Como as idéias nunca são únicas e de uma só pessoa, interpretar as tendências é partir de uma linguagem complexa ressignificada pela sociedade. A forma como tratei as tendências na época em meus planos e estratégias, a fluidez e velocidade que transformei as mesmas em tendência me diferenciou no mundo de negócios e me auxiliou a obter vantagem competitiva criando novos serviços, produtos e negócios.

Vamos a duas delas:

Encasulamento: Tendência que ocorre a muitos anos em grandes cidades urbanas e tem como principal propulsor fatos como excesso de gente, falta de segurança, disseminação de informação sobre doenças, novas bactérias e vírus que aterrorizam nossos sonhos.

Há um forte impulso de ficar dentro de casa, quando o lado de fora se torna muito ameaçador e difícil de viver. O efeito “cocooning”, ou seja, a transformação do lar em verdadeiros ninhos de segurança. Milhares de ofertas de filmes pela TV a cabo a pizzas congeladas se propagam e a Internet cada vez mais utilizada para fazer compras e escolhas antecipadas de serviços e produtos. A Internet traz uma nova forma de entreter e se relacionar, há música, novos softwares, programas de TV antecipados e todo tipo de conteúdo a preço zero.

É possível visitar um Museu de qualquer lugar do mundo a qualquer hora ou aprender uma nova profissão através de educação à distância. Maravilhoso, virtual e admirável mundo novo.

Defendemos nossa prole através de sistemas complexos de segurança nos prédios e comunidades que vivemos. Construímos muros cada vez mais altos e transformamos nossos lares em possíveis bunkers aconchegantes e cheios de opção. É nossa tendência a se proteger e se perpetuar.

Saindo fora: Depois de mais de 20 anos de ambição em grandes empresas, muitos executivos se questionam se devem ou não permanecer, se deve continuar suas carreiras nessas corporações. Geralmente baby boomers com bons salários e bônus, que investiram mais de 14 horas por dia, estão deixando seus postos e altos salários, optando por uma vida mais simples, calma e psicologicamente mais satisfatória.

Sabem que esse estilo de vida como sedentarismo, alto nível de estresse, uso de medicamentos pode causar sérios problemas a sua saúde, mas também descobriram que há maior longevidade e meios para obter uma melhor qualidade de vida. O paradoxo entre essas possibilidades leva essas pessoas a uma grande reflexão de vida. Não se trata de negar o modelo corporativo adotado e sim uma nova forma e expectativa de viver, agregada ao que foi construído por mais de 20 anos.

Alguns desses profissionais questionam o valor intrínseco para obter uma nova posição de poder, e o custo emocional para isso ocorrer. Alguns usam um período sabático que pode incluir serviços as ONGs a percorrer o Caminho de Santiago de Compostela. Encontram também outras formas de empreender e aprender. Executivos que deixam a carreira para montar seu próprio negócio, dar aulas, fazer novos cursos de especialização e mudar de carreira depois dos 40.

Conectam-se com amigos de infância encontrados nas redes sociais, revisitam seus sonhos e partem para novas experiências de vida. É um novo indivíduo carregado de experiência profissional, pronto para consumir novas formas de ser.

Tendências que moldam nossas vidas e comportamentos que expressam novos hábitos e atitudes. Transição cada vez mais veloz, virtual e mutante. Antecipá-las, uma atividade cada vez mais complexa. Nas próximas edições analisarei outras tendências presentes em nossas vidas.


*Martha Terenzzo, é profissional de Inovação e Marketing, implementou áreas de Inovação, Marketing de alta performance em empresas como Sadia, Parmalat, Cargill, Ajinomoto, etc. Estabeleceu processos e metodologias específicas com visão na Gestão de Negócios e Inovação. Consultora de empresas de grande e médio porte para Inovação e Marketing, é Sócio-Diretora da Inova 360º. Ministra aulas e treinamentos na área de Inovação e Comportamento do Consumidor em Faculdades como Fia/Provar, ESPM, Madia School, IBMODA,SEBRAE e in company. Formada em Marketing pela ESPM e tem curso de liderança executiva na Fundação Dom Cabral, atualmente faz Mestrado em Comunicação e Práticas de Consumo. É Vice Presidente de Informações do Retail Marketing Association-POPAI.
Martha.terenzzo@uol.com.br
twitter@marthaterenzzo9

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Tendências para o Marketing – Business RoundUp 2011 AmCham - * Por Enzo Averoldi

Participamos hoje do “Business Round Up 2011” promovido pela Câmara Americana de Comércio, encontro no qual diversos representantes setoriais expuseram suas perspectivas para o ano de 2011. Após o painel de abertura, tive a oportunidade de palestrar durante alguns minutos sobre a questão da Gestão de Marcas e o Branding como ferramentas de vital importância para o Marketing, no workshop “Visão 2011 nas Corporações”.

Ao final deste workshop, conduzido pela coordenadora acadêmica da área de marketing da pós-graduação da ESPM, Daniela Khauaja, construiu-se um compilado das 10 Principais Tendências para o Marketing que foram levantadas pelas mesas participantes. Compartilho com vocês a seguir:

1. Sustentabilidade

- Apesar de ser considerado um assunto que já não é novidade, a questão da Sustentabilidade ainda é a bola da vez. Fala-se muito, mas pratica-se pouco. As ações ainda são incipientes no universo das pequenas e médias empresas, pois o retorno no curto e médio prazo é praticamente zero, enquanto a realidade demanda uma resposta comercial mais rápida. Porém, a grande parcela das empresas apresenta interesse em desenvolver projetos de cunho ambiental, social e cultural em um futuro próximo.

2. Intensificação no uso de Redes Sociais

- As ferramentas são gratuitas e todos têm acesso. Mas, a utilização ainda é um grande mistério para a maioria das empresas. Todas querem ter, mas a geração de conteúdo, manutenção das informações e melhores práticas de relacionamento aplicadas ao Twitter, Facebook, Orkut etc ainda são desafios a serem suplantados. Como no caso da Sustentabilidade, o retorno vem do ganho na imagem positiva de marca, principalmente.

3. Expansão dos canais de venda

- As empresas buscam maneiras inovadoras de realizar a distribuição e comercialização de seus produtos. O ponto-de-venda tradicional, seja uma loja ou supermercado, já não se apresenta mais suficiente, e existe espaço para novos modelos de comercialização e, até mesmo, somente demonstração de produtos, como por exemplo, as lojas experienciais, clubes de descontos on-line e lojas de amostra-grátis. A expansão comercial também está atrelada ao estudo mais focado de mercados locais, com maior proximidade do consumidor final e certeza de que a demanda está correspondida pela oferta.

4. Gestão do CRM realizada pelo próprio consumidor

- Ao invés das empresas irem atrás das informações relacionadas, o consumidor é visto de maneira proativa nesse modelo: é ele quem disponibiliza seus dados e realiza o registro dos mesmos nos data-bases e é ele quem controla estas informações. Esse formato quebra o paradigma de análise passiva destes dados por parte da empresa, e torna o consumidor um participante mais engajado, auxiliando no desenvolvimento de produtos e serviços.

5. Investimento na área de Gestão da Informação / Conhecimento

- As empresas continuarão investindo pesado nas áreas de informação como Inteligência de Mercado e Tecnologia da Informação, no intuito de desenvolver cada vez mais os bancos de dados e ampliar o conhecimento com relação aos seus consumidores, no intuito de desenvolver novas estratégias e formatos comerciais para atingi-los de maneira mais precisa. É essencial ir fundo no estudo do comportamento e hábitos dos consumidores, em seus diversos segmentos.

6. Formação e desenvolvimento pessoal

- Dada a grave crise na educação básica brasileira, muitos profissionais deverão passar por um processo de “reeducação” dentro das empresas. A demanda por profissionais especializados, ironicamente, também apresenta problemas no que tange à formação acadêmica: muitos recém-formados possuem dificuldades que, em um primeiro momento, eram só encontradas nas camadas menos favorecidas (leitura, redação e compreensão de textos). Um dos setores mais afetados neste caso é o da construção civil, no qual a demanda por trabalhadores especializados é crescente, mas as contratações são barradas pela formação insuficiente dos candidatos.

7. Gestão de Marcas

- As empresas despertaram para importância do Branding, da construção e manutenção da imagem da marca. Não basta mais ter uma campanha de publicidade tradicional: é preciso construir valores mais sólidos, condizentes com a proposta da empresa, e aprender a praticá-los quase que religiosamente. A comunicação neste caso é representada por uma via de mão-dupla: o consumidor fala, a empresa escuta e dá uma resposta à altura para o consumidor.

8. Velocidade de Inovação

- A velocidade com que novos produtos deverão ser lançados continuará crescente, com intervalos cada vez menores. O consumidor terá suas necessidades atendidas de maneira mais rápida, através de produtos e serviços lançados de acordo com seu perfil e suas necessidades.

9. Ampliação de atuação das empresas por meio de fusões, parcerias e aquisições

- A velocidade e a quantidade de fusões e aquisições não dão sinais de diminuir, como o caso da Perdigão-Sadia, McCkann-Ericsson e W/Brasil, Itaú-Unibanco dentre outras, nos mais diversos segmentos de atuação.

Em um país com uma extensão continental como o Brasil a ocorrências dessas fusões e parcerias se explica, pois é necessário que as empresas estejam presentes em todo este mercado.

10. Micromarketing

- Apesar de ser um termo relativamente antigo, continuarão as ações de comunicação, relacionamento e marketing direcionadas a nichos de mercado considerados importantes e de alto valor para as empresas, sejam eles fornecedores, clientes ou consumidores de produtos.
Em linhas gerais, a grande mudança ocorre no sentido do relacionamento: como as empresas devem se aproximar e quais as maneiras de entender o consumidor: redes sociais ainda são um mistério para boa parte delas, por exemplo. Corporações deixam de se ver como entidades puramente físicas e passam a dar maior valor para a marca corporativa (brand equity), o branding e a gestão da marca, buscando a inovação através da correta interpretação das informações, do conhecimento e de uma relação mais próxima junto a seus públicos de interesse.

*Enzo Averoldi - Sócio-Diretor da AmittiBrasil - Gestão de Marcas (www.amittibrasil.com.br)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Marketing de Guerilha para Pequenas e Médias Empresas

Os empreendedores buscam cada vez mais técnicas de marketing adaptáveis às características de seu mercado, por razões muito simples: concorrência feroz, queda na margem de lucro, globalização, entre outras situações que tiram o sono dos empresários. E neste mercado cada vez mais concorrido, a empresa que estabelece meios de comunicação com seus clientes, melhora sua exposição e imagem, amplia seu mercado e aumenta seu faturamento.

Sendo assim, descrevemos abaixo 10 dicas de como o pequeno e médio empreendedor poderá se diferenciar da concorrência adotando técnicas de marketing de guerilha.

1. Mercado
O sucesso da pequena e média empresa está diretamente relacionado ao desempenho do empresário. Manter-se atualizado, “antenado” com o seu mercado, monitorar a concorrência, acompanhar tendências e lançamento de novas tecnologias e produtos, são regras básicas para o bom desempenho de sua empresa;

2. Marketing em casa
Monte um pequeno grupo de marketing com os funcionários da empresa. Faça reuniões para colher idéias, discutir lançamentos de produtos, enfim definir ações rápidas e que possam ser conduzidas internamente. Outra alternativa interessante é terceirizar o seu “departamento” de marketing, da mesma forma que você terceiriza sua contabilidade.

3. Consumidor Oculto
Ação interessante e de baixo custo. Simule uma compra tanto com a sua equipe de vendas quanto com a de seus concorrentes. E depois compare os desempenhos. Além de você conhecer um pouco mais como seu concorrente se comporta, terá grandes surpresas que poderão fazer diferença no seu faturamento;

4. Imagem da Empresa
Procure perceber o que o seu logotipo, o seu papel timbrado, o envelope de correspondência transmitem aos seus clientes. Muitas vezes, pequenas mudanças como alteração no logotipo, podem indicar ao mercado que a sua empresa está se modernizando e crescendo;

5. Canal direto com os seus clientes, fornecedores e formadores de opiniões
Utilize meios de baixo custo como telefone e correios para aumentar o contato com os seus públicos. Amplie seu relacionamento, mantenha contatos freqüentes com os seus clientes mais rentáveis e com seus principais fornecedores. Procure aumentar seus contatos destacando-se na qualidade da prestação de serviço com os públicos que interferem diretamente no seu negócio. Faça parte de Associações de Classe;

6. Crie um pequeno jornal
Este jornal é o que mercado chama de “newsletter”. Este “newsletter” pode ser tanto impresso, em uma folha A4, quanto digital que poderá ser enviado por e-mail. Deverá conter informações relevantes aos seus públicos-alvo, como tendências, inovações, dicas de uso de produtos e atualizando também informações sobre sua empresa;

7. Forme associações e parcerias
Uma pequena e média empresa, em um mercado cada vez mais competitivo, dificilmente crescerá de forma isolada. Um dos grandes gurus de estratégia competitiva, Michael Porter afirma que hoje uma empresa precisa cooperar e competir, competir e cooperar. Este é o grande desafio da década atual. Por exemplo, através de parcerias você poderá realizar eventos cooperados onde os custos serão rateados entre os parceiros.

8. Construa um site
Um bom site pode ser um grande gerador de negócios e muito mais do que um cartão de visitas eletrônico. Deve transmitir de forma muito clara quem é a empresa, o que ela faz e para quem. Pode ser também um folder eletrônico para sua equipe de vendas. É importante ressaltar que um bom site é tão importante para a formação da imagem da sua empresa quanto a localização do seu ponto de venda ou a fachada da sua loja.

9. Participe de feiras
Estar presente em feiras, na área de atuação da sua empresa, pode render novos negócios e oportunidades. Mas para obter bons resultados é preciso pensar no antes, durante e após o evento. Antes: comunique aos seus principais clientes a sua participação, crie um material de comunicação e treine sua equipe. Durante: procure manter sua equipe motivada, mantenha seu stand arrumado e procure ter idéias que o diferenciem dos demais. Após: organize os cartões de visitas recebidos, agradeça todos que o visitaram e por fim, agende visitas.

10. Ações Sociais
Participe de ações que sejam benéficas a sua comunidade. Você pode, por exemplo, oferecer o seu espaço, equipamentos e equipe. Procure atrelar sua marca à ações positivas e apoiadas pela comunidade local. Esse tipo de ação, além de proporcionar benefícios a todos podem gerar notícias que divulgarão a sua marca contribuindo para a consolidação de sua imagem no mercado.
Utilizando essas dicas como um guia, torna-se prático o desenvolvimento de caminhos efetivos e rápidos para o sucesso de sua empresa. As ações podem acontecer atreladas ou independentes, mas o segredo está em manter o foco no objetivo traçado e principalmente foco no seu cliente. Essa trajetória alinha metas, fortalece expectativas e motiva os envolvidos na busca do crescimento do seu negócio.

Alessandro Basile é publicitário, pós-graduado em Marketing pela ESPM e Consultor Responsável pela Unidade de Marketing para Pequenas e Médias Empresas da Resolve! Global Marketing.

Abaixo alguns cases de sucesso de Marketing de Guerrilha:






sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O Programa participa da Semana Global de Empreendedorismo

A Semana Global do Empreendedorismo é um movimento para despertar a atitude empreendedora nas pessoas. O que é atitude empreendedora? É pensar fora da caixa, ser proativo, ter um sonho grande e fazer de tudo para realizá-lo.

Entre os dias 16 e 22 de novembro, milhares de atividades acontecerão no país inteiro, com o objetivo de:

Inspirar - Fazer com que a atitude empreendedora faça parte da vida dos jovens que podem encontrar alternativas de futuro e chegar muito mais longe em suas carreiras.
Orientar - Estimular organizações e empresários de diferentes setores a treinar, capacitar e orientar a próxima geração de talentos que se inspira com exemplos de quem realizou.
Conectar - Formar uma rede de jovens e organizações para estimular novas ideias e realizar objetivos em diversas áreas e atuações no Brasil e no mundo.
Mobilizar - Colocar o empreendedorismo em pauta na sociedade e mostrar a troca de políticas para se empreender com líderes e formadores de opinião.

E como o Programa Alma do Negócio está totalmente alinhado com todos os objetivos acima, não poderíamos deixar de participar. A nossa atividade da Semana Global será no dia 19/11, às 15h, entrevista sobre Marketing, com a Professora Laura Gallucci.

Participe enviando perguntas no dia ao vivo (www.uptv.com.br) ou com antecedência pelo nosso blog ou perfil no Orkut e posteriormente assista o programa pelo blog.